Direitos Humanos

HISTÓRICO

Dia Mundial da Saúde 2016

Celebrado na Assembleia da República

Palácio de S. Bento – Portugal

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Introdução/Síntese

No dia 7 de Abril de 2016, pelas 15:30, realizou-se na Sala do Senado da Assembleia da República de Portugal, uma cerimónia que visou assinalar o Dia Mundial da Saúde.

O Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Eduardo Afonso Andrade esteve presente nesta cerimónia a convite do senhor Presidente da Comissão da Saúde da Assembleia da República, senhor deputado José de Matos Rosa.

Sendo a Comissão da Saúde da Assembleia da República de Portugal um Órgão que se rege pelos mais altos valores e princípios da dignidade da pessoa humana, pelo quarto ano consecutivo, esta Comissão, acolhe no âmbito da cidadania, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) neste dia, na “Casa da Democracia” de Portugal.

O tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde para este ano é a diabetes.

Esta cerimónia teve o seguinte enquadramento:

Abertura

Intervenção do Senhor Diretor-Geral da Saúde, Dr. Francisco George

Assinatura de protocolos entre a Direção-Geral da Saúde e a Associação Industrial e Comercial do Café (AICC), Associação de Refinadores de Açúcar Portugueses (ARAP) e a Associação de Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), com vista ao consumo responsável e equilibrado de açúcar.

Assinatura de protocolo entre o Ministério da Saúde e a Fundação Calouste Gulbenkian – “Um Futuro para a Saúde”

Intervenção do senhor Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Dr. Artur Santos Silva

Organização Mundial da Saúde e Diabetes

Intervenção do Presidente da Associação Protetora dos Diabetes de Portugal, Dr. Luís Cardete Correia

Intervenção do senhor Comissário Europeu para a Saúde e Segurança Alimentar, Dr. Vytenis AndriuKaitis

Intervenção do senhor Presidente da Comissão da Saúde da Assembleia da República, senhor deputado José de Matos Rosa

Atribuição de Medalhas de Serviços Distintos do Ministério da Saúde

Intervenção do senhor Prof. Doutor Fernando Regateiro

No decorrer desta cerimónia foram agraciadas duas distintas individualidades portuguesas de grande prestígio internacional e que se distinguiram pelos relevantes serviços em prol da Humanidade:

O neurocirurgião João Lobo Antunes, com o Colar do Prémio Nacional de Saúde, pela sua “notabilíssima e duradoura contribuição para o desenvolvimento da ciência médica e da neurocirurgia em Portugal e pelo contributo inequívoco para o prestígio internacional do Sistema de Saúde Português ao qual prestou os mais relevantes serviços”.

O advogado/escritor e fundador do Serviço Nacional de Saúde (SNS) António Arnaut, com o Grande Colar de Saúde, a título honorífico pelo Júri do Prémio Nacional de Saúde. Considerada uma figura determinada e comprometida com fortes princípios éticos e de justiça, este reconhecimento, foi pelos atos relevantes em prol da saúde dos portugueses.

Foram ainda entregues Medalhas de Serviços Distintos do Ministério da Saúde (Medalha de Ouro) às seguintes individualidades:

Dr. António dos Reis Marques, Prof. Doutor Augusto José de Quintanilha e Mendonça Mantas, Profª Doutora Catarina Isabel Neno Resende de Oliveira, Dr. Jorge Augusto Correia, Dr. José António Meneses Correia, Professor José Luís Medina Vieira, Dr. Luís António Silva Duarte Portela, Dr. Luís Manuel Ramos Gardete Coreia, Drª. Maria Teresa de Morais Martins Contreiras.

Esta cerimónia contou ainda com a presença das seguintes entidades e individualidades:

Ministro da Saúde de Portugal, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes, Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Prof. Doutor Fernando Araújo, Bastonário da Ordem dos Médicos, Prof. Doutor José Manuel Silva, Presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Prof. Doutor Carlos Cortes, e Vice-presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Prof. Américo Figueiredo.

A Organização Mundial da Saúde alerta que o número de seres humanos afetados duplicou nas últimas três décadas, com mais de 240 milhões de pessoas diagnosticadas em todo o mundo.

O Comissário Europeu para a Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis, na sua intervenção, nesta cerimónia, alertou para a necessidade da prevenção da doença.

Encerramento

Intervenção do Senhor Ministro da Saúde, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes


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Ministro da Saúde, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes, Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade e Presidente da Comissão da Saúde da Assembleia da República, deputado José de Matos Rosa

 

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Presidente da Comissão da Saúde da Assembleia da República, deputado José de Matos Rosa, Vice-Presidente da Comissão da Saúde da Assembleia da República, deputada Maria Antónia Almeida Santos e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade

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Vice-Presidente da Assembleia da República de Portugal, deputada Teresa Caeiro e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade

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Ministro da Saúde, Prof. Doutor Adalberto Campos Fernandes, Comissário Europeu para a Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis AndriuKaitis e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade

 

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Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Prof. Doutor Fernando Araújo, Prof. Doutora Teresa Mascarenhas e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade

 

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Diretor-Geral da Saúde, Dr. Francisco George e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade

 

ACONTECIMENTO HISTÓRICO REALIZADO EM PORTUGAL

Introdução

Síntese de uma cerimónia inédita presidida pelo Chefe de Estado de Portugal Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa

No dia 9 de Março de 2016, pelas 16:45, a Mesquita Central de Lisboa foi o epicentro de um encontro inter-religioso presidido por Sua Excelência o Presidente da República de Portugal.

O mais alto Magistrado da Nação foi recebido pelo Presidente da Comunidade Islâmica de Lisboa, Dr. Abdool Magid Abdool Karim Vakil e cumprimentos do Sheikh David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa, na presença de ilustres individualidades convidadas pertencentes a diferentes setores da sociedade.

Neste impressionante e invulgar encontro, estiveram presentes as confissões mais representativas do mundo com representação oficial em Portugal, nomeadamente: Evangélica, Anglicana, Católica, Judaica, Ortodoxa Grega, Budista, Baha”i, Hindu, Islâmica, Muçulmana Shia Ismaili, Shiita, Sikh, Adventista, Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Vetero Católica, Templo de Shiva e o Conselho Português das Igrejas Cristãs.

Num momento carregado de solenidade foi lida uma Oração Ecuménica Universal por todos os representantes destas confissões religiosas.

Sua Excelência o Presidente da República de Portugal não podia começar melhor o desempenho do alto cargo para o qual foi investido, presidiu a esta cerimónia ecuménica numa perspetiva de paz e de bem comum da sociedade, convidando à aceitação do outro, ao diálogo, ao entendimento, e à compreensão recíproca.

São de realçar algumas das palavras proferidas pelo Presidente de todos os portugueses, ao louvar o “espírito ecuménico” de Portugal, ao qual o país “deve muito da sua grandeza secular”, assegurando ainda ser o “garante da liberdade religiosa, em todas as suas virtualidades”.

O Chefe de Estado terminou a sua expressiva intervenção com palavras muito sentidas ao desejar que os próximos cinco anos sejam vividos sob o signo da Paz, Justiça e Fraternidade.

Neste momento histórico, no interior da Mesquita Central de Lisboa, o Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), felicitou vivamente o Chefe de Estado de Portugal, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa, pela sua eleição para Presidente da República, desejando-lhe as maiores felicidades no exercício desse alto cargo.

Nessa mesma ocasião, Sua Excelência o Presidente da República deixou uma palavra de estímulo ao Presidente deste Observatório pelo trabalho que está a ser desenvolvido, desejando as maiores felicidades ao OIDH.

No dia 11 de Março de 2016, pelas 13:00, o Presidente do OIDH esteve de novo presente numa outra cerimónia realizada no Templo da Mesquita Central de Lisboa.

Este convite partiu de novo do Sheikh David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa.

Esta cerimónia visou igualmente a Paz e o bem comum da Humanidade e contou com uma presença substancialmente significativa de participantes não só de Portugal como também de outros lugares do mundo.

Apraz-nos aqui registar com muito agrado o seguinte: o Sheikh David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa, um paladino dos Direitos Humanos, já participou noutras iniciativas em cooperação com o OIDH, tendo mostrado sempre a sua incondicional disponibilidade para realizar ou participar em qualquer ação que vise a Paz e o bem comum da Humanidade.

No dia 12 de Março de 2016, pelas 11:00, o OIDH esteve presente no Render Solene da Guarda ao Palácio Nacional de Belém.

Esta cerimónia contou com a presença de Sua Excelência o Presidente da República, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa.

O OIDH na qualidade de observador, teve a oportunidade de observar no meio de um “banho” de multidão que seguia muito atentamente os pormenores do ato solene do render da Guarda, realizado pelos militares da Unidade de Segurança e Honras de Estado da Guarda Nacional Republicana, o seguinte: no momento da chegada do Chefe de Estado, ouviram-se muitas palmas e as seguintes palavras em voz alta: “ lá vem ele, lá vem ele. É o nosso Presidente, o Presidente de todos os portugueses. Ele é pelos mais pobres, pelos mais desfavorecidos, pela Paz. Ele é muito humano, é como o Papa Francisco”.

Estas palavras que têm intrínsecos os princípios e valores da dignidade da pessoa humana sensibilizaram o OIDH, motivo para serem merecedoras de registo neste espaço que é considerado uma “janela aberta ao mundo”. Estas expressões revelam de forma explícita que o Presidente da República de Portugal é um arauto da Paz e um acérrimo defensor dos Direitos Humanos.

Breve reportagem fotográfica do acontecimento ocorrido no interior da Mesquita Central de Lisboa – Portugal

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Presidente da República de Portugal, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e o Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade

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Sheikh David Munir, Imã da Mesquita de Lisboa e o Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade

1496 Antigo Presidente da República de Portugal Dr. Jorge Sampaio e o Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade

Torna-se ainda oportuno deixar aqui registada a seguinte informação: foram diversas as individualidades que desejaram as maiores felicidades para o trabalho que o OIDH está a desenvolver em prol da Humanidade. Entre as várias personalidades presentes, destaca-se ainda o antigo Presidente da República de Portugal, Dr. Jorge Sampaio, que desempenhou também, entre outros, o cargo de Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações, uma entidade já conhecedora do trabalho do OIDH.

HOMENAGEM AO PAPA FRANCISCO

Introdução

Síntese de um Reconhecimento Público a Sua Santidade o Papa Francisco

No dia 15 de Agosto de 2015, um dia considerado muito importante para o mundo católico, Sua Santidade o Papa Francisco foi homenageado por ser considerado um acérrimo defensor dos Direitos Humanos.

O facto de Sua Santidade respeitar incondicionalmente e defender incessantemente a dignidade da pessoa humana, faz com que se torne numa verdadeira fonte inspiradora para toda a Humanidade.

Como forma de reconhecimento e agradecimento, os seus altos valores humanos, ficaram registados num painel, pintado à mão, que contém a própria imagem de Sua Santidade, réplica de uma sua fotografia que amavelmente nos fez chegar, no dia 18 de Novembro de 2014, possuindo ainda a gravação de uma mensagem que reflete os princípios intrínsecos a um Homem de grande dimensão Humana, imbuído nos mais altos ideais de justiça.

Esse painel tem estampado o Logótipo do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH).

Consequência deste reconhecimento que foi realizado no âmbito dos Direitos Humanos, Sua Santidade o Papa Francisco, agradeceu profundamente e retribuiu com uma mensagem que está “carregada” de enorme significado.

Juntamente com essa mensagem, o Sumo Pontífice, juntou uma fotografia do São João Paulo II – Papa, acompanhada de “algo”, considerado de transcendente valor espiritual, o que, nos deixou muitíssimo felizes e infinitamente gratos.

Sua Santidade o Papa Francisco, aos olhos da Humanidade, tem contribuído para um mundo melhor, mais livre, mais fraterno, mais solidário, mais tolerante e mais justo, o que leva a uma maior igualdade entre os Homens.

Com uma vontade indómita de ajudar os outros, o Sumo Pontífice utiliza as ferramentas da paz para pacificar os povos, propagar a paz e a esperança no mundo e “espalhar o calor humano” aos mais necessitados.

É de toda a justiça deixar aqui expresso o seguinte agradecimento peculiar:

A Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, do Estado do Vaticano, um dos nossos colaboradores diretos para os assuntos relacionados com a Igreja. A sua extraordinária colaboração, tanto neste processo, como noutros, tem-se mostrado imprescindível.

Também a Secretaria de Estado do Estado do Vaticano, merece o nosso reconhecimento, na pessoa de Sua Eminência Mons. Peter B. Wells, Assessor, pela extraordinária e magnífica dedicação, não só em relação ao presente processo, como também, em relação a outros que ocorreram noutras ocasiões.

Papa Francisco

Homenagem Papa Francisco

Nota: Para a posteridade, deixamos aqui uma foto de um dos momentos que regista os primeiros preparativos, em privado, que deram origem à homenagem que foi prestada a Sua Santidade o Papa Francisco.

Este processo encerrou administrativamente, no dia 28 de Dezembro de 2015, sendo só agora sido tornado público.

CERIMÓNIA DO DIA MUNDIAL DA SAÚDE

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No dia 15 de Abril de 2015, pelas 10:00, na Assembleia da República de Portugal, foi celebrado o Dia Mundial da Saúde.

Pode visualizar a gravação do filme desta cerimónia que decorreu na Assembleia da República, no video a seguir:

No seguimento de uma ação conjunta que visou auxiliar os mais necessitados, cidadãos portugueses, mostraram-se muito sensibilizados com esta iniciativa.

Na sequência do resultado do trabalho que foi realizado, decidiram demonstrar a sua incondicional solidariedade, e simultaneamente exprimir os seus sentimentos, através da letra e música que deu origem a uma gravação que expressa a voz de um povo que revela estar atento aos diversos problemas que afetam toda a Humanidade.

Para ouvir a letra e música desta magnifica melodia que enuncia o que vai no “âmago da alma” de um “povo” solidário, entre AQUI.

RECONHECIMENTO PÚBLICO

Torna-se muito gratificante receber por parte de imensas personalidades nacionais e internacionais, os reparos, que fazemos questão de aqui registar:

  1. Consideram que o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), com características únicas em todo o planeta, está a desenvolver um extraordinário e exemplar trabalho que se traduz a favor da Paz no Mundo e do bem-estar comum da Humanidade.

  2. Evocam que o OIDH tem também como missão, servir de fonte inspiradora a muitas instituições que têm como ofício, assistir os que mais precisam.

  3. Atestam que o OIDH exerce igualmente a função de alavanca impulsionadora, não só em Portugal, como em qualquer parte do mundo, a todos os que pretendam estar disponíveis em ajudar o próximo.

  4. Reconhecem ao OIDH, a sua total independência, a sua isenção integral, o ser autónomo, livre, sem qualquer conotação, dependência ou influência política, religiosa ou finalidade de promoção partidária, ou outra, características consideradas altamente relevantes e pouco comuns na sociedade “globalizada” em que vivemos. Constatam ainda que o OIDH não faz qualquer distinção de raça, cor da pele ou ideologia, apenas exige que os seus associados, comunguem dos valores que são intrínsecos à dignidade da pessoa humana, e que respeitem na íntegra, o consagrado na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

INTRODUÇÃO

Para assinalar o Dia Mundial da Saúde, os Direitos Humanos, realizaram na Assembleia da República, uma cerimónia, com características únicas, sendo a mesma, presidida pela Excelentíssima Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia da República, senhora deputada, Maria Antónia Almeida Santos.

A este evento associaram-se as mais altas entidades nacionais e internacionais, nomeadamente: Presidência da República, Assembleia da República, Organização das Nações Unidas (ONU), através do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, Organização Mundial do Turismo, entre muitas outras personalidades internacionais.

As mais representativas estruturas do Estado Português, onde se inclui; Defesa Nacional, Segurança Interna, Justiça, Saúde, Educação, entre outras, estiveram representadas.

Além de se assinalar o Dia Mundial da Saúde, foi ainda, apresentada uma ação conjunta desenvolvida em todo o Território Continental.

Esta ação visou auxiliar os mais necessitados da sociedade, nomeadamente famílias carenciadas, deficientes, instituições de solidariedade social, idosos, entre muitos outros seres humanos pertencentes aos grupos mais vulneráveis.

A presente iniciativa envolveu milhares de alunos e professores de todos os Distritos de Portugal, além de militares da Guarda Nacional Republicana.

Este grandioso acontecimento, considerado de enorme relevância para a Humanidade, foi enaltecido pelos altos Órgãos das Nações Unidas, através das mensagens que o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados e a Organização Mundial do Turismo, nos fizeram chegar.

Muitos outros rasgados elogios que chegaram até nós, são provenientes de outras ilustres entidades nacionais e internacionais.

No decorrer da cerimónia, foram proferidas diversas intervenções. O diretor do Observatório Internacional dos Direitos Humanos contextualizou a presente iniciativa e apresentou publicamente, as ações que foram executadas pelos militares da Guarda Nacional Republicana.

Alunos dos respetivos Estabelecimentos de Ensino, todos os que estiveram representados, apresentaram uma breve exposição sobre o trabalho que os seus Agrupamentos desenvolveram em todo o Território Continental, no que concerne ao auxílio que prestaram aos que mais precisam.

Outras declarações se seguiram, nomeadamente intervenções dos Excelentíssimos deputados pertencentes aos diversos Grupos Parlamentares da Assembleia da República.

Apresentamos ao mundo, de forma mais expressiva, a vasta e distinta relação das ilustres entidades nacionais e internacionais que se associaram, e as que estiveram presentes neste grandioso acontecimento.

Associaram-se a esta cerimónia as mais altas personalidades nacionais e mundiais, nomeadamente:

Sua Excelência Excelentíssimo Presidente da República de Portugal, Sua Excelência Excelentíssimo Alto Comissario das Nações Unidas para os Refugiados, Sua Excelência Excelentíssimo Secretário-Geral da Organização Mundial de Turismo (OMT, com sede em Madrid), como também, as Excelentíssimas individualidades; Excelentíssimo Embaixador de Portugal em Madrid, Dr. Ribeiro de Menezes, Excelentíssima Chefe do Departamento de Comunicação da OMT, Dra Sandra Carvão e Excelentíssima Dra Indira Noronha, conselheira da Embaixada Portuguesa em Madrid.

Estiveram presentes, na referida cerimónia, as seguintes entidades:

Representantes dos vários Grupos Parlamentares da Assembleia da República

Alto Comissariado para as Migrações

Autoridade Nacional de Proteção Civil

Comissão Nacional da UNESCO

Comité Português para a UNICEF

Organização Internacional do Trabalho

Conselho Português para os Refugiados

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Movimento Internacional Lusófono

Camões – Instituto da Cooperação e da Língua

Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

 Procuradoria-Geral da República

Inspeção-Geral da Administração Interna

Inspeção-Geral das Atividades em Saúde

Inspeção-Geral da Educação e Ciência

Direção-Geral da Administração Escolar

 Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares

Guarda Nacional Republicana

Hospital das Forças Armadas

Academia Militar

Escola Naval

Academia da Força Aérea Portuguesa

Instituto dos Pupilos do Exército

Escola de Polícia Judiciária

Universidade de Coimbra – Departamento de Química

Instituto Politécnico de Lisboa

Direção de Serviços de Educação da Região do Algarve

Direção Regional da Educação do Alentejo

Universidade Católica Portuguesa

Assistência Médica Internacional (AMI)

Instituo de Apoio à Criança

Amnistia Internacional Portugal

Fundação Aristides de Sousa Mendes 

Fundação Oriente

Ordem dos Médicos Dentistas

Ordem dos Farmacêuticos

Ordem dos Psicólogos

British Hospital

Médicos do Mundo

Liga dos Combatentes

Associação de Deficientes das Forças Armadas

FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social

FNERDM – Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais

Federação Portuguesa de Autismo

CRESCER SER – Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família

Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra

Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousa

Associação de Defesa dos Direitos Humanos

Ordem dos Templários e Gão Priorado de Portugal

Rotary Internacional Distrito 1960

Conservatório de Música de S. José da Guarda

Conservatório Regional de Castelo Branco

Conservatório de Música Santarém

Lar de São Pedro dos Foios – Sabugal

Comunidade Juvenil Francisco de Assis

Agrupamentos de Escolas de Todos os Distritos de Portugal

Agrupamento de Escolas de Arouca – Aveiro

Agrupamento de Escolas de Carrazeda de Ansiães – Bragança

Agrupamento de Escolas de Serpa – Beja

Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Famalicão – Braga

Agrupamento de Escolas de Idanha-a-Nova – Castrelo Branco

Agrupamento de Escolas de Penela – Coimbra

Agrupamento de Escolas de Mourão – Évora

Agrupamento de Escolas de Castro Marim – Faro

Agrupamento de Escolas de Almeida – Guarda

Agrupamento de Escolas de Pedrógão Grande – Leiria

Agrupamento de Escolas de Cadaval – Lisboa

Agrupamento de Escolas de Campo Maior – Portalegre

Agrupamento de Escolas de Amarante – Porto

Agrupamento de Escolas de Mação – Santarém

Agrupamento de Escolas de Alcácer do Sal – Setúbal

Agrupamento de Escolas de Melgaço – Viana do Castelo

Agrupamento de Escolas de Mesão Frio – Vila Real

Agrupamento de Escolas de Mortágua – Viseu

Reportagem Fotográfica da cerimónia que decorreu na Assembleia da República.

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Apresentação de uma curta Reportagem Fotográfica que ilustra algumas das inúmeras ações que beneficiaram milhares de cidadãos de todo o Território Continental.

Estas ações foram desenvolvidas por Agrupamentos de Escolas de todos os distritos do país, em 2014/2015.

Estiveram envolvidos neste ímpar acontecimento, milhares de alunos e professores, a nível nacional.

Os mais necessitados usufruíram de uma extraordinária e preciosa ajuda, proveniente do voluntariado de toda a comunidade escolar envolvida.

Torna-se pertinente salientar o seguinte: todos os Agrupamentos Escolares envolvidos são provenientes de zonas geográficas que se localizam fora das capitais de distrito, regiões consideradas mais carenciadas, merecendo-nos uma especial atenção.

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Breve Reportagem Fotográfica que ilustra algumas das ações que foram realizadas pelos militares da Guarda Nacional Republicana do Destacamento Territorial de Sintra, em 2014/2015 e que reverteram a favor dos mais vulneráveis da sociedade.

Os referidos militares ao envolverem inúmeras instituições e milhares de cidadãos, teve como resultado, a recolha de toneladas de Bens Alimentares de Primeira Necessidade, entre outros, e a posterior entrega a centenas de famílias carenciadas, previamente sinalizadas através de instituições sociais, vítimas de violência e de exclusão social, no Concelho de Sintra e Cascais.

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Apresentação de uma curta Reportagem Fotográfica que ilustra a solidariedade dos militares da Guarda Nacional Republicana e dos seus familiares, que se deslocaram dos mais variados pontos geográficos de Portugal, à Universidade de Coimbra, em 20 de Setembro de 2014, para entregar um cheque a uma Instituição que acolhe crianças, jovens e mães em risco, não só de Portugal como de outros continentes.

A Universidade de Coimbra, através dos setores do Turismo e da Ação Social, assim como, a Câmara Municipal de Coimbra, e o Turismo Centro de Portugal, sensibilizados com a grandeza dos valores humanos evidenciados pelos miliares da Guarda, num ato de profundo reconhecimento, prestaram-lhes um especial agradecimento em diferentes domínios.

Camara Municipal de CoimbraTurismo Centro PortugalUniversidade de Coimbra

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A Fundadora da Comunidade Juvenil Francisco de Assis recebeu um cheque destinado à sua instituição.

O valor do referido cheque é uma consequência dos donativos que são provenientes dos militares da Guarda Nacional Republicana que se deslocaram à Universidade de Coimbra, tendo o referido valor, sido entregue, numa especial cerimónia previamente preparada para o efeito.

Portugal, 25 de Maio de 2015

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

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“Corrente de União” por Terra, Mar e Ar

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Sua Santidade Papa Francisco, em 18 de Novembro de 2014, através da Secretaria de Estado do Vaticano, faz-nos chegar uma mensagem de profundo agradecimento pela nossa dedicação em prol do bem do comum. Na mesma sequência, concedeu uma benevolente Bênção Apostólica.

A acompanhar a referida missiva, o Sucessor do Apóstolo Pedro, Sumo Pontífice, envia uma foto sua, que humildemente assinou com o nome de Francisco.

Introdução

No âmbito dos Direitos Humanos e tendo como princípio a dignidade da pessoa humana, o movimento cívico mundial que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, desenvolveu uma ação em locais identificados como símbolos do Bem e considerados de autêntico interesse para a Humanidade.

Para a concretização dos objetivos a que nos propusemos, foram eleitos os lugares mais simbólicos do Planeta Terra.

Através da utilização de alguns aviões, estabeleceu-se uma “ponte” aérea entre dois continentes, e prosseguiu-se com uma original iniciativa que decorreu em pleno Mar da Galileia, no interior de uma embarcação.

Todos estes acontecimentos singulares serviram para completar o triângulo de união e de fé que se desenvolveu em três cenários diferenciados: Terra, Mar e Ar. Em qualquer uma destas partes existiram iniciativas.

Considerando a vasta dimensão de um projeto desta natureza, esta ação conjunta, teve início em 2013, e o seu fim no ano de 2014.

Centenas de milhares de cidadãos dispersos pelos “quatro cantos do mundo” tiveram o privilégio de acompanhar alguns dos eventos que foram transmitidos em direto, através de diversos meios de comunicação.

Muitos outros cidadãos participaram diretamente em todas estas iniciativas.

É pertinente sublinhar que a magnífica e extraordinária “moldura” humana que se formou, teve presente nos seus mais altos valores humanos, os seguintes objetivos:

Contribuir para a Paz na Terra, cooperar na erradicação da fome e na extrema pobreza, reconhecer e agradecer o exemplo de Bem que Sua Santidade Papa Francisco transmite à Humanidade, assim como as lições de vida que São Francisco de Assis, Santo António e Rainha Santa Isabel deixaram ao mundo.

Consequência da nossa entrega a favor dos mais vulneráveis e marginalizados da sociedade, Sua Santidade Papa Francisco, na mensagem que nos envia, exorta-nos para continuarmos a “lutar” com perseverança, pelos caminhos da Paz e do Bem.

O Sumo Pontífice agradeceu a solidariedade que lhe manifestamos em relação à peregrinação que fez à Terra Santa, nos dias 24 a 26 de Maio de 2014 e o sucessivo encontro com os Presidentes de Israel e da Palestina que teve lugar a 8 de Junho no Vaticano, abrindo «a porta da oração» que dá acesso à paz.

Recebemos ainda, uma palavra de gratidão e de convincente estímulo no que concerne aos nossos anseios, que na sua essência, convergem com a (Conferência de imprensa do Santo Padre no regresso da visita à Coreia, 18/VIII/2014).

Considerando a extensão dos conteúdos de todas as cerimónias que deram origem a um vastíssimo e extenso processo, os registos aqui ordenados, são significativamente sucintos.

Registamos neste espaço os países e respetivas localidades onde ocorreram todas as iniciativas que totalizaram mais de meia centena de eventos.

Registamos igualmente as individualidades que presidiram às cerimónias, assim como, as que colaboraram.

Além da cidade natal de Jesus, situada em “Belém”, em muitos outros lugares da Terra Santa, realizaram-se igualmente outras solenidades.

Em Lisboa – Portugal existiram semelhantes eventos, em exímios locais, onde destacamos o Mosteiro dos Jerónimos, Basílica da Estrela, Unidades das Forças Armadas; Exército, Marinha e Força Aérea Portuguesa, entre muitos outros lugares.

Coimbra – Portugal acolheu outras iniciativas do género, uma delas ocorreu no Convento do Carmelo. Foi neste espaço “emblemático” que a irmã Lúcia, a última sobrevivente do milagre das aparições de Fátima, viveu cerca de 60 anos.

O Santuário de Fátima em Portugal, considerado “altar do mundo”, integra igualmente este acontecimento de âmbito mundial.

No desfecho deste amplo “cordão” de união e de fé, foram recordadas as palavras sábias de Sua Santidade: “Se eu conseguir ajudar pelo menos uma única pessoa a viver melhor, isto já é suficiente para justificar o dom da minha vida”. Papa Francisco

Identificação dos lugares do mundo onde ocorreram iniciativas a favor da Paz e do Bem comum:

(Terra Santa)

- Belém

- Cana (Galileia)

- Emaús

- Jerusalém

- Mar da Galileia

- Mar Morto

- Monte das Bem Aventuranças

- Monte Carmelo

- Tiberíades

- Ein Karem

- Rio Jordão

- Basílica do Primado de São Pedro

- Jericó – Igreja do Bom Pastor

- Nazaré – Basílica de Nazaré

- Basílica do Santo Sepulcro

 – Estados Unidos da América (Florida)

- Brasil (São Paulo; Rio de Janeiro; Pampulha Belo Horizonte Minas Gerais; Monte Castro Tubarão Santa Catarina; Fortaleza – CE; Piaui; Canindé; Vila Nova Cubatão)

- Coreia do Sul (hanam-dong, Seul)

- Angola (Huambo)

- Itália (Roma; Assis; Trento)

- Portugal (Lisboa; Cascais; Coimbra; Aveiro; Fátima; Faro; Braga; Évora; Estremoz; Monte Real Leiria; Trancoso Guarda; Alfaiates e Foios Sabugal; Louriçal; Açores – Ponta Delgada e Ilha de São Miguel; Madeira – Funchal e Câmara de Lobos)

Identificação das individualidades dispersas pelos cinco continentes que participaram neste acontecimento:

- Cardeal: D. José Saraiva Martins

- Cardeal: D. José Policarpo

- Cardeal: D. Manuel Monteiro de Castro

- Arcebispo: D. Francisco Viti

- Arcebispo: D.José Francisco Sanches Alves

- Bispo: D. João Francisco Salm

- Cónegos, Padres Diocesanos, Franciscanos, e Jesuítas: Manuel António; José Pires Nunes; Constantino Sá; José Cláudio Andrade; Manuel da Costa Amorim; Horácio Sacramento Neto; António Fernando Reis; Frei Henrique; António Marim; Joaquim Martins, Licínio Silva; António Brás Carreto; Óscar Andrade; António dos Santos Oliveira; João dos Santos Costa; António Martins; Domingos de Freitas; Evilásio Andrade da Silva; Mauro Gambetti; Álvaro Balsas; José Venâncio Pina; José Fernandes; Virgílio Miranda Neves; Avelino Andrade; Domingos Paulo; António Teixeira; Fernando Pascoal; Carlos Cabecinhas; Gilberto Sequeira; António Pereira Luz; António Luís Marxione; Brás José da Silva; Carlos Henrique Machado Fernandes; Álvaro Pacheco; Ademir Ragazzi; João Amilton dos Santos; Patrick Silva; Frei Daniel; Gonçalo Fonseca; Frei Hermano da Câmara; José António Roque Pereira; Júlio Luís Esteves; David Nogueira; Manuel Botelho; José Augusto Pedroso da Silva; Américo Barroca; Bernardo Remo Maines; Manuel António Guerreiro do Rosário; José Manuel Valente Bravo; Messias Albuquerque; Constantino Matos de Sá; José Santos Ferreira.

Apresenta-se um registo muito sintético de alguns dos momentos de união e de fé que se entenderam por Terra, Mar e Ar.



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(A estrela de prata marca o local tido como ponto exato do nascimento de Jesus)

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No final apresentamos quatro gravações de Frei Hermano da Câmara, uma individualidade que integrou a corrente de união e de fé.

Este membro do Clero presidiu a uma cerimónia que decorreu no dia 8 de Julho de 2013, pelas 18:30, na Capela dos Apóstolos de Santa Maria em Cascais – Portugal.

Frei Hermano da Câmara é um cantor e monge beneditino português que defende o apostolado através da música para edificar a civilização do amor e promover a cultura da paz.

Recomenda-se a todos para ouvirem a fantástica letra e música destas canções. A belíssima voz toca as cordas da alma e a alma cresce, cresce e enche de júbilo todo o nosso coração.

 

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Para reflexão: Esta imagem tem corrido mundo, de tão expressiva que é, vale mais que mil palavras…

 

Homenagem a Nelson Mandela

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Para visualizar uma parte do filme da cerimónia de homenagem a Nelson Mandela registado numa gravação, entre AQUI.

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INTRODUÇÃO

O movimento cívico mundial que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo “Direitos Humanos”, no dia 13 de Maio de 2014, pelas 11:00, homenageou o Prémio Nobel da Paz, Nelson Mandela.

De forma sucinta, apresentamos um registo dos principais momentos que enfatizaram a Homenagem.

O evento iniciou-se com o Hino de Portugal e o com Hino da República da África do Sul, tocados pela Banda de Música da Polícia de Segurança Pública (PSP).

A cerimónia ocorreu em Lisboa – Portugal, na Rosa-dos-Ventos localizada em frente ao Monumento aos Descobrimentos (Padrão dos Descobrimentos), e foi “abraçada” pela Embaixada da República da África do Sul em Portugal através de Sua Excelência Excelentíssima Embaixadora Keitumetse Matthews, uma acérrima defensora dos Direitos Humanos.

Assistiram a este grandioso acontecimento, mais de 200 ilustres personalidades de diferentes pontos do Globo:

- Embaixadores acreditados em Portugal

- Membros do Corpo Diplomático

- Membros do Parlamento Português

- Representantes de entidades públicas onde se inclui a Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI)

- Doutor Jorge Sampaio, antigo Presidente da República de Portugal e ex-Alto Representante da ONU para a Aliança das Civilizações

- Doutora Maria Barroso, Presidente da Pro Dignitate – Fundação de Direitos Humanos

- Excelentíssimo Peter Booth, Cônsul Honorário da África do Sul na Madeira

- Muitas outras individualidades, igualmente consideradas paladinos dos Direitos Humanos, onde se incluem Administradores e Empresários

Para esta homenagem, foi-nos dada a Honra e o grande prazer de contar com a presença de todas estas distintas e ilustres personalidades pertencentes aos “quatro cantos do mundo”.

Tivemos ainda o privilégio que este ato, tivesse ocorrido num espaço histórico e emblemático, de enorme simbolismo para Portugal e para a República da África do Sul, um espaço que vincula estes dois países, (a Rosa-dos-Ventos).

Para dar ainda mais “brilho” à homenagem, esse dia teve presente a comemoração do Dia Nacional da África do Sul e celebração dos 20 anos de Liberdade e Democracia.

A data para a realização da homenagem, assim como o local nobre e brilhante onde a mesma se realizou, foi uma excelente escolha por parte da Excelentíssima Embaixadora Keitumetse Matthews a quem lhe estamos infinitamente gratos.

É de realçar também o excelente discurso proferido pela Excelentíssima Embaixadora.

Na sua intervenção que foi muito expressiva, fez questão de referir a pobreza em África, realçou algumas das medidas mais adequadas capazes de eliminar este flagelo que atinge a humanidade, sendo ainda, sua vontade, reduzir as desigualdades sociais.

Relembrou os que sacrificaram a sua vida para que a África do Sul ficasse libertada do apartheid para abrir caminho à democracia.

Enfatizou ainda o sonho que Nelson Mandela nos deixou: “Não vamos falhar. Vamos continuar a fazer o nosso caminho – ajudando a construir uma África melhor e um mundo melhor”.

Evidenciou de forma convicta o forte sentimento que hoje une Portugal e a África do Sul.

Para inspirar as gerações vindouras, o representante do movimento mundial dos “Direitos Humanos”, no final da sua intervenção, entregou à Excelentíssima Embaixadora, um “quadro” pintado à mão.

Esta lembrança contém gravada uma mensagem que pretende ser como uma centelha de luz, muito discreta, que rapidamente pela sua força interior se transforma num sol radioso, que a todos ilumina, inspira e aquece.

Esta oferta destinou-se à Fundação Nelson Mandela, localizada na República da África do Sul.

No final das cerimónias, a Excelentíssima Embaixadora recebeu todos os convidados no Marriott Hotel em Lisboa, tendo os mesmos sido obsequiados com um magnífico almoço formal onde esteve presente a verdadeira cozinha sul-Africana.

Todos os Excelentíssimos convidados puderam ainda ver uma exposição lembrando a transição da África do Sul, desde os dias sombrios do apartheid para os dias mais brilhantes de progresso pós-1994.

Por último, gostaríamos de deixar aqui expresso o nosso infinito agradecimento a Sua Excelência Excelentíssima Embaixadora Keitumetse Matthews, por ter “acarinhado e apadrinhado” com grande dignidade humana e forte sentido de responsabilidade, a nossa iniciativa que deu origem a esta homenagem.

Detentora de altos valores e ideais humanistas muito claros, a Excelentíssima Embaixadora, passou a definir-se para nós, como um ícone de inspiração para aqueles que pretendam estar disponíveis em ajudar o próximo.

Registamos neste espaço o discurso proferido no ato da cerimónia pelo representante do movimento cívico mundial que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo.

“Excelentíssima Embaixadora da África do Sul em Portugal

Excelentíssimas Entidades aqui presentes

Minhas senhoras e meus senhores

O movimento cívico mundial que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, num ato de elevada cidadania, presta sentida homenagem à memória de Nelson Mandela, pelo impressionante legado de universalidade que perdurará para sempre.

Estamos infinitamente gratos à Excelentíssima Embaixadora da África do Sul em Portugal, pela eleição deste espaço Rosa-dos-Ventos, considerado um local nobre e brilhante, para a realização desta homenagem de reconhecimento, ao “símbolo universal da paz, da liberdade de pensamento e de expressão”.

A Rosa-dos-Ventos que evoca a época dos descobrimentos portugueses no século XVI foi oferecida pela República da África do Sul a Portugal, pelo V Centenário do Infante D. Henrique.

Quero expressar neste local, a nossa mais viva e profunda gratidão a Nelson Mandela, pela magnífica e extraordinária “herança” que deixou à Humanidade.

Um sentimento que certamente será partilhado por todos os seres humanos do mundo, aqueles que se identificam com o presente ato, e se regem pelas normas consagradas na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Nelson Mandela foi um ser de uma enorme dimensão humana, com uma vontade indómita de ajudar os outros e imbuído nos seus mais altos valores morais e cívicos, utilizou as ferramentas da paz para pacificar a Humanidade.

Contribuiu para um mundo melhor, mais igualitário, livre, fraterno, solidário, tolerante e justo, o que leva a uma maior igualdade entre os Homens.

Foi um invulgar promotor e acérrimo defensor dos Direitos Humanos que “semeou” a paz e a esperança no mundo para reconfortar os mais marginalizados.

Pugnamos para que, sempre que surjam “ventos de mudança”, o legado histórico de Nelson Mandela, faça nascer uma nova luz que irradie paz e confiança em todo o Planeta.

Com base nos exímios valores que sempre nortearam Nelson Mandela, intrínsecos aos seus superiores princípios humanos, almejamos para que todos os que não têm voz e que são vítimas das novas escravaturas globais, como, os que lutam pela liberdade e dignidade dos cidadãos perseguidos e humilhados, se sintam todos eles, devidamente protegidos e que jamais sejam esquecidos pela Humanidade.

Para assinalar de forma indelével o presente acontecimento e para futura memória das gerações vindouras, vai ser entregue a Sua Excelência Excelentíssima Embaixadora da África do Sul em Portugal, uma singela lembrança que se destina à Fundação Nelson Mandela, localizada na República da África do Sul.

Com este nosso gesto, uma nova força anímica nasce dentro de nós, através da nossa fonte inspiradora Nelson Mandela, que nos torna mais fortes e coesos para podermos ajudar os outros, os mais vulneráveis da sociedade.

Concluiria esta minha alocução com um pensamento que é da autoria do nosso movimento:

Enquanto houver no horizonte uma silhueta dos Direitos Humanos, existirá sempre, esperança na vitória.

Muito obrigados a todos pela atenção dispensada,

Luís Andrade

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos”

Logotipo Branco

Gravação contida na lembrança que se destinou á Fundação Nelson Mandela

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Homenagem ao Prémio Nobel da Paz

Nelson Mandela

Enquanto houver no horizonte uma silhueta dos Direitos Humanos, existirá sempre, esperança na vitória.

O movimento cívico mundial que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, num ato de cidadania, presta sentida homenagem à memória de Nelson Mandela pelo impressionante legado de universalidade que perdurará para sempre.

Com a sua partida apagou-se uma grande luz que fez nascer uma enorme esperança dentro de nós.

Inspirados no maior vulto contemporâneo da Humanidade, pretendemos contribuir para um mundo melhor.

Recordemos as palavras sábias que Nelson Mandela nos deixou:

“Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos”.

Luís Eduardo Afonso Andrade

Representante do movimento e promotor e defensor dos Direitos Humanos

Portugal, Embaixada da República da África do Sul – Lisboa, 13 de Maio de 2014

Reportagem Fotográfica com momentos distintos: em espaço público e em espaço privado.

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Dia Mundial da Saúde é celebrado na Assembleia da República de Portugal no contexto dos Direitos Humanos.

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Dia Mundial da Saúde

 Para visualizar as imagens em gravação de toda a cerimónia que decorreu na Assembleia da República, entre AQUI.

INTRODUÇÃO

Os Direitos Humanos celebraram na Assembleia da República, no dia 9 de Abril de 2014, pelas 11:00, o Dia Mundial da Saúde.

Provenientes dos mais diversos pontos geográficos de Portugal, estiveram representadas inúmeras instituições que são consideradas uma referência para a sociedade.

A Comissão de Saúde da Assembleia da República “abraçou” esta efeméride que contou com a presença e solidariedade de altas personalidades da “Casa da Democracia” de todos os portugueses.

No âmbito dos Direitos Humanos, esta iniciativa visou incentivar a população de todo o planeta a estar atenta cada vez mais ao seu bem-estar físico, mental e social e simultâneamente sensibilizar os mais altos responsáveis de Portugal e do mundo, para um problema que afeta toda a Humanidade.

Após a cerimónia que contou com diversas intervenções de individualidades da Assembleia da República e ainda do representante dos Direitos Humanos do movimento mundial que está a trabalhar em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo , foi proporcionado a todos os convidados, uma visita guida aos pontos mais importantes deste Órgão do Estado Português.

Os princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem, estiveram subjacentes nesta iniciativa.

O Dia Mundial da Saúde foi instituío pela Organização Mundial da Saúde no já longínquo dia 7 de Abril de 1948.

Apresentamos a magnífica relação das entidades presentes neste acontecimento.

São instituições de referência, de grande valor e de muito mérito.

Todas estas entidades que gozam de uma enorme reputação devem merecer o nosso mais profundo respeito, reconhecimento e admiração, todas elas estão ao serviço da Humanidade e zelam pelo bem-estar social.

- Administração Central do Sistema de Saúde

- Inspeção-Geral das Atividades em Saúde

- Instituto Português do Sangue e da Transplantação

- Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental

- Centro Hospitalar de Lisboa Norte

- Centro de Sangue e da Transplantação de Lisboa

- Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forense

- Ordem dos Farmacêuticos

- Ordem dos Médicos Dentistas

- Ordem dos Enfermeiros

- Hospital das Forças Armadas

- Centro Clínico da Guarda Nacional Republicana

- Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo

- British Hospital

- Centro Hospitalar de Setúbal

- Hospital Distrital de Santarém

- Instituto Português de Oncologia de Coimbra

- Instituto Português de Oncologia do Porto

- Departamento de Química da Universidade de Coimbra

- Administração Regional de Saúde do Alentejo

- Agrupamento de Centros de Saúde Tâmega I e Baixo Tâmega

- Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano

- Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados de Santiago do Cacém

- Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro – Vila Real

- Centro Hospitalar do Baixo Vouga – Aveiro

-Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa

- Faculdade das Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior – Covilhã

- Associação Médicos do Mundo

- Assistência Médica Internacional (AMI)

- Instituto de Apoio à Criança

- Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais

- Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família – CrescerSer

- Associação de Deficientes das Forças Armadas de Portugal

- Federação Portuguesa de Autismo

- Federação das Instituições de Terceira Idade

- Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social

- Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã

- Associação de Defesa dos Direitos Humanos

-Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra

- Comunidade Juvenil Francisco de Assis

- Lar de São Pedro dos Foios – Sabugal

- União Budista de Portugal

- Comunidade Islâmica de Portugal

- Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge

 

Reportagem Fotográfica

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 Portugal, 9 de Abril de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

COMUNIDADES RELIGIOSAS MUNDIAIS

 

No contexto dos Direitos Humanos, realizaram-se cerimónias, em quatro, das maiores comunidades religiosas do mundo.

A Humanidade agradeceu o auxílio prestado aos mais carenciados.

 

Comunidade Hindu

Sede da Comunidade Hindu de Portugal em Lisboa

 

 A Comunidade Hindu de Portugal em Lisboa, a pedido do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, “acolheu” uma cerimónia com características inéditas no contexto dos Direitos Humanos.

A oração (Aarti) foi por intenção de todos os pobres do mundo e decorreu no dia 9 de Novembro de 2013, pelas 20H00, no “Templo Radha Krishna” da Comunidade Hindu de Portugal.

Esta cerimónia foi presidida pelo Ministro de Culto, Sr. Niteshbhai Trivedi.

A Comunidade Hindu de Portugal participou neste acontecimento.

A representação do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, esteve presente, tendo participado ativamente no acontecimento em diferentes fases do ato solene.

É pertinente deixar aqui expressa a seguinte informação:

O representante dos Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade, na sua intervenção deu a conhecer a todos os presentes, o trabalho que está a ser desenvolvido a nível mundial, no que concerne à erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo.

Fez ainda uma referência em relação a algumas das muitas ilustres personalidades internacionais e nacionais que são consideradas defensoras dos Direitos Humanos e que pretenderam associar-se a esta nobre causa, num gesto de enorme nobreza e dignidade humana.

No final da cerimónia decorreu um jantar reservado a todos os participantes.

Ainda no contexto dos Direitos Humanos, a comunidade Hindu de Portugal, pretendeu oferecer voluntariamente, um determinado valor em dinheiro, repartido pelas seguintes instituições:

- Banco Alimentar Contra a Fome em Portugal

- Centro de Apoio aos Sem-Abrigo em Lisboa

- Lar de Idosos de São Pedro dos Foios – Sabugal (um lar do interior do país, região de fracos recursos económicos)

- Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas (instituição que apoia os seres humanos mais pobres do mundo, com grande incidência em países de África)

A operação desta oferta foi efetuada por transferência Bancária, através da Comunidade Hindu de Portugal e diretamente para as contas bancárias de cada uma das instituições visadas.

O movimento cívico mundial dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, quer expressar o mais profundo agradecimento à Comunidade Hindu de Portugal, ficando infinitamente grato com este amável gesto de grande nobreza e solidariedade humana.

               Lar de São Pedro dos Foios

Reportagem fotográfica da cerimónia na qual participou uma representação dos Direitos Humanos.

 

 

A História de Jalaram Bapa

Jalaram Jayanti é o dia da celebração do aniversário de Jalaram Bapa, um santo admirado pela sua bondade e compaixão para com o próximo.

Jalaram Bapa, nascido a 14 Novembro de 1799 em Virpur, Rajkot-Índia era um devoto de Deus Rama e do seu exemplo do cumprimento do Dharma. Casou aos dezasseis anos em 1816 com Virbai.

No entanto, o seu desejo era retirar-se completamente de uma vida material e dedicar-se aos mais necessitados.

A sua esposa Virbai desempenhou um papel importante na sua missão. Naturalmente bondosa decidiu acompanhar o seu esposo no caminho do serviço à humanidade.

Aos dezoito anos, com as bênçãos do seu guru, Jalaram Bapa começou Sadavrat, um centro de alimentação onde sadhus (ascetas), santos e necessitados poderiam receber uma refeição 24 horas por dia.

Reza a história que um dia um sadhu ofereceu-lhe uma representação de Deus Rama.

Passados alguns dias, um ídolo de Hanuman manifestou-se na terra, assim como Rama, a sua consorte Sita e o seu irmão Lakshmana.

O recipiente onde Jalaram Bapa guardava os grãos armazenados tornou-se miraculosamente inesgotável e logo a sua fama se espalhou como uma encarnação divina.

Diz-se que Jalaram Bapa alimentou a todos, independentemente da sua casta ou religião e foi testado quanto à sua bondade para com o próximo e a sua crença.

Jalaram Bapa ultrapassou todos os testes, que cruzaram o seu caminho e foi considerado um santo. Diz-se que a missão de Jalaram Bapa foi uma obra do Senhor.

Por isso, o seu aniversário é celebrado até aos dias de hoje. Devotos de todo o mundo dedicam nesse dia as suas preces ao exemplo de Jalaram Bapa, prestando-lhe devoção.

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

Comunidade Budista

Sede da União Budista Portuguesa em Lisboa

A União Budista de Portugal em Lisboa associou-se à causa da erradicação da extrema pobreza no mundo e “acolheu” uma cerimónia no contexto dos Direitos Humanos.

A oração decorreu no templo da União Budista Portuguesa em Lisboa, no dia 21 de Outubro de 2013, das 18H30 às 19H30.

Esta cerimónia foi presidida pelo Ministro de Culto, Paulo Borges, Presidente da União Budista Portuguesa.

A Comunidade Budista de Portugal participou nesta cerimónia que foi por intensão de todos os pobres do mundo, por solicitação do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo.

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

 

Comunidade Islâmica

Mesquita Central da Comunidade Islâmica em Lisboa

A Comunidade Islâmica de Portugal em Lisboa associou-se à causa da erradicação da extrema pobreza no mundo e “acolheu” uma cerimónia no contexto dos Direitos Humanos.

A oração decorreu na Mesquita Central de Lisboa, no dia 5 de Dezembro de 2013, pelas 14H00.

Esta cerimónia foi presidida por Sheikh David Munir, Imã da Mesquita Central de Lisboa.

A Comunidade Islâmica da Mesquita Central da Lisboa participou nesta cerimónia que foi por intensão de todos os pobres do mundo, por solicitação do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo.

   Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

 

Comunidade Judaica

Sinagoga da Comunidade Judaica em Belmonte

 A Comunidade Judaica de Portugal em Belmonte associou-se à causa da erradicação da extrema pobreza no mundo e “acolheu” uma cerimónia no contexto dos Direitos Humanos.

A oração decorreu na Sinagoga em Belmonte, no dia 21 de Setembro de 2013, pelas 11H00, dia sagrado do SHABAT.

Esta cerimónia foi presidida pelo Rabino Elisha Salas.

Toda a Comunidade Judaica de Belmonte participou nesta cerimónia que foi por intensão de todos os pobres do mundo, por solicitação do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo.

 Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos 

  

O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza no Mundo foi Celebrado na Assembleia da República de Portugal.

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Celebrações na Assembleia da República

Para visualizar a gravação do filme da cerimónia, entre aqui.

 

INTRODUÇÃO

Os Direitos Humanos celebraram o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, na Assembleia da República.

Além das personalidades da Assembleia da República, foram treze as Instituições de Solidariedade Social de âmbito nacional e internacional que estiveram representadas nesta cerimónia.

Os valores da dignidade da pessoa humana e os princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem conferem um valor acrescentado intrínseco a esta cerimónia.

Esta iniciativa visou essencialmente sensibilizar a Humanidade ao promover a temática da fome no mundo e ainda envolver a cidadania e respetivas entidades competentes para ajudar à resolução do flagelo da fome que persiste no século XXI.

De forma concisa, apresentamos um registo desta cerimónia que foi em prol do bem comum e “acolhida” pela Assembleia da República (Casa da Democracia).

De acordo com a mensagem de 17 de Outubro de 2013, de Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO, “a erradicação da pobreza deve ser prioridade absoluta de qualquer política de desenvolvimento. A Extrema pobreza é um impedimento ao pleno exercício dos Direitos Humanos, um obstáculo ao desenvolvimento e uma ameaça à paz”.

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Irina Bokova, Diretora-geral da UNESCO

  

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 Cerimónia realizada na “Casa da Democracia” de Portugal:

 

 O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, foi assinalado na Assembleia da República de Portugal (Casa da Democracia), no dia 22 de Outubro de 2013, pelas 10H15. Esta iniciativa foi “abraçada” por representantes de todos os quadrantes políticos deste Órgão Nacional que representa o povo português.

A Excelentíssima Presidente da Assembleia da República, Dra Maria da Assunção Andrade Esteves, fez-se representar pela Excelentíssima Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra Teresa Margarida Figueiredo de Vasconcelos Caeiro.

Entre outras personalidades da Assembleia da República presentes, encontrava-se a Excelentíssima Coordenadora do Grupo Parlamentar Português sobre População e Desenvolvimento, deputada Mónica Ferro.

No decorrer da cerimónia, os membros da mesa e outras personalidades da Assembleia da República proferiram algumas intervenções alusivas ao ato.

No final da cerimónia foi proporcionado a todos os presentes, uma visita guiada aos locais da Assembleia da República considerados mais importantes.

As nobres Instituições de Solidariedade Social, que estiveram representadas na cerimónia, integraram uma Comissão de “madrinhas”.

É com muita Honra que apresentamos e damos a conhecer ao mundo, todas estas distintas instituições.

São entidades que estão vocacionadas e preparadas em toda a sua dimensão para praticarem na íntegra os elevados valores e princípios inerentes à pessoa humana.

A excelência revelada pelos extraordinários serviços prestados à sociedade por todas estas ilustres Entidades, reflete um espelho de valores e um referencial de competências, tornando-se num exemplo a seguir por todos os que se revêm na retidão dos princípios e valores morais da dignidade da pessoa humana.

Todos estes Órgãos de elevadíssimo valor e de muito mérito tornam-se para todos aqueles que pretendam estar disponíveis para ajudar o próximo, numa boa fonte inspiradora.

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- A Associação de Deficientes das Forças Armadas é uma Instituição que tem por objetivo a defesa e a promoção dos interesses sociais, económicos, culturais, morais e profissionais dos seus associados que sofreram lesões graves consequência dos relevantes serviços prestados à Pátria durante a execução do serviço militar, principalmente quando lutaram por Portugal em Guerras, tal como a Guerra Colonial Portuguesa.

Desenvolve e congrega esforços no sentido de reabilitar e reintegrar na sociedade todos os associados que sejam deficientes. Esta Instituição, no respeito pelo primado da dignidade humana é solidária com toda a pessoa deficiente.

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- A Assistência Médica Internacional é uma Organização Não Governamental portuguesa, privada, independente, apolítica e sem fins lucrativos.

Assumiu-se como uma organização humanitária inovadora em Portugal, destinada a intervir rapidamente em situações de crise e emergência e a combater o subdesenvolvimento, a fome, a pobreza, a exclusão social e as sequelas de guerra em qualquer parte do Mundo.

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- O Instituto de Apoio à Criança tem como objetivo principal contribuir para o desenvolvimento integral da criança, na defesa e promoção dos seus direitos, procurando em cada momento ser a voz que chama a atenção, pressiona, atua, realiza ações que ajudem a que mais crianças vivam com alegria o tempo de ser criança.

A grande prioridade desta Instituição foi sempre as crianças em risco, abandonadas, maltratadas, desaparecidas e exploradas sexualmente, designadamente através do Projeto Rua e do SOS Criança.

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- A Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais é uma associação sem fins lucrativos que reúne entidades públicas e particulares de solidariedade social que se dedicam à Reabilitação Psicossocial.

Tem cerca de vinte entidades associadas, e o seu objetivo é fortalecer a rede de associações nacionais, participar em organismos oficiais, comissões e grupos de trabalho, entre muitas outras incumbências.

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- A Federação das Instituições de Terceira Idade é uma Instituição que congrega Instituições Particulares de Solidariedade Social de idosos.

É de âmbito nacional e tem por missão promover, proteger e defender a dignidade e bem-estar dos cidadãos idosos.

Apostou na formação profissional dos trabalhadores sociais, encontrando-se acreditada pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.

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- A Federação Portuguesa de Autismo é uma pessoa coletiva de direito privado com natureza de instituição particular de solidariedade social.

Tem âmbito nacional e os seus membros são ONGs do desenvolvimento, sem fins lucrativos.

Apoia as iniciativas dos seus membros e ajuda a implementar novas organizações. Representa os seus membros junto das organizações públicas e privadas, portuguesas ou estrangeiras.

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- A FENACERCI – Federação Nacional de Cooperativas de Solidariedade Social é a estrutura representativa das cooperativas deste setor e tem por missão fundamental promover a criação de condições que, pela via do esforço das organizações associadas, defendam mais e melhor os interesses e direitos de pessoas com deficiência intelectual e suas famílias. A FENACERCI está presente em múltiplos fóruns, nacionais e internacionais, ligados à problemática de deficiência intelectual e multideficiência, contribuindo desse modo para o aprofundamento do conhecimento e a disseminação de boas práticas, no quadro da Convenção dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

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- A Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã tem como missão agir ativamente, de forma sustentável e empreendedora na reabilitação e na promoção da cidadania e da qualidade de vida, acreditando no potencial humano da diferença.

Contribui para a efetiva inclusão social de pessoas com deficiência e outras necessidades especiais, promovendo uma mudança no olhar sobre a incapacidade e a diferença. É Membro Honorário na Ordem do Mérito.

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- A Associação de Defesa dos Direitos Humanos é uma Organização Não Governamental para o desenvolvimento, com estatuto internacional, que atua no campo da defesa dos direitos humanos e ajuda humanitária.

Presta apoio direto ou indireto a crianças órfãs e vulneráveis, em Portugal e noutras partes do mundo.

Tem por objeto social a conceção, execução e apoio a programas e projetos de informação, educação e desenvolvimento destinados a promover as liberdades e a proteção dos direitos dos cidadãos em todos os seus aspetos, no respeito pela Declaração Universal dos Direitos do Homem.

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- A Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra, é uma Instituição que tem como missão garantir respostas específicas e individualizadas a Pessoas com Perturbações do Desenvolvimento e do Espetro do Autismo e suas famílias, permitindo a sua autonomia e o exercício de uma cidadania plena. Dá resposta aos seus clientes e familiares, apoia a investigação e Instituições congéneres e forma ainda responsáveis pelos clientes.

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- A CrescerSer é uma Associação Portuguesa de âmbito nacional, para o Direito dos Menores e da Família.

Tem como missão promover e divulgar os direitos da criança e jovens, acolher crianças vítimas de maus-tratos e perspetivar com elas e suas famílias o seu projeto de vida e sua autonomia.

Dinamiza a Formação especializada nas áreas de proteção, acolhimento e acompanhamento, a técnicos ligados à problemática das crianças e jovens em perigo.

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- A Comunidade Juvenil Francisco de Assis é uma Instituição particular de Solidariedade Social que acolhe crianças em risco por maus tratos, abandono e negligência, não só de Portugal como de países de outros Continentes.

Em situações especiais acolhe crianças que foram objeto de sentenças dos Tribunais de Família e Menores. Faz ainda acolhimento de mães em situação de risco juntamente com os respetivos filhos, em regime provisório.

LAR

DE SÃO PEDRO – FOIOS

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- O Lar de São Pedro dos Foios é uma Instituição de Solidariedade Social, tem por missão apoiar utentes em apoio domiciliário e idosos em regime de internamento. Presta um serviço de apoio social à terceira idade que tenha sempre em vista a excelência na qualidade, garantindo a prestação de cuidados básicos e outros, primando pela justiça social, o respeito, a dignidade e a individualidade do sénior.

Fomenta as relações interpessoais e incentiva um clima de bem-estar e de respeito mútuo para toda a comunidade da Instituição.

Reportagem fotográfica da Cerimónia

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Apresentamos algumas “referências” que foram proferidas na cerimónia por Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos:

“É oportuno referir que esta efeméride foi instituída pela Organização das Nações Unidas, tendo como seu principal objetivo, alertar consciências para defender um direito básico do ser humano, bem como, mobilizar esforços no combate à pobreza.

Este “fenómeno” da pobreza e da fome assolam diversas regiões do mundo, existindo povos que vivem abaixo do limiar da pobreza.

Segundo dados das Nações Unidas, o fosso entre ricos e pobres tem aumentado, não parando de crescer o número de pobres.

Ainda de acordo com um dos relatórios desta Organização, sabe-se que, nas últimas décadas, o número dos que vivem com menos de um dólar por dia, duplicou nos países menos desenvolvidos, prevendo-se que a tendência para esse valor seja de aumentar até 2015.

O direito à alimentação não é apenas um imperativo moral, nem um investimento com grandes retornos económicos, mas sim um direito fundamental dos cidadãos.

Sem qualquer margem para dúvidas, a pobreza ofende e viola a dignidade da pessoa humana.

A extrema pobreza é indiscutivelmente considerada uma violação dos Direitos Humanos. Desta forma, torna-se necessário que todos se unam para que esses direitos sejam respeitados para que a dignidade de todos seja reconhecida.

Infelizmente o mundo, ao longo dos tempos, tem assistido às mais variadas situações de desigualdade entre as pessoas.

O fenómeno da pobreza é preocupante, por isso é necessário criarem-se de imediato medidas verdadeiramente eficazes para o combater.

Ao celebrarmos este dia, permite-nos tomar consciência de que ainda existe um longo caminho a percorrer.

Para este “combate” ser mais eficaz e chegar a uma parte muito mais significativa dos pobres e dos excluídos, é necessário mobilizar mais recursos humanos.

Estamos convictos que o mundo tem necessidade de uma profunda renovação cultural e de redescobrir valores fundamentais para assim poder almejar um futuro melhor.

Que este dia sirva também para dar a conhecer o empenho e os contributos de todos aqueles que lutam contra a miséria.

Com base de tudo o que aqui foi referido, é de todo aconselhável que cada um de nós trace os seus ideais, para que posteriormente possa refletir, e assim ficar a saber em que tipo de mundo pretende viver”.

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

                                                                                                                                                                                                                

Celebrações Mundiais

 

Dia Mundial da Saúde

 

INTRODUÇÃO

 

Os Direitos Humanos celebraram o dia Mundial da Saúde nos “quatro cantos” do mundo.

Foram imensas as entidades e personalidades nacionais e internacionais que integraram esta iniciativa.

As cerimónias solenes que decorreram na Assembleia da República de Portugal e no Santuário de Fátima – Portugal “Altar do Mundo” foram transmitidas em direto através do canal do Parlamento e do canal CMTV.

Em todas as celebrações do dia mundial da saúde, seguiram-se os princípios consagrados na Carta Internacional dos Direitos do Homem.

Esta efeméride teve como propósito, sensibilizar, promover e levar à reflexão a sociedade, sobre temas-chave na área da saúde, que afetam a Humanidade.

De acordo com a carta da Organização Mundial da Saúde, “a saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social”, sendo que “usufruir do melhor estado de saúde que é possível atingir, constitui um dos direitos fundamentais de todo o ser humano, sem distinção de raça, de religião, de credo político, de condição económica ou social”.

O dia mundial da saúde foi assinalado com celebrações que ocorreram em diferentes locais de Portugal e noutros lugares do Planeta.

De forma sucinta, apresentamos um registo das diferentes cerimónias mundiais que foram realizadas numa perspetiva de comemorar este dia e de sensibilizar a Humanidade.

 

Portugal, 1 de Julho de 2013

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

Cerimónia realizada na Assembleia da República de Portugal

O Dia Mundial da Saúde foi celebrado na Assembleia da República de Portugal (Casa da Democracia), no dia 9 de Abril de 2013, pelas 10H30. Contou com a colaboração das mais altas personalidades deste Órgão do Estado Português.

Acolheram esta iniciativa: Presidente da Assembleia da República, Dra Maria da Assunção Andrade Esteves, Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra Teresa Margarida Figueiredo de Vasconcelos Caeiro e a Presidente da Comissão de Saúde da Assembleia da República, Dra Maria Antónia Almeida Santos.

Além das personalidades da Assembleia da República, marcaram presença nesta cerimónia: alunos, professores e encarregados de educação.

Estiveram representadas neste acontecimento que teve lugar na Assembleia da República as seguintes instituições:

- Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel de Coimbra.

- Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro de Coimbra.

- Comunidade Juvenil São Francisco de Assis de Coimbra.

- Agrupamento de Escolas de São Bernardo de Aveiro.

- Agrupamento de Escolas de Benfica de Lisboa.

- Externato Secundário do Soito, Cooperativa de Ensino CRL de Soito Sabugal.

- Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva de Cantanhede.

- Escola Secundária de Cantanhede.

No decorrer da cerimónia, os membros da mesa proferiram algumas intervenções alusivas ao ato.

Os alunos também tiveram parte ativa neste evento. Foram os autores da elaboração de cinco mensagens em que o tema desenvolvido foi a saúde. Com este gesto representaram simbolicamente todos os continentes do mundo e procuraram igualmente sensibilizar a Humanidade para questões que se prendem com esta temática.

Para ler as intervenções destes alunos, entre: AQUI

Para ver e ouvir toda a gravação da cerimónia que decorreu na Assembleia da República e que foi transmitida em direto pelo canal do Parlamento, entre: AQUI.

I – Reportagem Fotográfica

 

II – Reportagem Fotográfica

Cerimónia solene realizada no Santuário de Fátima – Portugal (Altar do Mundo)

 As celebrações do dia Mundial da Saúde integraram no dia 7 de Abril de 2013, pelas 11H00, uma Missa Internacional. Esta solene Celebração decorreu no Santuário de Fátima – Portugal.

 

 

 

Para ver e ouvir toda a gravação desta cerimónia que decorreu no Santuário de Fátima em Portugal e que foi transmitida em direto para o mundo pelo canal da televisão CMTV, entre: AQUI.

 A Oração Universal e a Consagração a Nossa Senhora estiveram a cargo do movimento dos Direitos Humanos.

Crianças da Comunidade Juvenil São Francisco de Assis de Coimbra, descendentes da Guiné – Bissau, tiveram participação direta nesta cerimónia.

Estiveram ainda presentes neste ato solene internacional, crianças pertencentes a vários Agrupamentos de Escolas de diferentes pontos do país.

As crianças pediram a Nossa Senhora de Fátima uma bênção para ajudar a aliviar a dor e o sofrimento dos que mais precisam.

Para ler as mensagens que foram proferidas pelas crianças, para todo o mundo, Oração Universal e mensagem da Consagração a Nossa Senhora, entre: AQUI.

No decorrer da cerimónia solene, no momento do ofertório, foi feita uma oferta ao Santuário de Fátima.

Essa oferta foi recebida pelo Reitor do Santuário e contém a seguinte gravação:

Pedido a Nossa Senhora de Fátima

Movidos pela alma e unidos pela força da esperança, devotos de Nossa Senhora de Fátima, pedem a Sua bênção, para todos os doentes do mundo, neste dia mundial da saúde.

Portugal, Santuário de Fátima, 7 de Abril de 2013

O representante

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

 

Celebração de uma Eucaristia realizada em Roma – Itália

 

No dia 7 de Abril de 2013, no âmbito das celebrações do dia Mundial da Saúde, a nosso pedido, em Roma, realizou-se uma eucaristia presidida por Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, membro da Comissão para o Governo do Estado do Vaticano.

 

A celebração que decorreu em Roma constituiu uma cadeia de união e de fé.

Essa cerimónia foi por intenção de todos os doentes do mundo e inseriu-se nas nossas celebrações do dia Mundial da Saúde que decorreram em todos os continentes do mundo.

Celebração de uma Eucaristia realizada em Foios – Sabugal – Portugal

 A Paróquia dos Foios – Sabugal, no dia 7 de Abril de 2013, pelas 11H30, associou-se às nossas comemorações e celebrou na Igreja Matriz, uma solene eucaristia por intenção de todos os doentes.

  

A Comunidade local assistiu à cerimónia que contou com o apoio da Junta de Freguesia dos Foios.

Presidiu a esta solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Américo Barroca.

 

Evento realizado no Hospital Pediátrico de Coimbra – Portugal

  No dia 7 de Abril de 2013, pelas 10H30, decorreu no Hospital Pediátrico de Coimbra, um evento que envolveu diferentes instituições.

  

 

A Liga dos Pequeninos – Liga de Amigos do Hospital Pediátrico de Coimbra, o PROJETO ECO-CIDADANIA – Escolas do 1º Ciclo do Tovim/Solum e Solum do Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro de Coimbra, a Associação para a Recuperação de Cidadãos Inadaptados da Lousã (ARCIL) e o Observatório Internacional dos Direitos Humanos, promoveram um evento, com características únicas, no âmbito das celebrações do dia mundial da saúde.

Este evento teve como objetivo central apelar aos Direitos Humanos e à inclusão. Foi uma conferência que envolveu crianças e adultos para quebrar “barreiras” e criar consciencialização com o objetivo de proporcionar uma abordagem à doença em primeira mão.

Estas comunicações foram encerradas com a apresentação dos Direitos da Criança Hospitalizada, seguida de dois emocionantes momentos musicais protagonizados pela ARCIL.

Esta iniciativa original pretendeu ainda incluir a diferença e o respeito pelo outro, de forma a educar as crianças para uma cidadania plena e consciente.

Finalmente, os alunos das Escolas apresentaram os seus trabalhos, alguns sobre deficiência. A receção que fizeram aos grupos de música e de dança da ARCIL e a forma como interagiram com as pessoas com deficiência, mostraram os frutos deste trabalho na naturalidade com que encaram a diferença.

Para ler as intervenções das crianças, entre: AQUI

Cerimónia realizada no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra- Portugal

Na capela do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, decorreu uma cerimónia religiosa por intensão de todos os doentes do mundo.

 

Estiveram presentes nesta cerimónia: doentes internados neste estabelecimento de saúde, crianças da Comunidade Juvenil São Francisco de Assis de Coimbra, acompanhadas pela Fundadora desta nobre Instituição, alunos das Escolas do 1º ciclo do Agrupamento Eugénio de Castro de Coimbra, uma representação de estudantes da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Coimbra do Instituto Politécnico de Coimbra, técnicos de saúde deste Centro Hospitalar, entre outras individualidades.

 

Presidiu ao ato solene, o Reverendo Padre Filipe José Miranda Dinis.

 

Cerimónia realizada na IDEALMED – Unidade Hospitalar de Coimbra – Portugal

Na IDEALMED – Unidade Hospitalar de Coimbra decorreu um ato simbólico, junto dos doentes internados nesse estabelecimento de saúde.

 

Nesta cerimónia participaram crianças da Comunidade Juvenil São Francisco de Assis de Coimbra e das Escolas do 1º ciclo do Agrupamento Eugénio de Castro de Coimbra e uma representação de estudantes da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação de Coimbra do Instituto Politécnico de Coimbra.

 

Esta Unidade Hospitalar estabeleceu ainda, uma “cadeia” de união internacional que ficou em total solidariedade com as celebrações do dia mundial da saúde. Envolveu não só todas as suas Unidades Hospitalares de Portugal, como também outras Unidades localizadas noutros pontos do mundo, nomeadamente: em Shangai – China e Cabo Verde.

 

Cerimónias realizadas no Hospital Universitário de Brasília – Brasil

No Hospital Universitário de Brasília decorreram duas cerimónias simbólicas para celebrar o dia Mundial da Saúde.

 

 

  

Uma das ações ocorreu no dia 9 de Abril de 2013, pelas 10H30 (Hora do Brasil) no Hospital Universitário de Brasília. Teve a participação da Conselheira da Embaixada de Portugal em Brasília, Dra. Patrícia Cadeiras e do Reverendo Padre Carlos Coseli.

A segunda ação ocorreu no dia 10 de Abril de 2013 com a celebração de uma solene Eucaristia realizada na Capela do Hospital Universitário de Brasília.

Presidiu ao ato o Reverendo Padre Carlos Coseli, responsável por esta Capela.

A Embaixada de Portugal em Brasília – Brasil, solidarizou-se e colaborou nesta iniciativa.

 

Cerimónia realizada no Hospital John James em Gamberra – Austrália

No Hospital Universitário de John James em Gamberra – Austrália decorreu uma cerimónia simbólica para celebrar o dia Mundial da Saúde.

 

 

 

Esta ação simbólica ocorreu na Capela do Hospital John James em Gamberra – Austrália. Participou neste ato o Dr. António Gaivão da Embaixada Portuguesa em Gamberra Austrália.

A Embaixada Portuguesa em Gamberra – Austrália, solidarizou-se e colaborou nesta iniciativa alusiva ao dia Mundial da Saúde.

A Embaixada Portuguesa em Pequim na China esteve solidária com esta iniciativa

 

 

A Embaixada Portuguesa em Pequim na China mostrou-se também solidária através do seu Embaixador Dr. José Tadeu Soares que demonstrou a sua solidariedade com a cerimónia que decorreu na Assembleia da República.

A ONG Médicos do Mundo esteve igualmente solidária com esta iniciativa

A ONG Médicos do Mundo esteve solidária e em cadeia de união, com todas as celebrações do dia Mundial da Saúde, que ocorreram um pouco por todo o mundo.

Portugal, 1 de Julho de 2013

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

                                                                                                                                                                                                                

Homenagem de ”âmbito mundial” prestada a Santo António, envolveu os cinco continentes

01

Introdução

Santo António foi homenageado pelas suas extraordinárias qualidades e virtudes que o tornaram universalmente, numa “referência” de “Paz e Bem”.

Esta homenagem de amplitude mundial envolveu os cinco continentes do mundo e decorreu no contexto dos Direitos Humanos.

Muitos dos milhões de devotos de Santo António que se encontram espalhados por todo o planeta, participaram nesta distinta e exemplar homenagem, que decorreu à escala planetária, materializando-se numa ação que se revestiu de características únicas em todo o mundo.

Foram também imensas as entidades e individualidades dos diferentes quadrantes da sociedade, nomeadamente, civis, militares, eclesiásticas, entre outras, onde se incluem personalidades da Assembleia da República de Portugal, que participaram nesta iniciativa inédita.

Muitas personalidades e devotos de Santo António marcaram presença em muitas das cerimónias que ocorreram em diferentes lugares do mundo, outros admiradores deste Santo acompanharam via internet, algumas das cerimónias que foram transmitidas para todos os pontos do Globo, diretamente do local, onde Santo António nasceu.

Nunciaturas Apostólicas e Embaixadas localizadas em diferentes países dos cinco continentes, também aceitaram honrosamente, integrar esta iniciativa, com o propósito de partilharem e contribuírem para a criação de uma grande “corrente” de união e de fé.

A magnífica e autêntica “lição” de vida, que Santo António deixou à Humanidade, deverá remeter-nos para um consciente momento de reflexão.

São inúmeros os cidadãos dispersos pelo mundo, que consideram, que Santo António permanece nas nossas memórias, como protetor dos pobres, sendo ainda lembrado, pela sua ação generosa que consistiu na distribuição de pães aos mais necessitados.

De forma sucinta apresentamos as várias cerimónias que decorreram nos diferentes lugares do planeta, dando origem a uma homenagem coletiva, constituída por uma “cadeia” de união e de fé, que foi em honra e louvor a Santo António.

 

Portugal, 1 de Junho de 2013

Luís Eduardo Afonso Andrade

 Promotor e defensor dos Direitos Humanos

  

Cerimónias de Âmbito Mundial, em Homenagem a Santo António:

 Continente da Oceânia

Austrália

Camberra

 

 

No dia 23 de Janeiro de 2013, pelas 07H30 (hora local), realizou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Esta cerimónia decorreu no Mosteiro das Carmelitas em Camberra, localizado em 28 Mugga Way, Red Hill, 2603 ACT, Austrália.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Monsenhor Luís Miguel Munoz Cardaba, Conselheiro da Nunciatura Apostólica em Camberra.

A Embaixada de Portugal em Camberra – Austrália, colaborou nesta iniciativa.

  

Continente Americano

Canadá

Ottawa

 

 

No decorrer do ano de 2013, às quintas-feiras ou domingos de cada mês, na Paróquia Portuguesa do Senhor Santo Cristo localizada em 1100 Kenaston Street Gloucester, Ontario, K1B 3P4, Canadá, são celebradas doze (12) missas solenes em honra e louvor a Santo António.

Preside a estas solenes Celebrações Eucarísticas, o Reverendo Padre José Celestino de Aguiar.

A Embaixada de Portugal em Ottawa – Canadá, colaborou nesta iniciativa.

Continente Americano

Brasil

Brasília

 

 No dia 30 de Abril de 2013, pelas 15H00 (hora local), realizou-se na Igreja da Paróquia de Santo António, na Cidade de Brasília, no Brasil, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Frei Paulo, Pároco da Igreja de Santo António, em Brasília.

A Conselheira da Embaixada de Portugal em Brasília, Dra. Patrícia Cadeiras teve a Honra em assistir à cerimónia solene, tendo-a considerado de muito bonita. Ficou ainda bastante sensibilizada por terem sido feitas, várias referências aos “irmãos” portugueses que se encontravam nesse preciso momento em Portugal, em “cadeia” de união e de fé, com os “irmãos” do Brasil.

A Embaixada de Portugal em Brasília – Brasil, colaborou nesta iniciativa.

Continente Africano

Africa do Sul

Pretória

 

No dia 21 de Março de 2013, pelas 18H30 (hora local), realizou-se na Igreja de Santa Maria dos Portugueses em Pretória – África do Sul, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Também todas as segundas terças-feiras de cada mês, com início em Maio, até ao final do ano 2013, pelas 18H30, é celebrada uma missa pelas mesmas intenções.

Preside às solenes Celebrações Eucarísticas, o Reverendo Padre Frei Gilberto Teixeira, Pároco da Igreja de Santa Maria em Pretória.

A Embaixada de Portugal em Pretória – África do Sul, colaborou nesta iniciativa.

 

Continente Africano

Cabo Verde

Ilha de São Vicente Ilha de Santiago

No dia 7 de Fevereiro de 2013, pelas 18H15 (hora local), realizou-se na Capela de Nossa Senhora Auxiliadora, na Ilha de São Vicente, Cidade do Mindelo – Cabo Verde, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre, Pároco, Lino Paulino Pereira.

No dia 8 de Fevereiro de 2013, pelas 18H30 (hora local), realizou-se na Igreja de Nossa Senhora da Graça, na Ilha de Santiago, Cidade da Praia – Cabo Verde, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre João Augusto.

A Embaixada de Portugal na Cidade da Praia – Cabo Verde, colaborou nesta iniciativa.

 

Continente Asiático

Coreia do Sul

Seul

 

No dia 17 de Fevereiro de 2013, pelas 16H00 (hora local), realizou-se na Igreja Internacional Católica de Seul em Hanamdong Seul – Coreia do Sul, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Estiveram presentes na cerimónia solene, devotos de três comunidades: Coreana, Portuguesa e Brasileira.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Álvaro Domingos Leal Pacheco, missionário da Consolata portuguesa.

A Embaixada de Portugal em Seul – Coreia do Sul, colaborou nesta iniciativa.

 

Continente Europeu

França

Paris

 

No dia 25 de Janeiro de 2013, pelas 19H00 (hora local), realizou-se na Basílica de Nossa Senhora de Fátima-Maria Medianeira, Paris – França, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

Presidiu à solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Nuno Filipe Fraga Aurélio, Reitor dessa Basílica.

O Sanctuaire Notre Dame de Fátima em Paris – França, colaborou nesta iniciativa.

 

Itália

Pádua

 

 

 

 

 No dia 12 de Novembro de 2012, pelas 07H30 (hora local), na Basílica de Pádua- Itália, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António, no contexto dos Direitos Humanos.

A solene Celebração Eucarística foi presidida pelo Reverendo Padre Enzo Poiana, Reitor da Basílica de Santo António em Pádua – Itália.

A Comunidade Franciscana dos Frades assistiu à cerimónia.

Esta Comunidade pediu a Santo António, para que no Céu, continue a defender os Direitos Humanos, como o fez, durante o período de tempo, em que viveu na Terra.

A Construção da Basílica de Pádua foi dedicada a Santo António e é neste local onde se encontra o túmulo com as relíquias deste Santo.

A Basílica de Santo António em Pádua – Itália, colaborou nesta iniciativa.

http://www.santantonio.org/ostensionedelsanto2010/ita/home.asp

Malta

Valletta

 

 

No dia 30 de Abril de 2013, pelas 20H00 (hora local, de Malta), Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, membro da Comissão para o Governo do Estado do Vaticano, integrou uma homenagem mundial, prestada a Santo António no âmbito dos Direitos Humanos, num momento, quando se encontrava em visita oficial a Malta.

Diretamente desse país, nesse mesmo dia e a essa hora, o Cardeal D. José Saraiva Martins, formou um “triângulo” de união e de fé com Portugal e com o Brasil.

Essa “corrente” de união que constituiu um “triângulo” composto por três países, Malta, Portugal e Brasil, teve como propósito, homenagear Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

 Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins colaborou nesta iniciativa.

 

Portugal

Lisboa

 

 

No dia 20 de Novembro de 2012, pelas 12H00, no Lar de idosos das antigas alunas do Instituto de Odivelas – Lisboa – Portugal, sediado no “complexo” das antigas instalações militares do Estado Português, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

A solene Celebração Eucarística foi presidida por D. Januário Torgal Mendes Ferreira, Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança de Portugal.

Estiveram presentes nesta cerimónia solene, filhas de militares, entre outros familiares das Forças Armadas, para além de outras individualidades que também partilham os valores intrínsecos da dignidade da pessoa humana.

O Bispo das Forças Armadas e das Forças de Segurança de Portugal colaborou nesta iniciativa.

Portugal

Lisboa

 

 

No dia 13 de Novembro de 2012, pelas 09H00, na Igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa – Portugal, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

Neste Mosteiro de São Vicente de Fora, Santo António professou nos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, onde prosseguiu os seus estudos teológicos nesta ordem monástica.

A solene Celebração Eucarística que decorreu nesse dia foi presidida pelo Reverendo Padre Doutor Ricardo Jorge Alves Ferreira, Reitor dessa Igreja e Vigário Judicial do Tribunal Eclesiástico de Lisboa.

A Igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora em Lisboa colaborou nesta iniciativa.

 

Portugal

Lisboa

No dia 1 de Dezembro de 2012, pelas 17H00, na Igreja de Santo António em Lisboa – Portugal, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

A cerimónia religiosa teve lugar nesta popular Igreja, junto à Sé de Lisboa que se encontra situada no local onde existiu a casa de Santo António. Este local veio tornar-se num Pólo de atração que chama a si devotos vindos das mais diversas partes do mundo.

Esta Igreja foi iniciada em 1757 depois da Igreja original ter sido destruída pelo terramoto de 1755.

Resta a Cripta, local onde Santo António nasceu, e onde se pode ver o Relicário que tem dentro, além de um pedaço de um osso do Santo, a Bula Episcopal que comprova a sua autenticidade.

A Cripta recebeu a visita do Venerável Papa João Paulo II em 1982.

“A Igreja de Santo António foi parcialmente paga pelas crianças que pediam um “tostãozinho” para este Santo, como se pode ver hoje, o chão da capela está coberto de moedas, e as paredes exibem mensagens de devotos”.

A solene Celebração Eucarística foi presidida pelo Reverendo Padre Frei Albertino da Silva Rodrigues OFM (franciscano) e membro da Fraternidade dos Frades Menores, Custódios do lugar onde Santo António nasceu.

A cerimónia que se realizou na Igreja de Santo António em Lisboa, teve a oportunidade de ser transmitida em direto, via internet, para todos os cidadãos do mundo, para que, em qualquer parte do Globo onde se encontrassem, pudessem participar e assistir à cerimónia, através do site deste Santo, em: www.santo-antonio.webnode.pt

A Igreja de Santo António de Lisboa colaborou nesta iniciativa.

 

No dia 30 de Abril de 2013, pelas 17H30, realizou-se na Igreja de Santo António em Lisboa – Portugal, pela segunda vez, esta, por solicitação de muitos fiéis residentes noutros países, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António no âmbito dos Direitos Humanos.

A solene Celebração Eucarística foi presidida pelo Reverendo Padre Frei Albertino da Silva Rodrigues OFM (franciscano) e membro da Fraternidade dos Frades Menores, Custódios do lugar onde Santo António nasceu.

A cerimónia que se realizou na Igreja de Santo António em Lisboa, teve o privilégio de ser transmitida em direto, via internet, para todos os cidadãos do mundo.

Independentemente da parte do Globo onde se encontrassem os devotos de Santo António, tiveram a oportunidade de acompanhar através do site www.santo-antonio.webnode.pt, toda a cerimónia.

A Igreja de Santo António de Lisboa colaborou nesta iniciativa.

Portugal

Lisboa

 

No dia 6 de Dezembro de 2012, pelas 18H30, na Igreja da Capela-Mor da Sé Catedral de Lisboa – Portugal, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António.

A solene Celebração Eucarística foi presidida pelo Reverendo Cónego Luís Manuel Pereira da Silva, pároco da Igreja da Sé Catedral de Lisboa.

Santo António foi batizado nesta Igreja da Sé Catedral de Lisboa, na época, denominava-se de Igreja de Santa Maria Maior, ano 1195.

Este Santo realizou os seus primeiros estudos na escola da Igreja de Santa Maria Maior, sob a direção dos Cónegos da Ordem dos Regrantes de Santo Agostinho.

A Igreja da Sé Catedral de Lisboa colaborou nesta iniciativa.

 

Portugal

Coimbra

 

 

 No dia 7 de Novembro de 2012, pelas 17H30, na Igreja do Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra – Portugal, celebrou-se uma missa solene em honra e louvor a Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

Santo António foi ordenado padre no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra, ao tempo, um importante centro de cultura medieval e eclesiástica da Europa. Foi neste local, onde este Santo realizou os seus estudos em Direito Canónico, Filosofia, e Teologia.

A solene Celebração Eucarística foi presidida pelo Reverendo Padre José Ramos Rocha.

O Pároco da paróquia de Santa Cruz de Coimbra, Reverendo Padre Anselmo Ramos Dias Gaspar, colaborou nesta iniciativa.

  

Portugal

Coimbra

 

No dia 12 de Janeiro de 2013, pelas 16H30, realizou-se na Igreja de Santo António dos Olivais em Coimbra – Portugal, uma cerimónia em Homenagem a Santo António.

Esta cerimónia consistiu na exibição de um filme, propriedade da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais desta cidade.

Este filme relata de forma muito exemplificativa, o que foi a vida de Santo António quando passou por Coimbra.

O Orfeon Académico da Universidade de Coimbra, considerado o coro mais antigo de Portugal e um dos mais antigos da Europa, esteve presente, participando igualmente nesta homenagem.

Assistiram à exibição do filme e à atuação do Orfeon Académico da Universidade de Coimbra, entidades civis, militares, eclesiásticas, onde se incluiu o presidente da Câmara Municipal de Coimbra entre outras individualidades dessa Autarquia, presidente da Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais de Coimbra, entre outras personalidades pertencentes a esse órgão Autárquico.

Marcaram ainda presença nesta cerimónia, personalidades da Assembleia da República, entre outras.

Uma lustrosa moldura humana, formada por muitos devotos de Santo António que se regem pelos princípios da dignidade da pessoa humana, pretendeu também, marcar a sua presença e associar-se a esta homenagem.

A Junta de Freguesia de Santo António dos Olivais, de Coimbra, colaborou nesta iniciativa.

 

No dia 7 de Maio de 2013, pelas 18H30, realizou-se na Igreja de Santo António dos Olivais em Coimbra – Portugal, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António no contexto dos Direitos Humanos.

Esta cerimónia contou com a presença da comunidade. Além de adultos, estiveram também presentes crianças.

Presidiu a esta solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Frei Domingos Celebrin.

Foi deste local de Coimbra, de onde partiu Santo António, quando embarcou para o Norte de África – Marrocos.

A Paróquia da Igreja de Santo António dos Olivais em Coimbra colaborou nesta iniciativa.

 

Portugal

Coimbra

 

 No dia 30 de Abril de 2013, pelas 18H30, realizou-se na Igreja da Sé Velha em Coimbra – Portugal, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António no âmbito dos Direitos Humanos.

Presidiu a esta solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre João Evangelista, pároco desta paróquia.

A Paróquia da Igreja da Sé Velha em Coimbra colaborou nesta iniciativa.

 

Portugal

Foios – Sabugal

 

No dia 12 de Maio de 2013, pelas 10H30, realizou-se na Igreja Matriz dos Foios – Sabugal – Portugal, a celebração de uma missa solene em honra e louvor a Santo António no âmbito dos Direitos Humanos.

Presidiu a esta solene Celebração Eucarística, o Reverendo Padre Américo Barroca.

A Junta de Freguesia dos Foios – Sabugal, colaborou nesta iniciativa.

httpvh://www.youtube.com/watch?v=DkWmm5zNhDY

 

O Museu de Santo António em Pádua recebeu uma lembrança que contém a seguinte gravação:

 Homenagem a Santo António

Movidos pela alma e unidos pela força da esperança, devotos de Santo António que se encontram espalhados pelo mundo, expressam-lhe o seu mais profundo agradecimento pelo extraordinário exemplo de dádiva e de partilha que nos deixou.

A bondade do seu coração define o espírito que norteia o princípio da dignidade humana na sua mais pura essência.

Os seus gestos foram nobres, e a humanidade reconhece o que fez aos pobres, porque foi um exemplo de amor, de vida e de fé que perdurará no tempo.

Pelos ensinamentos que ficaram, estamos infinitamente gratos.

“Paz e Bem”

Portugal, Coimbra – Itália, Pádua, 12 de Novembro de 2012

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

Homenagem à Rainha Santa Isabel em Coimbra

 

Rainha Santa Isabel

 



No dia 30 de Junho de 2012, pelas 16h00, Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, homenageou a Rainha Santa Isabel pelas suas extraordinárias qualidades e virtudes que a tornaram numa grande promotora da paz e da concórdia entre famílias e povos desavindos.

Esta homenagem sustenta-se em princípios que estão subjacentes à Carta Internacional dos Direitos do Homem.

A magnífica e autêntica lição de Direitos Humanos deixada pela Rainha Santa Isabel “embaixadora” dos pobres e dos desfavorecidos, deve remeter-nos para um consciente momento de reflexão.

O ato solene em homenagem à Rainha Santa, decorreu junto ao seu túmulo, no Convento de Santa Clara-a-Nova em Coimbra e contou com a presença das seguintes individualidades:

Presidente da Confraria da Rainha Santa Isabel, professor Doutor António Ribeiro Rebelo, além de outros Confrades.

Estiveram ainda presentes as irmãs da Confraria da Rainha Santa Isabel entre outras individualidades.

Também muitos outros devotos, quiseram associar-se ao ato.

Luís Eduardo Afonso Andrade entregou ainda uma lembrança que contém uma gravação de uma mensagem alusiva à Rainha Santa Isabel.

No final da homenagem, o Presidente da Confraria, relembrou a todos os presentes, uma parte muito importante da história da Rainha Santa Isabel.

A devoção pela Rainha Santa Isabel já é muito antiga. São muitos milhares os devotos que de dois em dois anos vêm de todos os cantos de Portugal e do estrangeiro para integrarem a procissão da Rainha Santa. Nessas alturas as ruas de Coimbra ficam repletas de gente.

É comum ver-se à passagem do andor muitos devotos emocionados deixarem-se invadir pelas lágrimas, chegando alguns deles mesmo a desmaiar.

Intervenção proferida por Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos no ato da homenagem à Rainha Santa Isabel

 A RAINHA SANTA ISABEL É UM EXEMPLO DE BEM, QUE PERDURA NO TEMPO E NA MEMÓRIA DE UM POVO.

 A Homenagem que hoje prestamos à Rainha Santa Isabel no contexto dos Direitos Humanos enfatiza a humildade do seu coração na sua mais pura essência.

Esta homenagem traduz o desejo manifestado por muitos devotos que estão movidos pela fé e unidos pelos valores intrínsecos da pessoa humana.

Num quadro de dignidade humana Santa Isabel deixou-nos extraordinários exemplos de vida e de devoção que fizeram história e servem agora de fonte de inspiração a muitos seres humanos espalhados por diferentes pontos do mundo.

Santa de muitos altares por esse país fora, lendária pelos milagres que o povo lhe atribui, ficou ainda reconhecida como Rainha da paz pelas virtudes da piedade, da caridade e da humildade.

Procurou sempre a reconciliação e a paz entre as pessoas, as famílias e inclusivamente entre as nações.

Santa Isabel costumava dizer: “Deus tornou-me Rainha para me dar meios de fazer esmolas.”

Normalmente quando saía do paço era seguida por pobres e andrajosos a quem sempre ajudava.

Entregou-se inteiramente às obras assistenciais que havia fundado e entregou todos os seus bens pessoais aos necessitados.

São diversos os documentos que confirmam uma impressionante obra social.

Fundou, entre outros, o Hospital dos meninos Inocentes de Santarém, o Hospital de Leiria, o Hospital dos pobres junto dos paços de Santa Clara e o Hospital de velhas inválidas em Coimbra.

Criou várias albergarias como as de Estremoz, Alenquer e Odivelas. Fundou ainda as Gafarias de Óbidos e de Leiria e o recolhimento para Regeneração das Desgraças de Coimbra.

Santa Isabel viveu uma profunda caridade sendo sempre sensível às necessidades dos pobres e excluídos. Viveu o resto da sua vida em pobreza voluntária, dedicada aos exercícios de piedade e de mortificações.

Não foi apenas uma Rainha. Foi sim uma das Rainhas mais acarinhadas por todo o povo português e ainda hoje perdura nas nossas memórias pelos exemplos de ternura, bondade e candura de um ser humano notável, de grande dimensão humana.

Santa Isabel, Rainha de virtudes e benemerências, medianeira da paz e mãe da Pátria como é idolatrada pelos portugueses, é lembrada, por alguns fenómenos, pelos seus crentes, como é o caso do bem registado “milagre das rosas” que constitui o eixo central e comum do culto religioso e da tradição popular.

É reverenciada a 4 de Julho de 1336, data do seu falecimento.

Durante o processo de canonização, procedeu-se à abertura do seu túmulo na presença de autoridades eclesiásticas e reais, tendo-se constatado na altura que o corpo estava intacto.

Foi beatificada pelo Papa Leão X a 15 de Abril de 1516 e canonizada em Roma a 25 de Maio de1625 pelo Papa Urbano VIII.

No dia 14 de Julho de 1625 o Rei Filipe III proclama-a Padroeira de Portugal.

Encontra-se sepultada neste Mosteiro de Santa Clara em Coimbra – Portugal, onde repousa no altar principal.

A vida terrena da Santa Isabel permanecerá eternamente ligada à ação virtuosa de ajudar os mais necessitados.

A sua memória é perpetuada pelas esmolas, cuidados, curas, e milagres, com que surpreendia homens, mulheres, e crianças pobres, doentes e todos aqueles que da sua caridade precisavam.

A Rainha Santa Isabel como embaixadora dos pobres e dos mais desfavorecidos deixou à Humanidade, uma magnífica e autêntica lição de Direitos Humanos.

Coimbra, Mosteiro de Santa Clara, 30 de Junho de 2012

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

Gravação contida na lembrança que foi oferecida à Rainha Santa Isabel

Rainha Santa Isabel

Esta homenagem enfatiza a humildade do coração da Rainha Santa Isabel na sua mais pura essência e expressa o desejo manifestado por muitos devotos que estão movidos pela fé e que se encontram espalhados por diferentes pontos do mundo.

A Santa Isabel nasceu princesa, foi rainha, mãe e morreu Santa.

Sempre foi caridosa, piedosa, bondosa, solidária, fiel e muito amada pelo povo.

Os seus gestos foram nobres, e o povo reconhece o que fez aos pobres, porque foi um exemplo de amor, de vida e devoção que perdura no tempo.

Pela lição que nos deixou, estamos, infinitamente gratos.

Satisfazendo a vontade de muitos fiéis, este reconhecimento vai chegar a Roma, às mãos de Sua Santidade Papa Bento XVI.

Coimbra, Convento de Santa Clara, 30 de Junho de 2012

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

Palavras proferidas pelo Presidente da Confraria da Rainha Santa Isabel, professor Doutor António Ribeiro Rebelo no final da Homenagem

 Santa Isabel, Rainha de Portugal

 D. Isabel de Aragão (1270 – 4 de Julho de 1336) foi uma mulher de extraordinárias qualidades e virtudes. Casou aos 12 anos com D. Dinis e, em Portugal, poucos souberam, como ela, pôr em prática os valores do Evangelho. A sua modéstia e humildade, a sua devoção e piedade, a sua bondade e compaixão, o seu amor e dedicação aos outros, a quem considerava seus irmãos em Cristo, conquistaram a simpatia de todos quantos com ela conviveram e granjearam-lhe o respeito de reis, nobres, religiosos e religiosas, sobretudo do povo, muito particularmente dos doentes, dos inválidos, dos indefesos, das jovens extraviadas, dos excluídos da sociedade, dos oprimidos, dos mais necessitados. Em todos eles via a imagem de Cristo e a todos distribuía amor nas múltiplas facetas em que o amor cristão se consegue desdobrar e exprimir. E fazia-o incondicionalmente, sem excluir ninguém, nem mesmo os frutos dos amores ilícitos de seu real esposo, que acolhia, acarinhava e criava como se fossem seus próprios filhos.

O desprendimento dos bens terrenos daquela que sentia genuinamente, com o Apóstolo, que havia mais alegria em dar do que em receber, por contraste com a condição da sua realeza, veio aumentar os méritos e virtudes desta santa Rainha, como bem explicitou o Pe. António Vieira, ao dizer que D. Isabel, sabendo que debaixo do risco está a ganância, por isso teve por maior conveniência não deixar sendo ajuntar a coroa com a virtude, não deixar senão ajuntar a majestade com a santidade, para que, sendo rainha, e juntamente santa, fosse também maior santa, porque rainha.

D. Isabel gravou o seu nome nas páginas de ouro da História de Portugal, acrescido do epíteto de Rainha Santa, que lhe é exclusivo, e conquistou fama além-fronteiras, pois um dos seus mais conhecidos milagres é parte integrante do legendário português: o milagre das rosas.

D. Dinis surpreende a Rainha quando esta tenciona praticar as suas caridosas obras das habituais esmolas de pão e algum dinheiro. D. Dinis pergunta o que leva no regaço. D. Isabel imperturbável responde-lhe: “São rosas, Senhor!” El-Rei mostra-se surpreendido e insiste: “Rosas em Janeiro!?” E, ao mostrar o conteúdo do seu manto, este transforma-se em rosas.

Grande promotora da paz e da concórdia entre famílias e povos desavindos, morreu em Estremoz no dia 4 de Julho de 1336 tentando mediar a paz entre seu filho e seu neto.

Quase sete séculos depois, o seu exemplo de vida continua a inspirar as gerações modernas, porque o amor genuíno, o amor de Deus e a Deus, do qual procede o amor fraterno em que os filhos de Deus se sentem irmanados, é intemporal e está cada vez mais presente nos atuais apelos dos nossos irmãos mais carenciados, tanto de bens materiais, como de atenção e afeto.

Que o exemplo da Rainha Santa nos continue a inspirar em todas as situações, por mais difíceis e dramáticas que elas se nos apresentem.

HOMENAGENS EM ROMA – ITÁLIA

No dia 24 de Março de 2012, pelas 10H00 (hora de Itália), Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, homenageou em Roma, duas figuras universais, grandes promotores e defensores dos Direitos Humanos:

Sua Santidade Papa Bento XVI e Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, membro da Comissão para o Governo do Estado do Vaticano.

Esta homenagem consistiu na entrega de duas mensagens contextualizadas nos Direitos Humanos. As mensagens, no seu significado essencial, deixam expresso os princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem. Foi ainda feita, a entrega de uma oferta de duas lembranças, destinadas aos homenageados.

Cada uma das lembranças contém uma gravação que tem subjacentes os mais nobres valores humanos e princípios aprovados na Carta Internacional dos Direitos do Homem.

Com este gesto, pretende-se reconhecer personalidades que são paladinos dos Direitos Humanos e que contribuem para um mundo melhor, mais livre, mais fraterno, mais solidário, mais tolerante e mais justo, o que leva a uma maior igualdade entre os Homens.

Pelo 13 de Maio de 2012, Sua Santidade Papa Bento XVI, fez chegar a Portugal uma mensagem de reconhecimento e de profundo agradecimento pela homenagem que lhe foi prestada.

Sua Santidade Papa Bento XVI

 

 
 

   
   
   
   
 
   
 
   
 

Gravação contida na lembrança recebida por Sua Santidade Papa Bento XVI

Pugnando para que todas as mensagens dirigidas ao mundo, de Sua Santidade Papa Bento XVI, grande promotor e defensor dos Direitos Humanos, irradiem paz e amor em todo o Planeta, e que o seu brilho continue a iluminar o coração da Humanidade.

Obrigado, Luís Eduardo Afonso Andrade,

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos

Portugal, 24 de Março de 2012

Gravação contida na lembrança recebida por Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins

Expresso a minha infinita gratidão, com transcendente espírito fraterno, a Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, um Homem de extraordinária cultura e um grande promotor e defensor dos Direitos Humanos.

Obrigado, Luís Eduardo Afonso Andrade,

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos

Portugal, 24 de Março de 2012

HOMENAGEM NA CAPELA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA PORTUGAL 

 

No dia 27 de Abril de 2012, pelas 16H00, Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, homenageou na Capela da Universidade de Coimbra, o Prémio Nobel da Paz D. Carlos Filipe Ximenes Belo.

Esta homenagem contou com a solidariedade da Reitoria da Universidade de Coimbra, Prof. Doutor João Gabriel Silva, Reitor da Universidade de Coimbra e Vice-Reitora Prof. Doutora Margarida Isabel Mano Tavares Simões Lopes Marques de Almeida.

Contou ainda com a presença de ilustres professores desta Universidade, estudantes e outras distintas personalidades.

Foi proferida uma intervenção muito expressiva, no contexto dos Direitos Humanos, a D. Ximenes Belo por ser considerado um grande promotor e defensor dos Direitos Humanos.

No decorrer da cerimónia religiosa, foi-lhe entregue uma lembrança que contém a gravação de uma mensagem no contexto dos Direitos Humanos.

 
   
   
   
   
   
   
   

Gravação contida na lembrança recebida pelo Prémio Nobel da Paz D. Carlos Filipe Ximenes Belo

D. Carlos Filipe Ximenes Belo

Prémio Nobel da Paz

 Expresso aqui o meu profundo sentimento e toda a minha gratidão ao Prémio Nobel da Paz D. Ximenes Belo, por ser um grande promotor e defensor dos Direitos Humanos.

“Semeia” a paz e a esperança no mundo.

 Este singelo ato realizado na Capela da Universidade de Coimbra, tem mais brilho, com a ilustre participação, do Magnífico Reitor Prof. Doutor João Gabriel Silva, além da presença de Professores e alunos desta Universidade.

Obrigado, Luís Eduardo Afonso Andrade,

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos

Coimbra, 27 Abril de 2012

Encontros Improváveis

Boa Governação – Alicerce para um Futuro Sustentável

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O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado no dia 26 de Outubro de 2016, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, na 4ª edição da iniciativa “Encontros Improváveis”, este ano subordinada ao tema “Boa Governação – Alicerce para um Futuro Sustentável”.

Este evento contou com a participação de prestigiados oradores nacionais e internacionais.

Nasceu por iniciativa da Assistência Médica Internacional (AMI), como forma de difundir o UN Global Compact, um movimento da ONU, a que a AMI aderiu em 2011, e que pretende congregar empresas e organizações da sociedade civil dispostas a alinhar, de forma voluntária, as suas estratégias e políticas com 10 princípios universalmente aceites nas áreas dos Direitos Humanos, entre outros.

Num tempo em que grandes desafios globais implicam fluxos maciços de refugiados, muitos deles fugindo às guerras e à desgovernação; num tempo em que as alterações climáticas agravarão substancialmente as crises atuais e num tempo em que a crise do sistema bancário e financeiro pode vir provocar muito mais sofrimento e miséria do que a que a já existia; num tempo em que o próprio futuro da União Europeia está incerto, importa, mais do que nunca, que a boa governação e o bom senso imperem”.

Encontro de Arte “Alma Lusa” e Direitos Humanos

Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto

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Intervenção do Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade, no momento da atribuição da menção Honrosa à Dra. Margarida António.

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Atribuição da Menção Honrosa à Dra. Margarida António, pelo Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade.

 

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Realizou-se no passado dia 13 de Junho de 2016, pelas 21:00, no Salão Nobre da Reitoria da Universidade do Porto, um encontro de Arte “Alma Lusa” que contou com várias entidades do panorama científico e cultural português.

Numa análise e enquadramento do “ser” português, na expressão artística e literária, estiveram intrínsecos os Direitos Humanos.

No decorrer do vasto programa, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), atribuiu à Dra. Margarida António (Embaixadora das Artes Plásticas) uma Menção Honrosa pelo seu desempenho na defesa e no cumprimento dos Direitos Humanos, no apoio incondicional que tem prestado a este Observatório que é de amplitude mundial.

DIA MUNDIAL DOS DIREITOS HUMANOS É COMEMORADO EM PORTUGAL

 

Introdução

No dia 9 de Dezembro de 2015, pelas 10.00, o Dia Mundial dos Direitos Humanos foi comemorado no Auditório do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve presente a convite do Centro de Responsabilidade Integrado de Psiquiatria do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra.

No dia 10 de Dezembro de 2015, pelas 14:30, o Dia Mundial dos Direitos Humanos foi comemorado nas instalações do Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve presente a convite do Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal.

O OIDH registou um sucinto press release relativo a estes dois nobres acontecimentos:

Auditório do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra – 9 de Dezembro

O Dr. António Reis Marques, um paladino dos Direitos Humanos, na qualidade de Diretor do Centro de Responsabilidade Integrado de Psiquiatria do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, coadjuvado por um conjunto de outros acérrimos defensores dos Direitos Humanos, em conjunto, constituíram uma notável lista de personalidades para comemorarem o Dia Mundial dos Direitos Humanos em Coimbra.

Todas as intervenções proferidas pelas ilustres personalidades que intervieram, os altos valores da dignidade da pessoa humana estiveram sempre presentes nas temáticas que foram abordadas, nomeadamente: Refugiados/Migrantes – Desafios Atuais.

Relação das personalidades que intervieram

– Dr. Thomas Stelzer, Embaixador da Áustria em Portugal

– Prof. Doutor João Gabriel Silva, Reitor da Universidade de Coimbra

– Dr. Martins Nunes, Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar Universitário de Coimbra

– Dra. Marta Santos Pais, Subsecretária-Geral da ONU, Representante Especial do Secretariado-Geral das Nações Unidas

– Juiz Conselheiro Armando Leandro, Presidente da Comissão Nacional de Proteção das Crianças e Jovens em Risco

– Senhora D. Fini Gradischning, “Criança Cáritas” austríaca da segunda guerra mundial

– Dr. Luís Matias, Presidente da Câmara Municipal de Penela

– Dra. Diana Breda, Coordenadora do CHUC Internacional

– Dr. Rui Marques, Representante e Promotor da Plataforma de Apoio aos Refugiados

– Dra. Lisa Matos, Especialista em Acolhimento aos Refugiados do Serviço Jesuíta aos Refugiados

– Dr. João Redondo, Coordenador do Centro de Prevenção e Tratamento do Trauma Psicológico – CHUC

– Prof. Doutora Cristina Albuquerque, Observatório da Cidadania e Intervenção Social – Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra

– Dr. Reis Marques, Diretor do CRI de Psiquiatria – CHUC

– Prof. Doutor Duarte Nuno Vieira, Presidente do Conselho Forense Consultivo do Procurador do Tribunal Penal Internacional

– Dr. Álvaro Carvalho, Diretor do Programa Nacional para a Saúde Mental – Direção-Geral da Saúde (DGS)

Assistiram a este acontecimento, representantes de inúmeras entidades pertencentes aos mais variados setores da sociedade.

O Coro Infantil do Colégio Bissaya Barreto associou-se também a este grandioso acontecimento, a sua atuação sensibilizou todos os presentes.

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Parlamento Europeu Gabinete em Portugal – Lisboa – 10 de Dezembro

O Dr. Pedro Valente da Silva, um paladino dos Direitos Humanos, na qualidade de Chefe do Gabinete de Informação do Parlamento Europeu em Portugal, comemorou o Dia Mundial dos Direitos Humanos em Portugal tendo sempre presente nesta efeméride os princípios da dignidade da pessoa humana.

Para as comemorações deste dia, o Gabinete de Informação do Parlamento Europeu convidou uma figura internacional, mundialmente conhecida, Guillermo Fariñas, galardoado com o Prémio Sakharov em 2010.

O Prémio Sakharov é um tributo prestado pelo Parlamento Europeu aos esforços desenvolvidos por pessoas, grupos ou organizações em favor da liberdade de pensamento.

A passagem por Portugal desta figura internacional foi notícia nos mais variados Órgãos de Comunicação Social.

Depois de um almoço servido a todos os convidados nas instalações do Gabinete do Parlamento Europeu, seguiu-se um colóquio que se centrou nos nobres valores e princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Neste encontro, a temática da liberdade de pensamento esteve sempre presente, pois é um dos mais elementares direitos, intrínsecos à dignidade da pessoa humana.

No decorrer do referido colóquio, todas as personalidades presentes, ligadas aos mais diversos setores e quadrantes da sociedade, onde se incluem individualidades da Assembleia da República, do mundo académico de diversas Universidades, Amnistia Internacional, entre muitas outras, tiveram a oportunidade de interagirem de uma forma livre com o Guillermo Fariñas.

As comemorações do Dia Mundial dos Direitos Humanos no Parlamento Europeu foram alvo de um merecido reconhecimento por parte das ilustres individualidades que marcaram presença. Consideraram que com uma iniciativa desta natureza, os Direitos Humanos ficaram mais enriquecidos, beneficiando toda a Humanidade.

No espaço da Atmosfera M. em Lisboa, com a presença de Guillermo Fariñas realizou-se uma conferência coberta pela comunicação social, tendo ainda o privilégio de contar com a presença de uma vasta moldura humana composta por individualidades pertencentes a um número diversificado de entidades.

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Torna-se pertinente deixar publicamente expressa a seguinte informação:

Prestigiadas personalidades nacionais e internacionais, têm estado acompanhar de perto, o trabalho que o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) tem estado a desenvolver no que concerne à promoção da Paz no Mundo e ao bem-estar geral da Humanidade.

Muitas dessas personalidades fazem questão de frisar que o trabalho que o OIDH desenvolve tem características muito singulares.

Sublinham que o facto de ser livre e independente, sem qualquer conotação política, religiosa ou outra, lhe dá enorme credibilidade, força moral e inteira capacidade, o que lhe permite envolver todos os setores e quadrantes da sociedade de diferentes culturas e ideologias, em qualquer parte do Globo.

Essas personalidades reconhecem que na sociedade em que vivemos, ainda existem alguns líderes de algumas entidades a necessitarem de serem um pouco mais incentivados e motivados para as questões dos Direitos Humanos. Verificam ainda que existem outras entidades que infelizmente vivem de costas voltadas, umas para as outras, em pleno Século XXI, no que concerne à promoção e defesa dos Direitos Humanos.

Por outro lado, os referidos observadores ficam muito sensibilizados, ao verificarem que entidades de perfis tão diversos se conseguem juntar nas mais variadas iniciativas que o OIDH vem realizando.

Face a este reparo, o OIDH deixa a seguinte frase para reflexão:

“Como seres humanos, é mais forte o que nos une que aquilo que nos separa”.

O OIDH informa que tem associado ao seu projeto, um leque muito diversificado de entidades internacionais, onde se incluem imensas Universidades pertencentes a dezenas de países dos cinco continentes do mundo.

Logo que seja oportuno, o OIDH fará um registo da identidade de todas estas Universidades Internacionais e de outras entidades. Cada uma delas já deu um valioso contributo em relação à erradicação da pobreza e à promoção da Paz no Mundo.

Numa outra fase do projeto em curso do OIDH, será dado a conhecer à Humanidade, o produto que resultou desse trabalho e que terá efeitos diretos nos mais vulneráveis da sociedade.

Registo de uma Corrente de União Pela Paz no Mundo

No dia 15 de Agosto de 2015, a Freguesia dos Foios, uma Aldeia do interior do país, situada na linha divisória que separa Portugal e Espanha, no Concelho do Sabugal – Distrito da Guarda, integrou uma corrente de União Mundial que visa a Paz no Mundo.

Esta “cadeia” de União constituída pelo Observatório Internacional dos Direitos Humanos (OIDH) foi “abraçada” pelo Reverendo Padre Américo Barroca, pároco desta freguesia, considerado um paladino dos Direitos Humanos.

A solene Celebração Eucarística que decorreu pelas 11:00 desse dia e que foi presidida por esta entidade eclesiástica teve a intenção da Paz no Mundo e ainda de todos os pobres que se encontram espalhados pelos cinco continentes.

No decorrer desta cerimónia, uma criança de 8 anos de idade (Rafael Afonso), proferiu uma simples mensagem carregada de grande simbolismo.

Registamos na íntegra esta mensagem que sensibilizou o mundo e que foi proferida a partir de um distinto ponto geográfico do Planeta, onde existe gente simples e humilde, detentora de uma grande sensibilidade para questões que se prendem com a Dignidade da Pessoa Humana:

(mensagem)

“Neste lindo dia de Assunção a Nossa Senhora, pedimos diretamente desta freguesia dos Foios, que a luz Divina aqueça o coração e ilumine a alma de todas as crianças e de todos os pobres. Que a Paz esteja sempre presente em todos os lugares do Mundo”.

Esta intervenção foi transmitida em direto para os quatro cantos do mundo, através do Canal de Televisão TVI e mereceu numerosos elogios por parte de muitas entidades nacionais e internacionais de diferentes setores sociais, onde se incluem altas personalidades eclesiásticas.

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Rafael Afonso

Veja o Vídeo da cerimónia aqui:

No dia 25 de Outubro de 2015, pelas 17:00, o Reverendo Frei Francisco Sales, um acérrimo defensor dos Direitos Humanos, uniu-se a uma corrente de União pela Paz no Mundo, constituída pelo Observatório Internacional dos Direitos Humanos (OIDH).

Esta individualidade eclesiástica presidiu a uma cerimónia intercultural realizada na Igreja de Santo António de Lisboa, “berço” onde nasceu Santo António.

A referida cerimónia envolveu diversas comunidades religiosas, portadoras de outras culturas, de diferentes lugares do mundo.

É ainda de referir que esta ação invulgar, de características inéditas, transmitida em direto para todo o mundo através de meios tecnológicos apropriados, envolveu diversos grupos musicais, nacionais e internacionais de música popular.

No dia 6 de Dezembro de 2015, pelas 17:00, o Observatório Internacional dos Direitos Humanos (OIDH) entregou à Igreja de Santo António de Lisboa um painel pintado à mão contendo uma gravação de conteúdo de agradecimento.

Ao presente ato, assistiu a comunidade Franciscana do Sul de Portugal e muitos devotos de Santo António que movidos pela fé e pela força da esperança, quiseram estar presentes. O mundo teve a oportunidade de acompanhar este acontecimento através de uma transmissão em direto.

Consequência da realização desta iniciativa foram imensas as manifestações de apreço que o OIDH recebeu de individualidades nacionais e internacionais.

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AS FORÇAS ARMADAS DE PORTUGAL “ABRAÇARAM” UMA NOBRE CAUSA DE ÂMBITO MUNDIAL, ONDE A DIGNIDADE É ATRIBUTO INTRÍNSECO DA ESSÊNCIA DA PESSOA HUMANA.

  

Estado Maior General das Forças Armadas de Portugal

Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo

 

Chefe do Estado-Maior do Exército, General Pina Monteiro

 

Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Saldanha Lopes

 

Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, General José Pinheiro

 

INTRODUÇÃO

A partir do primeiro trimestre do ano 2013, as Forças Armadas de Portugal, através dos seus mais altos responsáveis militares, a convite do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, passaram a integrar uma causa que está a receber o apoio e a solidariedade, das mais prestigiantes entidades e personalidades pertencentes a todos os países do Globo.

No dia 19 de Dezembro de 2013, pelas 11H30, uma representação dos Direitos Humanos foi recebida no Estado Maior General das Forças Armadas.

Esta deslocação visou participar numa cerimónia que teve como objetivo contribuir para a erradicação da extrema pobreza no mundo.

Uma alta patente militar abriu a cerimónia, proferindo algumas palavras de circunstância.

Na presença de individualidades militares dos três ramos, Exército, Marinha e Força Aérea Portuguesa e do próprio Estado-Maior General das Forças Armadas, Sua Excelência Excelentíssimo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo, proferiu uma intervenção alusiva à solenidade.

Seguidamente esta entidade procedeu à entrega oficial do testemunho que visa beneficiar os mais vulneráveis da sociedade.

O representante dos Direitos Humanos expressou igualmente algumas palavras de circunstância.

É oportuno referir que o contributo do testemunho documental recebido pelo representante dos Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade, é proveniente das seguintes entidades:

-Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo

-Chefe do Estado-Maior do Exército, General Pina Monteiro

-Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Saldanha Lopes

-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, General José Pinheiro

Torna-se relevante sublinhar que nesta cerimónia estiveram bem patenteados os princípios consignados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

É pertinente referir que a instituição militar rege-se por elevados valores e princípios humanos, seguindo padrões éticos e morais que se tornam numa referência para a sociedade civil.

É ainda útil sublinhar o seguinte:

As Forças Armadas de Portugal passaram a fazer parte de um conjunto de entidades e personalidades de elevada credibilidade e de grande reconhecimento público, pertencentes a todos os países do mundo, tendo como propósito a erradicação da fome em todo o Planeta.

Todo este trabalho que está a ser desenvolvido em prol da erradicação da extrema pobreza tem características únicas se considerarmos o envolvimento de todos os países, entre muitas outras particularidades que caracterizam esta ação do século XXI, onde os Direitos Humanos estão sempre presentes.

 

O Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo, faz a entrega do “testemunho” ao representante dos Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade

 

O representante dos Direitos Humanos e o Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas trocam algumas impressões relacionadas com o trabalho que está a ser desenvolvido à escala planetária

 Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos


 

De forma resumida, apresentamos outros registos muito relevantes em que, a instituição militar marcou presença.

No dia 24 de Março de 2013, pelas 12H00, na Igreja Matriz dos Foios – Sabugal, uma região do interior de Portugal, realizou-se uma cerimónia solene.

A Celebração Eucarística presidida pelo pároco da freguesia, reverendo padre Américo Barroca, foi por intenção de todos os pobres do mundo.

Foi pedido ainda nesta Eucaristia para que as Forças Armadas recebam a Luz Divina para que possam continuar a desempenhar com «Honra e Glória» as suas nobres missões, em prol do bem comum, não só em Portugal como noutros lugares do mundo, a onde são chamados para cumprir as ações humanitárias e de paz, tendo sempre presente, os mais vulneráveis da sociedade.

Esta cerimónia teve a particularidade de contar com a honrosa presença dos mais altos responsáveis militares:

-Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo

-Chefe do Estado-Maior do Exército, General Pina Monteiro

-Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Saldanha Lopes

-Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa, General José Pinheiro

Foram proferidas duas intervenções, uma a cargo do representante dos Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos e uma outra proferida por Sua Excelência Excelentíssimo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo, em representação dos três ramos das Forças Armadas de Portugal.

Entre os muitos paladinos dos Direitos Humanos que estiveram presentes na cerimónia, marcaram ainda presença, as seguintes autoridades administrativas locais e regionais:

Excelentíssimo Presidente da Junta de Freguesia dos Foios, professor José Manuel Nunes Campos e Excelentíssimo Presidente da Câmara Municipal do Sabugal, Engenheiro António Santos Robalo.

Registamos algumas referências que foram proferidas no ato do evento, pelo representante dos Direitos Humanos Dr. Luís Andrade. Estas referências tiveram o propósito de serem dirigidas às Excelentíssimas Autoridades Militares presentes.

Muito nos estimula e reconforta o facto de sabermos que Vossas Excelências regem-se pelos princípios da dignidade da pessoa humana por partilharem os mais elevados valores humanos que são a essência dos fundamentos morais e espirituais da consciência humana.

A presença de Vossas Excelências nesta cerimónia constitui para o povo desta terra, uma enorme Honra, ao mesmo tempo, dignifica imenso este ato solene, de sublime nobreza, tornando-o num referencial de caráter, de coerência e de ética.

Constitui ainda um legado de incentivo a todos os que se revêm nos princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Considerando que o objetivo do nosso trabalho centrar-se no bem comum, Portugal e os portugueses esperam vir contar, noutras ocasiões, com a prestimosa colaboração de Vossas Excelências no que concerne a integrarem outras iniciativas que contribuam para a erradicação da fome e da extrema pobreza nos pontos mais vulneráveis do Planeta.

É pertinente referir que a nossa ação humanitária, à escala planetária, com características únicas, está a envolver as mais ilustres entidades e personalidades de todo o mundo.

Referências do representante dos Direitos Humanos, dirigidas ao Excelentíssimo Presidente da Câmara Municipal do Sabugal Engenheiro António Santos Robalo.

Saúdo reconhecidamente a presença de Vossa Excelência, uma presença que muito nos Honra por sabermos que é um paladino dos Direitos Humanos.

Quero ainda expressar-lhe o meu profundo agradecimento por estar entre nós, neste momento marcante, de tão denso e transcendente simbolismo não só para a Freguesia dos Foios como também para todo o Concelho do Sabugal.

Referências do representante dos Direitos Humanos, dirigidas ao Excelentíssimo Presidente da Junta de Freguesia dos Foios, professor José Manuel Nunes Campos.

É da mais elementar justiça ao afirmarmos o nosso sentido reconhecimento pela forma deferente e amiga como acolheu esta iniciativa.

Sendo V. Exª um acérrimo defensor dos Direitos Humanos, ao lhe ser feito um convite para integrar um projeto que visa a erradicação da fome e da extrema pobreza no mundo, apraz-nos registar com muito agrado, o facto de que, desde o primeiro minuto em que foi contactado, mostrou sempre total disponibilidade para que a Junta de Freguesia desta localidade, na sua pessoa, “abraçasse” incondicionalmente esta iniciativa.

O exemplo de bem que Vossa Excelência deixa às novas gerações, vai ficar registado nos anais da História desta terra e no Observatório Internacional dos Direitos Humanos, pela sua mui nobre ação e disponibilidade sempre manifestada em ajudar os que mais precisam.

A sua “obra” perpetuará para sempre a sua memória.

Referências do representante dos Direitos Humanos, dirigidas a outras Ilustres individualidades presentes e aos cidadãos da Freguesia dos Foios.

A Vossa presença nesta condigna cerimónia que Vossas Excelências honrosamente e abertamente decidiram “abraçar”, exprime um gesto de enorme nobreza por se identificarem com os princípios consignados na Carta Internacional dos Direitos do Homem.

Este meu profundo reconhecimento à Freguesia dos Foios enfatiza a humildade e a simplicidade na sua mais pura essência, espelhada no coração de um povo que se rege por elevados valores e princípios humanos.

Tenho inteira confiança e plena convicção que toda esta lustrosa moldura humana que hoje aqui se formou, sustenta-se em exímios valores que são intrínsecos aos mais elevados princípios morais, éticos e cívicos da sociedade.

Em meu nome pessoal e em nome de todo o movimento de cidadãos do mundo que me está a apoiar de forma incondicional nesta causa que pretende contribuir para o bem comum, quero agradecer a todos os presentes com infinita gratidão, o facto de se terem associado a uma causa que merece o mais profundo reconhecimento de toda a Humanidade.

Imbuídos numa indómita força moral e anímica, predicados que sempre nortearam o povo desta terra, exorto esta gente boa, para que continue a manter a humildade própria de quem é grande na alma e puro no coração.

Que as Vossas nobres ações se tornem numa boa fonte de inspiração para todos aqueles que pretendam estar disponíveis em ajudar o próximo.

Sua Excelência Excelentíssimo Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas, General Luís Araújo, proferiu igualmente algumas palavras de circunstância.

Além dos agradecimentos, referiu que os militares portugueses trabalham para o bem-estar de todos os seres humanos, não só em Portugal, como em muitos outros lugares do mundo.

Entre as muitas outras considerações feitas relativamente aos Direitos Humanos em geral, o representante direto das Forças Armadas, fez ainda questão de relembrar as palavras de Sua Santidade Papa João Paulo II, numa Homilia na Praça de São Pedro em Roma, onde estavam reunidos militares, o Sumo Pontífice dirigindo-se a estes militares, disse: os militares são verdadeiros arautos e defensores da paz.

Militares do Exército Português, numa ação humanitária na Somália, auxiliam os mais vulneráveis.

Militares da Força Aérea Portuguesa, numa operação de resgate, salvam a vida a um cidadão estrangeiro, em pleno mar.

Militares da Marinha Portuguesa, numa missão humanitária, resgatam refugiados guineenses.

  

Reportagem fotográfica da cerimónia realizada na Aldeia dos Foios – Sabugal

Intervenção do representante dos Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade

 

Intervenção do Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas de Portugal, General Luís Araújo

 

Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas e representante dos Direitos Humanos

Chefe do Estado-Maior do Exército Português e representante dos Direitos Humanos

Chefe do Estado-Maior da Marinha Portuguesa e representante dos Direitos Humanos

 

Chefe do Estado-Maior da Força Aérea Portuguesa e representante dos Direitos Humanos

 

É relevante ainda, deixar aqui a seguinte informação:

Esta Celebração Eucarística que decorreu na Freguesia dos Foios – Sabugal, uma Aldeia do interior de Portugal, com fracos recursos económicos, povoada de gente simples e humilde, está inserida numa corrente mundial de união e de fé.

Neste contexto, já ocorreram cerca de uma centena de cerimónias em Portugal e em países dos cinco continentes, em distintos lugares do mundo que são considerados uma referência para a Humanidade, onde se inclui a Terra Santa, Roma com a presença de Sua Santidade Papa Francisco, Basílica de Santo António em Pádua Itália, Basílica de São Francisco de Assis em Assis Itália, Santuário de Fátima em Portugal (altar do mundo) e muitos outros locais de enorme simbolismo para os cidadãos do mundo.

Também em capelas dos três ramos das Forças Armadas de Portugal, ocorreram celebrações Eucarísticas por intenção de todos os pobres do mundo e em Honra e Louvor a São Francisco de Assis.

Esta corrente de união e de fé é do conhecimento de Sua Santidade Papa Francisco.

Estamos neste momento a organizar o processo relacionado com todas estas cerimónias religiosas, para posteriormente o fazer chegar às mãos de Sua Santidade com os registos de todos os locais do mundo onde decorreram Celebrações Eucarísticas.

Todas estas celebrações foram presididas por entidades Eclesiásticas, nacionais e internacionais, nomeadamente: Padres Diocesanos, Franciscanos, Jesuítas, Cónegos, Bispos, Arcebispos e Cardeais.

Participaram nestas cerimónias personalidades nacionais e internacionais e cidadãos de todo o mundo, algumas cerimónias com transmissão em direto para os cinco continentes.

Foram também imensas as entidades que colaboraram nesta iniciativa, onde se incluem personalidades de Embaixadas espalhadas pelo mundo, de Nunciaturas, entre muitas outras colaborações.

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos


 

 

Registamos um outro evento de características inéditas em Portugal e no resto do mundo desenvolvido pelo movimento mundial dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da fome nos cinco continentes.

Esta iniciativa envolveu o Exército Português, uma alta entidade Eclesiástica do Estado do Vaticano, entre outras entidades.

No dia 18 de Agosto de 2013, a freguesia dos Foios – Sabugal, acolheu de novo um evento que foi considerado por muitas entidades e personalidades de Portugal e de outros países do mundo, como uma ação de grande significado e valor, traduzindo-se num extraordinário exemplo para a Humanidade.

Esta iniciativa consistiu em ajudar os mais vulneráveis da nossa sociedade, os idosos do Lar de São Pedro dos Foios e ainda outros seres humanos que vivem em extrema pobreza nos lugares mais pobres do mundo.

Os utentes do Lar de São Pedro dos Foios foram contemplados com um cheque que chegou do espaço, escoltado por uma equipa de operacionais dos Facões Negros da Escola de Tropas Paraquedistas do Exército.

No solo, aguardava a chegada do referido cheque vindo do espaço, Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins, membro da Comissão para o Governo do Estado do Vaticano.

Esta entidade, após ter recebido o cheque, entregou-o à presidente da comissão de melhoramentos do lar de idosos, professora Amélia Rei, individualidade incumbida de gerir o Lar de São Pedro dos Foios.

A presidente deste Lar de idosos, num gesto de grande sensibilidade humana e de enorme nobreza, doou uma parte do valor do cheque recebido, para ajudar a salvar vidas humanas, nos lugares mais pobres do mundo.

É ainda relevante referir o seguinte: os militares paraquedistas, quando chegaram ao solo, foram recebidos por um grupo de crianças que cantou o Hino dos Boinas Verdes e o Hino Nacional. Estes momentos tornaram-se muito emocionantes para todos os presentes.

Após as individualidades terminaram as suas intervenções, o público presente teve à sua disposição um diversificado número de meios do Exército, proporcionando-lhe momentos de grande curiosidade e satisfação.

Veja em filme o percurso do cheque, desde a saída do avião, até à chegada ao solo.

Esta gravação foi efetuada pelo próprio militar paraquedista que transportou o referido cheque.

Durante o período que permaneceu no espaço, este militar paraquedista, manteve-se sempre “escoltado” por outros operacionais, pertencentes aos Facões Negros da Escola de Tropas Paraquedistas do Exército Português.

Para visualizar o filme do percurso do cheque, entre AQUI.

Para visualizar o filme da “escolta” de segurança, constituida por operacionais detentores de elevada preparação técnica, entre no:

link 1 AQUI

link 2 AQUI

link 3 AQUI

Ouça uma gravação em que os autores da mesma, são cidadãos da sociedade civil.

Esta gravação vem demonstrar  o alto apreço e a elevada consideração em que é tida a instituição militar.

Para a ouvir, entre AQUI

Finalmente não perca a oportunidade de ver uma magnifíca e impressioante mensagem de solidariedade internacional a apelar á almejada paz no mundo, dirigida à Humanidade.

Esta  maravilhosa mensagem, está a ser acolhida por todo o mundo, com muita emoção.

A essência do conteúdo deste vídeo, converge em pleno com o trabalho que estamos a desenvolver à escala planetária.

Para visualizar este extraordinário vídeo, entre AQUI.

 

Reportagem fotográfica do evento realizado nos Foios

 

Também o grupo de concertinas “Forno Musical” de Forno Telheiro de Celorico da Beira – Guarda e o grupo de Bombos do Baraçal de Celorico da Beira – Guarda pretenderam associar-se a esta ação de solidariedade e proporcionar a todos os cidadãos, momentos de grande animação.

É relevante sublinhar que esta iniciativa, que decorreu nos Foios, traduz-se num indubitável exemplo de “cidadania” que favorece os mais fragilizados, garantindo a perenidade da vida e dos Valores Humanos.

Este evento contou com a presença de entidades civis, militares e eclesiásticas, entre outras personalidades internacionais e cidadãos de vários pontos de Portugal e de outros países do mundo, não só da Europa, como também de outros lugares mais longínquos, como é o caso da Austrália.

Gostaríamos de deixar aqui expresso o seguinte:

O Dr. Luís Andrade, representante do movimento dos Direitos Humanos que trabalha em prol da erradicação da extrema pobreza no mundo, na sua intervenção que proferiu no decorrer deste evento, agradeceu a todas as entidades e a todos aqueles que diretamente ou indiretamente contribuíram para que este evento se tivesse tornado numa realidade.

Ficou um especial agradecimento a toda a população dos Foios que “carinhosamente” acolheu esta iniciativa, bem como ao Presidente da Junta de Freguesia local, professor José Manuel Nunes Campos, pelo excelente e extraordinário apoio logístico que prestou em todo o decorrer deste processo, sendo que, sem esse apoio, não teria sido possível ter-se realizado uma iniciativa com esta dimensão.

Torna-se ainda pertinente registar o seguinte acontecimento:

A presença de Sua Eminência Cardeal D. José Saraiva Martins no Lar de idosos dos Foios proporcionou a todos os utentes desse Lar, momentos de grande felicidade e consequentemente, fortes momentos de emoção.

Essa ocasião, veio causar um cenário muito comovente nos momentos que se seguiram, quando se constatou que as faces daqueles seres humanos maravilhosos, ficaram inundadas em lágrimas.

De tão fortes, tão fortes que se tornaram esses momentos, eram capaz de arrancar uma lágrima ao coração mais insensível dos homens.

Cardeal D. José Saraiva Martins

 

Utentes do Lar de São Pedro dos Foios

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

EVENTOS RECENTES COM CARACTERÍSTICAS INÉDITAS EM PORTUGAL E NO RESTO DO MUNDO

O Dia Internacional da Solidariedade Humana, foi Celebrado em Portugal e transmitido para o Mundo, diretamente de um lar de idosos. 

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Localização geográfica da Aldeia dos Foios – Sabugal, local onde decorreu o evento

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Aldeia dos Foios – Sabugal – Guarda – Portugal

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Lar de São Pedro dos Foios

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Solidariedade Humana

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Utente do Lar dos Foios com 101 anos de idade

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Uma utente recebe o “calor humano” de uma Técnica do Lar de São Pedro dos Foios

 

Celebrações no interior do Lar de São Pedro dos Foios – Sabugal – Portugal

INTRODUÇÃO

Os Direitos Humanos celebraram o Dia Internacional da Solidariedade Humana, no interior do Lar de São Pedro dos Foios – Sabugal – Guarda – Portugal.

Esta iniciativa contou com a solidariedade das mais altas personalidades do mundo, ligadas às causas dos Direitos Humanos, pertencentes às duas maiores Organizações Mundiais (ONU e Parlamento Europeu), entre outras.

Nestas celebrações estiveram bem patenteados os princípios consignados na Carta Internacional dos Direitos do Homem, e intrínsecos os valores da dignidade da pessoa humana.

Esta iniciativa visou essencialmente promover a temática da solidariedade no contexto dos Direitos Humanos e ainda envolver a cidadania e respetivas entidades competentes para ajudar à resolução dos muitos problemas que ainda afetam a Humanidade e que persistem no século XXI.

De forma concisa, apresentamos um registo desta cerimónia que foi em prol do bem comum e “acolhida” pelos mais altos responsáveis do mundo que se dedicam a causas nobres em prol da Humanidade.

 

Entidades e Personalidades que Honrosamente “abraçaram” estas celebrações

De forma sucinta, damos a conhecer ao mundo, a excelente e extraordinária colaboração de todas as entidades e personalidades envolvidas que “abraçaram” esta iniciativa.

Num ato de enorme nobreza e de muita dignidade, todas estas personalidades que são consideradas, autênticos paladinos dos Direitos Humanos, demonstraram à Humanidade que estão totalmente solidárias com o Dia Internacional da Solidariedade Humana e que tudo fazem em prol do bem comum.

A Missão de Portugal das Nações Unidas em Genebra solidarizou-se incondicionalmente com a nossa iniciativa, tendo ainda prestado uma excelente e extraordinária colaboração.

Através desta entidade, recebemos a total solidariedade pessoal e institucional da Alta Comissária para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) Navi Pillay.

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Navi Pillay

 

Ainda por intermédio da Missão de Portugal das Nações Unidas em Genebra chegou-nos uma mensagem traduzida em português, de autoria do Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon.

A referida mensagem foi lida por Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, no momento nobre do evento e acompanhada via on-line por todo o mundo.

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Mensagem de autoria do Secretário-Geral da ONU – Ban Ki-moon

 

No dealbar deste século, na Cimeira do Milénio, os líderes mundiais reafirmaram o seu compromisso para com a paz e a segurança, os direitos humanos e a boa governação. Concordaram em estabelecer objectivos mensuráveis e concretos, condensados nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, para reduzir a pobreza extrema, a fome, as doenças preveníveis e outros males sociais e ambientais a nível global até 2015. Reconheceram, para mais, que estes objectivos exigem que todos demonstremos respeito mútuo e aceitemos a nossa responsabilidade partilhada.

Este ano assinalamos o Dia da Solidariedade Humana com a determinação de trabalhar em conjunto para preencher as lacunas que restam para alcançar os Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, traçar o rumo que vamos seguir depois de 2015 e alcançar um futuro sustentável para todos. Todos temos um papel a desempenhar para ultrapassar os desafios económicos, políticos, ambientais e sociais de hoje em dia, e temos do mesmo modo que partilhar os custos e os benefícios do desenvolvimento sustentável de acordo com as nossas necessidades e capacidades. Esta é a essência da justiça e da equidade. É o significado da solidariedade.

Neste Dia da Solidariedade Humana, apelo a que pessoas de todas as nações, fés, culturas e tradições trabalhem em conjunto para cumprir a promessa feita na viragem do Milénio e deixem um legado de paz, prosperidade e progresso sustentável para as gerações vindouras.

Ban Ki-Moon

Secretário Geral das Nações Unidas

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados António Guterres, fez-nos chegar diretamente a sua incondicional solidariedade para com esta iniciativa, sentindo-se ainda muito Honrado com este convite.

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A Eurodeputada Portuguesa do Parlamento Europeu Ana Gomes solidarizou-se incondicionalmente com a nossa iniciativa, tendo ainda prestado uma excelente e extraordinária colaboração.

Através desta personalidade, recebemos uma mensagem de autoria da Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu, Barbara Lochbihler

A referida mensagem foi lida por Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, no momento nobre do evento e acompanhada via on-line por todo o mundo.

 

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Mensagem de autoria da Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu

Eu, Barbara Lochbihler, na qualidade de Presidente da Comissão de Direitos Humanos do Parlamento Europeu, venho expressar o meu apoio e solidariedade para com as comemorações do Dia Internacional da Solidariedade Humana, a ter lugar no lar de idosos de São Pedro dos Foios Sabugal, em Portugal, destacando a importância de promover a solidariedade na sociedade e garantir a assistência aos grupos mais marginalizados.

Atenciosamente

Barbara Lochbiler

Individualidades que intervieram diretamente no ato das celebrações

– Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos – (Diretor do OIDH)

– José Batalha, Presidente da Federação das Instituições de Terceira Idade em Portugal

– Paulo Carvalho, Presidente da Associação dos Empresários Portugueses na Bélgica

– Amélia Rei, Presidente da Comissão de Melhoramentos, órgão que gere o Lar de São Pedro dos Foios

Outras entidades e personalidades que estiveram solidárias com as celebrações

– Embaixador Português Permanente no quartel-general da NATO, Dr. João Mira Gomes;

– Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. José Cesário, tendo ainda colaborado na difusão deste evento, ao fazê-lo chegar às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo;

– Representante da Embaixada de Portugal em Bruxelas, Dr. João Terenas;

– Adido Social da Secção Consular da Embaixada de Portugal em Bruxelas, Dr. Joaquim Tenreira Martins;

– Observatório da Emigração, tendo ainda colaborado na difusão deste evento, ao fazê-lo chegar às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo;

– Federação das Instituições de Terceira Idade em Portugal, tendo ainda colaborado na difusão deste evento, ao fazê-lo chegar aos lares da terceira idade de Portugal;

– Presidente da Junta de Freguesia dos Foios, António Leal Lucas;

– Professor José Manuel Nunes Campos, um paladino dos Direitos Humanos;

– Utentes do Lar de São Pedro dos Foios e toda a comunidade desta localidade que esteve presente;

– Auditório disperso pelos diferentes lugares do mundo e que acompanhou diretamente as celebrações via on-line.

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Dia Internacional da Solidariedade Humana: as comemorações deste dia foram “abraçadas” pelo Mundo.

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Deixamos aqui algumas referências proferidas por Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, no ato do evento.

“O dia Internacional da Solidariedade Humana, dia 20 de Dezembro, é uma data que foi instituída pela Organização das Nações Unidas em 2005, por ocasião da celebração da primeira Década das Nações Unidas para a Erradicação da Pobreza.

Hoje, em conjunto, estamos a celebrar esse dia, para reavivar a memória, num período em que o mundo enfrenta múltiplos desafios e oportunidades, destacando-se a importância da ação coletiva, para superar os problemas universais e alcançar os objetivos mundiais de desenvolvimento, de forma a construir um mundo mais perfeito e mais seguro para todos.

Com estas singelas palavras, que são prelúdio deste importante evento que promove e fortalece os ideais ligados à solidariedade humana, pretende-se deixar uma mensagem de paz e de esperança, a toda a Humanidade.

É para nós uma enorme honra e singular privilégio assinalar este dia, nesta região do interior de Portugal, onde existe gente simples e humilde, detentora de uma enorme sensibilidade humana para questões que se prendem com os Direitos Humanos.

O presente evento que hoje decorre sob a égide da solidariedade humana, de tão denso e transcendente simbolismo que representa para todos, pretende ir em busca do bem e da felicidade que são a essência da vida ética.

Deve ainda deixar-nos em reflexão, para ficarmos a saber qual o mundo em que pretendemos viver.

A história confirma que a Carta Internacional dos Direitos do Homem reúne uma magnífica panóplia de regras e normas que se tornam fulcrais e indispensáveis à estabilidade mundial.

Face à existência destas regras universais, todo o ser humano, tem ao seu dispor as ferramentas necessárias para que possa corporizar os mais elevados princípios morais, éticos e cívicos da sociedade, promovendo assim a solidariedade como uma família global que formamos.

Ao perpetuarmos estas nobres qualidades e virtudes pessoais, dá-nos ainda a possibilidade e a honra de eleger uma sociedade sustentada em sólidos alicerces ideológicos que nos conduz a um futuro mais próspero e mais estável.

Está nas nossas mãos concretizar este desejo e mostrar ainda a todos, que não foi em vão o exemplo dos que souberam, com o seu empenho e dedicação, contribuir para um mundo melhor.

É com reconhecida memória do testemunho que nos deixaram, que todos nos devemos encorajar, perpetuando o seu legado.

Recordemos Nelson Mandela, considerado um símbolo sorridente do sacrifício e da retidão, um exemplo de igualdade, de paz, coragem, união e justiça, inspiremo-nos neste “vulto” de enorme dimensão humana que ajudou a mudar o mundo.

Exorto todos os que partilham os nobres valores humanos, a terem muita fé, muita perseverança, continuidade de esforço e espírito de bem-servir. E se através de tão sublime conduta, a hora final se nos apresentar, roguemos a Deus a ventura de morrer com honra e dignidade, partindo conscientes do nosso dever cumprido.

Quero ainda prestar a devida homenagem a todos, os que, em prol do bem comum, cumprem o seu dever cívico e exercem o direito de cidadania, ajudando os mais desfavorecidos, os pobres, os doentes, os idosos, as vítimas de violência, de descriminação ou de violação dos seus direitos.

É oportuno aqui referir que o Lar de São Pedro dos Foios, por duas ocasiões consecutivas, num ato de solidariedade humana, solidarizou-se com o PAM na intenção de auxiliar os que mais precisam, os que vivem na extrema pobreza.

Quero desejar um Santo Natal e Feliz Natal e um próspero Ano Novo a todos os presentes, extensivo ao auditório que nos está acompanhar via online em todos os lugares do mundo.

Para os marginalizados da sociedade, desejo-lhes que todos os dias seja Natal e que as palavras bonitas que são comuns e correntes nesta quadra, se traduzam numa realidade, estando sempre presente o espírito da solidariedade humana de toda a Humanidade”.

RECONHECIMENTOS PÚBLICOS

Deixamos aqui uma palavra de gratidão a todas as entidades e personalidades nacionais e internacionais que diretamente ou indiretamente colaboraram de forma extraordinariamente meritória para que este evento se tornasse uma realidade.

Em relação às entidades e personalidades regionais, gostaríamos de fazer a seguinte referência:

– É de louvar todo o empenho e grande dedicação demonstrada pela Presidente da Comissão de Melhoramentos do Lar de São Pedro dos Foios, professora Amélia Rei.

– É de enaltecer o elevado profissionalismo e a forma carinhosa e humana evidenciada por todas as funcionárias e funcionários do Lar de São Pedro, que dão todo o seu melhor, para que os utentes deste lar sintam o conforto desejado.

– Merecem a nossa mais elevada estima, consideração, respeito e proteção todos os utentes do Lar de São Pedro, pelo carinho com que nos receberam e pela magnífica moldura humana com que nos presentearam.

– O Presidente da Junta de Freguesia dos Foios, António Leal Lucas, merece uma palavra de gratidão pelo extraordinário apoio que deu a favor de todos os utentes do Lar de São Pedro.

– O Professor José Manuel Nunes Campos, um paladino dos Direitos Humanos, merece uma palavra de gratidão por toda a colaboração prestada, não só nesta ocasião, como em muitas outras que mereceram o nosso máximo reconhecimento.

– A comunidade local merece-nos igualmente uma palavra de especial gratidão. Sempre que lhe é solicitada colaboração em ações de solidariedade social, está sempre disponível em ajudar os mais necessitados, aqueles que mais precisam.

– O Município do Sabugal merece-nos também uma referência de agradecimento e reconhecimento pelo apoio logístico prestado, não só nesta ocasião, como também noutras em que foi solicitado.

– Ao Conjunto Musical Rosinha do Centro Cultural da Guarda, estamos muito gratos pela solidariedade e disponibilidade manifestada. Voluntariamente proporcionou inesquecíveis e maravilhosos momentos de animação a todos os utentes do Lar de São Pedro e a todos os presentes.

– Aos técnicos de imagem e de som, Dr. João Paulo Morais Cabral, e Engenheiro Tiago Miguel Morais Cabral, os responsáveis que estabeleceram com elevado profissionalismo e muito empenho a transmissão do direto via on-line para os cinco continentes, deixamos aqui também o nosso infinito agradecimento e profundo reconhecimento. Sem este prestimoso contributo, o presente evento não teria chegado aos cidadãos que se encontram nos mais longínquos lugares do mundo.

É com muita humildade que deixamos aqui expresso esta relevante informação: na sequência deste evento, chegaram-nos mensagens provenientes dos mais variados países do mundo, felicitando-nos pelos sublimes momentos que proporcionamos à Humanidade.

(Estas manifestações devem constituir motivo de orgulho e muita felicidade a todos os que, direta ou indiretamente contribuíram para que estas celebrações se tivessem tornado num êxito).

Portugal, 10 de Janeiro de 2014

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

 

O EVENTO QUE SENSIBILIZOU O MUNDO
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA

É possível ouvir o programa radiofónico, clicando no texto abaixo .

OUÇA AQUI O PROGRAMA RADIOFÓNICO

O evento foi realizado no dia 25 de Fevereiro de 2010. Tem como objectivo, não só transmitir uma simples mensagem, mas pretende também que o seu conteúdo se venha a traduzir numa prática do dia-a-dia de todos nós.

Na qualidade de Presidente da Comissão Executiva deste evento, quero agradecer a total disponibilidade apresentada por todas as entidades e personalidades convidadas que “abraçaram” e colaboraram nesta iniciativa. Um gesto nobre e muito honroso que certamente não passará despercebido a toda a humanidade, assim como a forma louvável que publicamente demonstraram e se identificaram com os direitos humanos e com os valores cívicos, com um simples objectivo: o bem de todos.

O presente programa foi acompanhado por todo o mundo, no dia 25 de Fevereiro de 2010, pelas 20 horas de Portugal Continental, através da Rádio Botaréu.

A Rádio Ibérica, localizada na Alemanha, fez a retransmissão do directo para 181 países. Os restantes pontos do globo seguiram o programa radiofónico via online, através de outros órgãos e canais de comunicação social que estabeleceram contacto com a própria Rádio Ibérica.

“A paz é a única forma de nos sentirmos realmente humanos.”

Abolição da Escravatura e Direitos Humanos

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Este evento foi projectado para ter duas partes:

Umas das partes; caracterizou-se com um pedido de autorização para o dia 25 de Fevereiro de 2010, efectuado à Assembleia da República para a realização de uma cerimónia alusiva aos Direitos Humanos na própria Assembleia da República.

Coincidindo esse dia com os trabalhos de discussão do Orçamento de Estado, foi posto à consideração do Órgão da Assembleia da República, a designação de nova data.

A outra parte do evento foi o programa radiofónico em que ilustres entidades e personalidades Internacionais e Nacionais, proferiram uma mensagem para todo o mundo visando a paz social.

O evento, assentou fundamentalmente nos Direitos Humanos, procurando tornar o mundo melhor, mais fraterno, mais justo, acabar com as guerras, com os ódios e visou darmos todos as mãos independentemente da raça, ideologia ou origem do País a que pertençamos.

Entidades e personalidades que aceitaram fazer parte deste evento internacional:

Constituição da Comissão Executiva:

– Presidente da Comissão Executiva, Luís Andrade

– Professora Doutora, Laura Vasconcelos

– Professora Doutora, Maria José Azevedo Santos

 

Constituição da Comissão de Apoio:

– Dra. Maria Antónia Almeida Santos, Deputada da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. Victor Batista, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. João Portugal, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. Horácio Antunes, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dra. Rosário Águas, Deputada da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. Pedro Saraiva, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Eng. Nuno Encarnação, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. Mota Pinto, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Dr. João Serpa Oliva, Deputado da Assembleia da República pelo Círculo de Coimbra

– Professor Doutor, Rui de Alarcão, Membro Actual do Conselho Superior do Ministério Público, ex-Reitor da Universidade de Coimbra e Conselheiro de Estado

– Professor Doutor, Fernando Regateiro, Presidente do Conselho de Administração dos Hospitais da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Manuel Antunes, Director do Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Américo Figueiredo, Director do Serviço de Dermatologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra

– Professor Dr., António Neto da Silva, da Universidade Católica de Lisboa, Presidente da Associação de Amizade Portugal/Estados Unidos da América, ex-Secretário de Estado do Comércio Externo

– Professor Doutor, Boaventura de Sousa Santos, Director do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra

– Dra. Odete Isabel, Directora dos Serviços Farmacêuticos dos Hospitais da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Miguel Castelo Branco, Director do Instituto Biomédico de Investigação da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra.

– Dra. Rosa Reis Marques, Presidente da Administração do Centro Hospitalar de Coimbra

– Professor Dr., Batel Marques, da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Rui Fausto, da Universidade de Coimbra

– Dr. João Mário Mascarenhas, Director do Museu da República e Resistência

– Dr. Paulo José Almeida Costa, Director do Agrupamento de Escolas da Pedrulha – Coimbra

– Doutor, José Jorge Letria, Administrador-delegado da Sociedade Portuguesa de Autores

Constituição da Comissão de Honra:

– Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, Eng. António Guterres

– 1º Ministro da República de Timor-Leste, Kay Rala Xanana Gusmão

– Ex-Presidente da República, General Ramalho Eanes

– Ex-Presidente da República, Dr. Mário Soares

– Ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Barbosa de Melo

– Ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Almeida Santos

– Ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Mota Amaral

– Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Dr. Noronha Nascimento

– Procurador-Geral da República, Dr. Pinto Monteiro

– Ministro da Defesa Nacional, Dr. Augusto Santos Silva

– Ministro da Administração Interna, Dr. Rui Pereira

– Ministra da Educação, Dra. Isabel Alçada

– Chefe do Estado Maior General das Forças Armadas, General Luís Vasco Valença Pinto

– Chefe do Estado Maior do Exército, General Pinto Ramalho

– Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante Melo Gomes

– Chefe do Estado-Maior da Força Aérea, General Luís Esteves de Araújo

– Provedor de Justiça de Portugal, Dr. Alfredo José de Sousa

– Director Nacional da Polícia de Segurança Pública, Superintendente-Chefe Oliveira Pereira

– Director Nacional da Polícia Judiciária, Dr. Almeida Rodrigues

– Presidente da Comissão Nacional da UNESCO, Dr. Fernando Andressen Guimarães

– Presidente da Assistência Médica Internacional (AMI), Professor Doutor Fernando Nobre

– Presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, Dr. Luís Barbosa

– Presidente do Comité Português para a UNICEF, Dr. Manuel Pina

– Bastonário da Ordem dos Advogados, Dr. Marinho Pinto

– Presidente da Fundação Caloust Gulbenkien, Dr. Emílio Rui Vilar

– Presidente do Instituto de Apoio à Criança, Dra. Manuela Eanes

– Presidente da Pro Dignitate Fundação de Direitos Humanos, Dra. Maria de Jesus Barroso Soares

– Presidente do Conselho Geral da Fundação do Gil, Dra. Maria José Rodrigues Rita

– Presidente da Fundação INATEL, Dr. Victor Ramalho

– Presidente da Fundação Humberto Delgado, Dra. Iva Delgado

Entidades Discursantes Programa Radiofónico:

– Presidente da República Democrática de Timor-Leste, Dr. José Ramos Horta, Prémio Nobel da Paz

– D. Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz

– Prémio Nobel da Paz, Adolfo Pérez Esquivel – Mensagem lida por Ana Rita Lopes Andrade, Estudante da Universidade de Coimbra

– Dom Duarte Pio Duque de Bragança

– Grão Mestre do Grande Oriente Lusitano (Maçonaria Portuguesa), Professor Doutor António Reis

– Presidente da Rotary de Portugal, Governador do Distrito 1970, Professor Doutor Manuel Cordeiro. A Rotary Internacional tem a sua sede nos Estados Unidos da América e está representada em mais de duzentos Países do mundo.

– Presidente do Conselho Nacional de Governadores dos Lions de Portugal, Dra. Teresa Gama Brandão. Os Lions têm a sua sede nos Estados Unidos da América e estão representados em mais de duzentos Países do mundo.

– Presidente da International Police Association (IPA) – secção portuguesa, Alcino Ferreira da Costa. A sede dos principais órgãos desta organização, localizam-se em Londres, Chipre e Genebra e está representada em cerca de 70 Países do mundo e é reconhecida pela Organização das Nações Unidas.

– Presidente da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, Dra. Lucília José Justino. A Amnistia Internacional tem a sua sede em Londres e está representada em mais de 150 Países do mundo.

– Escritor e poeta Manuel Alegre

– Presidente da Associação 25 de Abril, Coronel Vasco Lourenço

– Dr. António Arnaut, ex-ministro dos Assuntos Sociais

– Professor Doutor, José Joaquim Gomes Canotilho, da Universidade de Coimbra, Constitucionalista e Conselheiro de Estado

– Professor Doutor, Amadeu Carvalho Homem, Historiador da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Sebastião Formosinho, Director do Departamento de Química da Universidade de Coimbra

– General Augusto Monteiro Valente, (Capitão de Abril) Agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade, ex 2º Comandante-Geral da Guarda Nacional Repúblicana

– Professor Doutor, João Gouveia Monteiro, Director de Imprensa da Universidade de Coimbra

– Professor Doutor, Luís Reis Torgal, Coordenador de Investigação do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra

– Doutor, José Miguel Júdice, antigo bastonário da Ordem dos Advogados

– Psicólogo e Professor, Carlos Fernandes, da Universidade de Aveiro

– Doutor. Quintino Aires, Psicólogo Clínico

– Doutorando, Victor Barros, Investigador da Universidade de Coimbra

– Estudante do Ensino Superior de Coimbra, Eduardo Marques

 

Direitos Humanos e Serviço Nacional de Saúde (SNS)

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Conferência

No dia 8 de Abril de 2016, pelas 10:30, realizou-se na Escola Secundária de D. Duarte – Coimbra, organizado pelo Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), pelo Projeto de Educação para a Saúde e pelo responsável pela Rede de Escolas Associadas da UNESCO do AECO, uma conferência proferida pelo Dr. António Arnaut (Fundador do Serviço Nacional de Saúde em Portugal), tendo como público-alvo, preferencialmente, alunos do 11º e 12º anos e professores.

Esta conferência que teve como temática Direitos Humanos e Serviço Nacional de Saúde abrangeu um leque muito variado de conteúdos, nomeadamente, Democracia, Estado Social e Serviço Nacional de Saúde.

Veja parte da gravação desta iniciativa aqui:

 

Palestra sobre Missões de Paz e Ações Humanitárias das Forças Armadas de Portugal

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O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), no âmbito da sua missão, organizou no passado dia 24 de Maio de 2016, um evento sobre Missões de Paz e Ações Humanitárias das Forças Armadas Portuguesas.

Esta ação decorreu no Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel em Coimbra e destinou-se a alunos deste Estabelecimento de Ensino e professores.

A Palestra foi apresentada pelo Major Gustavo Ferreira Gapo, em representação da Brigada de Intervenção do Exército Português.

É de realçar o interesse manifestado pelo público-alvo, no que concerne às temáticas que foram abordadas pelo Major Gustavo Gapo, nomeadamente as missões nacionais e internacionais de Paz e Ações Humanitárias que estão atribuídas aos três ramos das Forças Armadas de Portugal; Exército, Marinha e Força Aérea Portuguesa.

Esta iniciativa insere-se num conjunto de ações que estão a ser desenvolvidas em Estabelecimentos Escolares de Portugal, com o envolvimento das Instituições Militares.

Real Associação de Viseu

Primeira Foto

Conferência

“Revolução Cultural no Mundo Ocidental”

Introdução

No dia 12 de Abril de 2016, pelas 12:00, decorreu no Clube de Viseu uma conferência organizada pela Real Associação de Viseu “ A Revolução Cultural no Mundo Ocidental”.

A iniciativa contou com a presença de um ilustre painel de entidades convidadas, acérrimas defensoras dos Direitos Humanos, provenientes de diferentes pontos do País.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado pelo seu Presidente, Dr. Luís Eduardo Afonso Andrade, tendo sido recebido pelo Dr. Álvaro Meneses, Presidente da Real Associação de Viseu, um paladino dos Direitos Humanos.

Esta conferência foi proferida por Raymond Joseph de Souza, Cavaleiro da Ordem Soberana e Militar de Malta, cidadão brasileiro e americano que há 25 anos se vem distinguindo como conferencista internacional pelo trabalho que tem desenvolvido em defesa dos Valores da Vida e da família intrínsecos à Civilização Cristã que esteve na raiz das nações do Mundo Ocidental.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) constatou que as temáticas que foram abordadas nesta conferência revelaram-se de uma extraordinária relevância ao visarem o bem comum da Humanidade, tendo-se verificado que os nobres valores e princípios intrínsecos à dignidade da pessoa humana estiveram bem patenteados nesta conferência, um exemplo a seguir por todos os que pretendam obter a Paz e o bem social.

“Raymond de Souza é um apresentador da EWTN, considerada a maior rede de televisão católica do mundo e representante da Human Life International para as Missões Internacionais desta associação.

Através destas entidades e das associações que fundou – Sacred Heart Insitute (Estados Unidos) e Saint Gabriel Communications (Austrália) – a sua ação tem-se desenvolvido principalmente na América do Norte, na Austrália e na Nova Zelândia, mas atualmente estende-se a 27 países onde tem dirigido a palavra aos mais diversos públicos e em quatro línguas (inglês, francês, espanhol e português).

No âmbito de um novo ciclo de conferências pela Europa (Portugal, Espanha, Hungria, República Checa e Inglaterra) Raymond de Souza foi a Viseu falar do que tem visto pelo mundo em matéria de “Revolução Cultural” e do que, na sua perspetiva, se poderá fazer para deter o processo de desagregação que, na sua opinião, vai minando as nações do Ocidente, as famílias e os Valores da Civilização Cristã”.

No final da conferência seguiu-se um almoço para todos os participantes.
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Conferencista, Raymond Joseph de Souza dando início à conferência

 

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Conferencista, Raymond Joseph de Souza, “expondo diferentes pontos de vista em função dos conhecimentos adquiridos ao longo da vida, em contacto com as mais diversas culturas do mundo ”

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Dr. Álvaro Meneses, Presidente da Real Associação de Viseu, Dr. Raymond Joseph de Souza, Internacional Conferencista e Dr. Luís Andrade, Presidente do Observatório Internacional Direitos Humanos (OIDH)

 

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Jornadas de Reflexão

Direitos Humanos na Europa e na Lusofonia

Introdução

 Síntese das Jornadas de reflexão sobre Direitos Humanos na Europa e na Lusofonia

 Em 23 de Fevereiro de 2016, pelas 15:00, decorreram no Ateneu Comercial do Porto – Portugal, as Jornadas de Reflexão sobre Direitos Humanos na Europa e na Lusofonia.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), em conformidade com o estipulado nos seus Estatutos, esteve representado pelo seu Presidente nesta iniciativa a convite da Associação do Curso de Estudos Europeus, Lusófonos e Relações Internacionais, na pessoa do Exmº Presidente da ACELRI, Professor Doutor Manuel Gonçalves Martins, um paladino dos Direitos Humanos.

Esta iniciativa contou com um ilustre painel de palestrantes, individualidades consideradas acérrimas defensoras dos Direitos Humanos.

Constituição do painel dos intervenientes:

– Professor Doutor, Manuel Gonçalves Martins (Presidente da ACELRI)

– Professora Doutora, Célia Taborda (Presidente do Conselho Consultivo da (ACELRI)

– Engenheiro, Manuel Cunha (Amnistia Internacional)

– Professor Doutor, Pires Laranjeira (Universidade de Coimbra)

– Professor Doutor António Tavares (Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Porto)

– Professora Doutora, Elisabete Pinto da Costa (Presidente da A. G. ACELRI)

– Dr. Francisco de Assis (Deputado Europeu)

– Dr. Jedrzej Czerep (Opeon Dialog Fundation)

– Professor Doutor, Rui Tavares (Historiador)

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) considera que as temáticas que foram abordadas nestas Jornadas revelaram-se de uma extraordinária e significativa relevância por visarem o bem comum da Humanidade.

O OIDH ao congratular-se com esta iniciativa, deixou uma palavra de estímulo à ACELRI incentivando-a a continuar na prossecução dos seus objetivos que têm como único propósito, contribuir para o bem comum de todos, sem exceção.

 

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O Presidente do OIDH e o Presidente da ACELRI

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DISCURSO

Do Presidente da Comissão Executiva

Luís Andrade

 

“Assinalam-se hoje, 25 de Fevereiro de 2010, 141 anos da proclamação (em 1869) da abolição da escravatura em todo o Império Português. A escravatura havia sido abolida, pelo Marquês de Pombal, durante o reinado de D.José I, a 12 de Fevereiro de 1761, mas apenas na Metrópole e na Índia. Mas só após um decreto de 1854 é que os primeiros escravos, os do Estado, foram libertados, e mais tarde os escravos da Igreja pelo Decreto de 1856. Foi o decreto de 1869 que proclamou a abolição em todo o território português, pondo-lhe fim definitivo apenas em 1878:

Portugal teve um papel central no que deve ser encarado como um dos maiores crimes da história da civilização ocidental: a massiva deslocação de seres humanos, agravada com as centenas de milhares de mortes decorridas durante as viagens, com o fim de serem vendidos e usados como meros objectos de trabalho. Estima-se que entre 1450 e 1900, mais de 11 milhões de Africanos tivessem sido sujeitos ao comércio de escravos transatlântico.

A abolição da escravatura destruiu o abominável preconceito, tantas vezes defendido por razões venais, que roubava a pessoas de raça negra a dignidade resultante da sua condição de seres humanos, relegando-as para um estatuto próximo da pura e irracional animalidade. Porém, a escravatura subsiste entre nós ainda hoje, tantas vezes sob forma dissimulada e capciosa. As diversas formas de discriminação, os tipos de violência exercidos sobre crianças e mulheres, as segregações tantas vezes fundadas na etnia, na cor da pele ou na simples animosidade são outras tantas perversões que se aproximam dos comportamentos esclavagistas.

Muitos estudiosos do tema da Escravatura Moderna referem que antigamente o escravo era um ‘bem’ caro e raro, e por isso mesmo merecedor de certos cuidados. Mas, nos tempos que correm, é a própria lei da oferta e da procura a encarregar-se de baratear e vulgarizar o “produto”. A explosão demográfica, conjugada com o aumento da pobreza e da exclusão social, gerando a desigualdade económica e favorecendo um torrencial fluxo de emigrantes, determinaram fenómenos de espantosa exploração, bem próximos dos que outrora caracterizaram a escravatura. Ao desenraizamento dos que buscam noutras paragens condições de sobrevivência e à desigualdade no tratamento legal dos litígios, somam-se os recursos a formas de coacção, tantas vezes impunes.

Assim nos apercebemos de que a escravidão, mesmo aquela que se acolhe sob os mais diversos disfarces, não é uma questão apenas económica ou apenas social. É antes uma questão ética, que apenas poderá ser resolvida pelo reforço da cidadania responsável.

É sabido que na raiz semântica da palavra escravidão se inserem as noções de subjugação, de servidão, de sujeição e tirania. Mas talvez nem sempre seja reconhecido que as sociedades actuais, mesmo as mais desenvolvidas, transigem fingem desconhecer esta verdadeira patologia sociocultural. Por isso, é imenso o que está por fazer. Torna-se necessário conquistar os mais jovens para este combate, incutindo-lhes a ideia de que se torna premente dar maior protecção às camadas desfavorecidas da população mundial, mais sujeitas a serem empurradas ou forçadas para um sistema larvar de escravatura. Não podemos sonegar-lhes exemplos gritantes do que ainda hoje se passa, diariamente, neste preciso instante em que comemoramos a abolição da escravatura há 141 anos atrás.

Há crianças em alguns pontos do globo que sobrevivem recolhendo lixo. Normalmente, quando se pergunta a uma criança o que mais gostaria de ter, ela fala de brinquedos, jogos ou rebuçados. Contudo, estas resignadamente respondem, resignadamente, que somente querem “vegetais que possam vender”.

Em certos pontos do mundo, meninas de apenas 8 anos, escravas de uma tradição desumana e cruel, sofrem a mutilação dos seus órgãos genitais, em nome de inaceitáveis critérios de religiosidade ou de pseudo-cultura autóctone que tolhe a mulher na sua liberdade e dignidade. A violência que ainda hoje se abate, em muitas zonas do mundo, sobre crianças, mulheres e velhos é uma das grandes vergonhas, um dos enxovalhos mais insuportáveis do actual estado de coisas da Humanidade.

Às formas mais requintadas da exploração do trabalho, de que já foram alvo muitos dos nossos concidadãos, podemos juntar o tráfico de mulheres para fins de prostituição, exemplo bem conhecido em Portugal. Num e noutro caso, os abusos cometidos fazem-se acompanhar por toda a gama de violências físicas e psicológicas.

É isto que nos permite concluir que a escravidão ainda persiste, ainda vigora entre nós, por défice de afirmação dos verdadeiros valores humanos. Os estigmas oriundos da segregação exercida sobre grupos, etnias e até usos e costumes, marcando como gado as suas vítimas, são uma das grandes infâmias do nosso tempo. A discriminação sobrepõe-se aqui à meritocracia.

Muito trabalho tem o homem pela frente para evoluir, para construir uma sociedade mais justa, onde o direito à liberdade, à vida, ao trabalho e à felicidade possam, enfim, constar do horizonte de qualquer ser humano.

A comemoração dos 140 anos da abolição da escravatura singulariza-se como um excelente momento de reflexão sobre o estado deste mundo em que vivemos, de modo a que possamos, juntos e em unidade, construir as bases de uma sociedade melhor.

É este o voto que aqui deixamos em nome da dignidade da Pessoa Humana, em nome da Justiça Social, em nome do Futuro da Humanidade, numa palavra, em nome da Paz.

Agora peço um minuto de silêncio em homenagem e em memória de todos os seres humanos do mundo, vítimas de violações dos direitos humanos, bem como daqueles que neste momento estão sofrendo o desrespeito dos mais variados princípios consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.”

Luís Andrade

CONVITE

  

“A grandeza da alma é uma flor oculta e rara que só exala o seu admirável perfume quando agita os ventos das tormentas”. (L.Botteau)

Convido todos os visitantes desta página online do OIDH a ouvirem com muita atenção a letra genial da melodia com que somos “brindados” nestes dois vídeos relativos a Zeca Afonso.

O conteúdo dos mesmos revela a excelência da nobreza do caráter que caracterizou este notável ser humano e merece ser apontado como um exemplo de sublime grandeza moral, ética e cívica, dentro da esfera da cidadania.

No seu conjunto, estas duas belíssimas canções, além de estarem em sintonia e perfeitamente ajustadas às realidades do século XXI em qualquer parte do mundo, convergem em pleno com o conteúdo expresso na intervenção: a abolição da escravatura.

O magnífico som que podemos ouvir nos referidos vídeos transforma-se em incríveis raios de luz que iluminam a alma de todos os que partilham os princípios consignados na Carta Internacional dos Direitos do Homem.

O vigor com que é transmitida essa energia enche de extrema coragem moral qualquer ser racional que se reveja em tudo o que seja em ajudar o próximo.

O riquíssimo conteúdo do legado histórico que Zeca Afonso nos deixou relativamente ao significado simbólico destas duas melodias permite servir de fonte de inspiração a muitos outros paladinos dos Direitos Humanos.

Em nome de todos os que partilham do enorme sentimento que estes dois vídeos nos transmitem, deixamos aqui um bem-haja ao grande poeta e músico que foi Zeca Afonso.

“Paz à sua alma”

Aos autores da gravação destes dois vídeos, muitos parabéns.

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos

Uma “ viagem” aos tempos da escravatura num excelente trabalho, parabéns aos autores destes vídeos.

 

DIA MUNDIAL DA BIOÉTICA – 2016

O dia Mundial da Bioética foi celebrado na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Os nobres valores intrínsecos aos Direitos Humanos estiveram bem patenteados neste evento.

Torna-se pertinente salientar que a Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, tem como Hospital Escolar, o Centro Hospitalar de São João, sediado nesta cidade.

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O Dia Mundial da Bioética foi celebrado pela primeira vez à escala mundial no passado dia 19 de outubro, com uma celebração conjunta nos 124 centros da International Network UNESCO Chair in Bioethics – Cátedra de Bioética da UNESCO (Haifa).

Em Portugal o Dia Mundial da Bioética foi assinalado com uma sessão na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. A iniciativa enfatizou os valores que estiveram na base da instituição deste dia mundial, nomeadamente a Declaração sobre Bioética e Direitos Humanos da UNESCO, sendo ocasião para Rui Nunes se debruçar sobre “A Bioética e os Direitos Humanos”, a que se seguiu a intervenção da deputada Isabel Moreira acerca de “Direitos Humanos e Direitos da Mulher”. Este evento contou ainda com a participação do Embaixador Lobo de Mesquita, da Comissão Nacional da UNESCO, do Prof. Sebastião Feyo de Azevedo, Reitor da Universidade do Porto, da Profª Amélia Ferreira, Diretora da FMUP, do Prof. Altamiro da Costa Pereira, Diretor do Medcids, do Dr. Miguel Guimarães, Presidente da Secção Regional do Norte da Ordem dos Médicos, e dos Drs. Carlos Vital e José Gallo, respetivamente Presidente e Diretor do Conselho Federal de Medicina do Brasil, e ainda da Profª Guilhermina Rego, Vice-Presidente da Câmara Municipal do Porto.

Esta sessão incluiu a atribuição do 1º prémio da International Competition of the World Bioethics Day, concurso público internacional que pretendeu avaliar a melhor contribuição científica na área da bioética, e que foi atribuído à investigadora da FMUP Francisca Rego (e colaboradores) facto que se traduziu num enorme prestígio para a bioética Portuguesa.

De facto, a bioética tem vindo a ganhar relevo progressivo no seio da UNESCO e a instituição deste Dia Mundial da Bioética tem por principal objetivo principal estimular a cooperação multilateral de uma rede internacional de institutos de formação em Bioética (International Network – UNESCO Chair in Bioethics), associando-se a escolas de ensino superior, tanto em países desenvolvidos como em países em desenvolvimento.

O médico português Rui Nunes, coordenador mundial do Departamento de Investigação da International Network – UNESCO Chair in Bioethics, afirmou neste evento que um dos grandes desafios da Cátedra de Bioética da UNESCO (Haifa) é, precisamente, a luta por uma sociedade global mais justa, no plano dos direitos humanos e da igualdade de oportunidades. Nesse sentido Rui Nunes propôs à UNESCO a elaboração de uma Declaração Universal de Igualdade de Género

HOMENAGEM NO PANTEÃO NACIONAL EM LISBOA PORTUGAL

No dia 21 de Maio de 2012, pelas 11H00, Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, homenageou no Panteão Nacional em Lisboa, o Marechal Humberto Delgado, um acérrimo defensor da liberdade de pensamento e da liberdade de expressão, direitos que estão consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Introdução

O ato solene que foi realizado no Panteão Nacional, dia 21 de Maio de 2012, pelas 11H00, sustenta-se nos princípios que estão subjacentes à Carta Internacional dos Direitos do Homem.

Pretende-se com a nobreza deste gesto reconhecer aqueles que doaram a vida em prol da defesa da liberdade de pensamento e da liberdade de expressão.

Na qualidade de promotor e defensor dos Direitos Humanos, regendo-me pelos mais elevados valores morais e cívicos, procuro contribuir para um mundo mais livre, mais fraterno, mais solidário, mais tolerante e mais justo, que permita mais igualdade entre os homens.

Convidei Dalila Cabrita Mateus, professora da Escola Pedro de Santarém – Benfica Lisboa, a propor à Direção do seu Agrupamento para que este, se fizesse representar no ato solene realizado no contexto dos Direitos Humanos, no Panteão Nacional. Esta participação visou integrar os alunos deste Agrupamento numa homenagem a Humberto Delgado como defensor da liberdade de pensamento e da liberdade de expressão.

A professora Dalila Cabrita Mateus integra o Projeto TEIP «Integração de alunos». Projeto que tem sido desenvolvido em parceria com a professora Ana Teixeira, e com alunos da Escola Arquiteto Ribeiro Telles, no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.

Os alunos elaboraram um texto que foi lido no Panteão Nacional. Para a leitura desse texto, foram selecionados dois alunos da Turma A, do 6º ano, em representação de todos os alunos do Agrupamento.

Estiveram presentes nesta efeméride: a filha do homenageado, Dra. Iva Delgado, o Professor Dr. Frederico Delgado Rosa, um dos netos do «General sem medo», o senhor Victor Ribeiro, encarregado de educação de um dos alunos, bem como a professora da turma Dra. Dalila Mateus e o Dr. Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, além dos dois alunos que representaram o Agrupamento, Mariana Melo Silva Teixeira e Pedro Miguel Moreira Ribeiro.

Este ato solene vai ficar documentado em registo histórico para a posteridade através de fotografias e textos, podendo ainda servir de fonte inspiradora e de exemplo às novas gerações.

O presente reconhecimento assim como outros que já decorreram e outros que vão ser realizados contam com o prestimoso contributo de distintos cidadãos, acérrimos defensores dos Direitos Humanos, dispersos pelos cinco continentes.

Conta igualmente com a solidariedade de muitos milhões de seres humanos espalhados por todos os lugares do mundo, que se identificam com todas estas ações que visam tornar um mundo mais solidário, independentemente do quadrante ideológico e social a que pertençam.

No dia 14 de Fevereiro de 2009, pelas 22H00 de Portugal e a pedido de um número muito expressivo de cidadãos paladinos dos Direitos Humanos, Luís Eduardo Afonso Andrade, organizou um evento que consistiu na transmissão de várias mensagens que visaram relembrar o Marechal Humberto Delgado no contexto dos Direitos Humanos.

Foram vários os órgãos de Comunicação Social que transmitiram e retransmitiram o direto que foi proferido em várias línguas para os cinco continentes. Este programa foi seguido com muita atenção pela comunidade de emigrantes.

Cerca de duas dezenas de individualidades de diferentes quadrantes da sociedade, onde se incluem personalidades civis, eclesiásticas e militares, proferiram uma mensagem de grande reconhecimento a Humberto Delgado.

A comunidade Académica esteve igualmente representada por um aluno do ensino superior. A sua intervenção foi muito elogiada não só pelos ouvintes que se encontravam em Portugal como também por muitos emigrantes espalhados por diferentes países do mundo.

Relação das personalidades que proferiram uma mensagem:

Luís Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos fez a abertura do evento com uma intervenção alusiva ao ato. Seguidamente intervieram as seguintes individualidades:

– Dra Iva Delgado, filha do General Humberto Delgado e presidente da Fundação Humberto Delgado, falou em duas línguas (Português e Inglês).

– D. Ximenes Belo, Prémio Nobel da Paz, falou em duas línguas (Português e Tétum).

– General paraquedista, Fausto Marques, antigo Comandante do Regimento de paraquedistas.

– General paraquedista Costa Lemos, antigo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército e presidente do Conselho Superior de Disciplina do Exército Português.

– General Monteiro Valente, antigo 2º Comandante Geral da Guarda Nacional Republicana e ex-Comandante do Centro de Operações Especiais do Exército Português.

– Dr. António Arnaut, antigo Ministro dos Assuntos Sociais do II Governo Constitucional.

– Dr. Moita Flores, presidente da Câmara Municipal de Santarém, criminologista e antigo Inspetor da Polícia Judiciária.

– Doutor Carlos Fernandes, professor universitário na Universidade de Aveiro.

– Doutor Batel Marques, professor Universitário na Universidade de Coimbra.

– Dr. Fernando Capela Miguel, professor e diretor do Jornal Povo de Guimarães.

– Dr. José Machado, presidente Honorário da Federação das Associações Portuguesas em França e Vice-Presidente da Associação dos Portugueses no Estrangeiro.

– Médico, Montalvão Machado, autor de ter gravado, guardado e mantido na sua posse durante mais de trinta anos a única gravação radiofónica existente com a voz do General Humberto Delgado.

– Professora Dalila Cabrita Mateus, Historiadora e Investigadora da História Contemporânea em Portugal.

– Professora, Brites Marques, antiga diretora de um Agrupamento de Escolas.

– Estudante Universitário de Coimbra, Eduardo Manuel Pedrosa Marques.

Este evento foi notícia em diferentes jornais e revistas do país e contou com a prestimosa colaboração de diversas entidades e personalidades de Portugal.

Considerado o sucesso deste evento, os mais altos Órgãos do Estado Português receberam uma gravação em CD de todo o programa. O registo deste evento ficou ainda em registo histórico noutras Instituições públicas e privadas.

Nesse mesmo dia, 14 de Fevereiro de 2009, entidades estrangeiras, no seu País, prestavam uma homenagem a Humberto Delgado. O Estado Português fez-se representar.

Todos os cidadãos que abraçam estas causas dos Direitos Humanos, têm bem presente o expresso na Proclamação dos Direitos Fundamentais da pessoa Humana: “a dignidade é intrínseca à pessoa humana” e ainda, “todo o ser humano é pessoa”.

Fica aqui expresso um reconhecido agradecimento a todos os que estiveram presentes no ato solene realizado no dia 21 de Maio de 2012 no Panteão Nacional e a todas as entidades abaixo mencionadas, responsáveis, que prontamente colaboraram, cedendo tudo quanto foi necessário.

Para todos, e em nome de todos os que comungam destes ideais, o nosso bem hajam.

O promotor e defensor dos Direitos Humanos,

Luís Eduardo Afonso Andrade

Gravação contida na lembrança recebida por Frederico Delgado Rosa e Iva Delgado, neto e filha, do Marechal Humberto Delgado

General Humberto Delgado

No contexto dos Direitos Humanos relembrar Humberto Delgado é relembrar todos os que lutaram contra ditaduras que baniam os mais elementares direitos consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Humberto Delgado é um símbolo da liberdade de pensamento, da liberdade de expressão e do direito à igualdade perante a lei, direitos que são universais e extensivos a todos os seres humanos do mundo.

 A Humanidade está infinitamente grata e reconhece todos os que se tornaram mártires, em prol da defesa dos princípios que regem a Carta Internacional dos Direitos Humanos.

Obrigado em nome dos que se identificam com este ato e partilham dos mais elevados valores morais e cívicos.

Obrigado pelos que não têm voz e são vítimas das novas escravaturas globais.

Obrigado pelos que lutam hoje pela liberdade e dignidade dos cidadãos perseguidos e humilhados.

Obrigado pelo legado histórico, exemplo para as novas gerações.

 Luís Eduardo Afonso Andrade

 Promotor e defensor dos Direitos Humanos

Lisboa, Panteão Nacional, 21 de Maio de 2012

Intervenção proferida por Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

Homenagem a Humberto Delgado no contexto dos Direitos Humanos, realizada no Panteão Nacional.

Os problemas de hoje gerados pela crise geral que o mundo atravessa podem levar alguns a considerar que os direitos humanos devem entrar em compasso de espera até que se resolva a questão, por exemplo, da consolidação ou desaparecimento do Estado social.

Outras questões que vão da cultura à educação, da segurança à saúde, da justiça à tecnologia e novas formas de comunicação enquadram-se no panorama da própria Democracia e Liberdade como padrão a atingir e melhorar.

Perante a gravidade da situação o exemplo de figuras históricas que lutaram contra a opressão é de primordial relevância para incutir nas novas gerações o espírito de luta face às tentativas de colocar a Democracia e a Liberdade entre parêntesis até que a crise económica se resolva.

Portugal tem uma experiência de quase meio século de ditadura. Na luta contra a ditadura destacamos o nome de Humberto Delgado que ficou conhecido para a história como o General sem medo. A sua passagem pelo panorama conformista e cinzento do regime salazarista abriu os olhos às novas gerações de estudantes e de militares que viriam a ser os protagonistas das lutas pela liberdade.

Ao serem desrespeitados os mais elementares direitos consagrados na Carta Internacional dos Direitos do Homem levou a que Humberto Delgado tivesse sido barbaramente assassinado.

A presença de alunos nesta data, no Panteão Nacional, em que se celebra no presente mês o aniversário do nascimento de Humberto Delgado, 15 de Maio de 1906, relembra e reconhece a luta pelo fundamental direito à Democracia e à Liberdade que aquele empreendeu com o sacrifício da sua própria vida.

Perpetuar a memória de Humberto Delgado, é manter bem vivo, o seu exemplo como homem, como cidadão e como lutador. De rara e forte coragem que apesar de humilhado e perseguido, nada impediu de defender a excelência das suas convicções, e consequentemente, as reformas sociais para a dignificação do ser humano.

Regendo-se pelo padrão do sentido do dever, toma a posição cívica defendendo os mais fracos e os mais oprimidos, em proveito comum para a fortificação e progresso da Humanidade.

O seu exemplo leva-nos a personificar a ideia de que todas as derrotas são vitórias, uma vez que quando se morre por um ideal, vence-se sempre. Sensibiliza-nos ainda para o facto de que, sem memória, não existe história, assim como sem história, não existe memória.

Considerando que Humberto Delgado é um símbolo da liberdade de pensamento e de expressão, este ato, vai ficar registado como exemplo, para a posteridade, no Observatório Internacional dos Direitos Humanos.

Esta homenagem traduz o desejo manifestado por muitos cidadãos, paladinos dos Direitos Humanos, espalhados não só por todo o Portugal, como também por outras partes do mundo.

Intervenção elaborada pelos alunos do Agrupamento de Escolas Pedro de Santarém – Lisboa e proferida por dois alunos desse Agrupamento

 

OS DIREITOS DO HOMEM

Os Direitos Humanos têm uma História que vamos resumir.

A primeira vez que se falou de Direitos Humanos foi na Inglaterra, no século XIII, com a publicação da chamada «Magna Carta». Este documento diminui o “poder absoluto do monarca”, dando direitos aos outros nobres e aos prelados ingleses.

No entanto, foi na América do Norte, em 1776, que surgiu a primeira Declaração de Direitos, a qual afirmava que todos os homens eram, por natureza, “livres e independentes”.

Em 1789 a Assembleia Nacional Francesa aprovou a «Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão», que exerceu grande influência na vida da Humanidade. A monarquia absoluta é abalada, o que se reflete nos movimentos revolucionários que, no século XIX, percorrem o Mundo.

Após a Segunda Guerra Mundial, em Dezembro de 1948, a Assembleia Geral das Nações Unidas aprova o documento que vai ficar conhecido por «Declaração Universal dos Direitos Humanos», afirmando que os “direitos são inerentes à pessoa humana e que nenhum indivíduo, entidade, governo ou Estado tem legitimidade para os retirar ou restringir”.

Os Direitos do Homem têm por função proteger as pessoas do autoritarismo, da prepotência, dos abusos de poder. Representam a liberdade dos seres humanos. E estão associados às ideias de civilização e de democracia, que, por seu lado, afirmam a igualdade e a dignidade para todos os seres humanos.

Em Dezembro de 1948, na cidade de Paris, durante a realização da Assembleia Geral das Nações Unidas, foi proclamada a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a qual, entre outros pontos, destaca:

o direito à vida e nacionalidade;

• a liberdade de pensamento, consciência e religião;

 • o direito ao trabalho e à educação;

• o direito à alimentação e habitação;

• e o direito de fazer parte de um governo.

 

Ora o general Humberto Delgado não pôde expressar livremente o seu pensamento, nem exercer o direito de concorrer às eleições. A polícia política (a célebre PIDE) seguiu-o sempre de perto. E as eleições de 1958 foram uma farsa, tendo os resultados eleitorais sido alterados de acordo com a vontade de Salazar.

Por seu lado, os portugueses não foram livres de escolher quem queriam para Presidente da República. E Humberto Delgado foi perseguido e teve de partir para o exílio, para preservar a sua liberdade e proteger a sua vida.

O governo da ditadura não respeitava, nem fazia respeitar os Direitos Humanos. Os portugueses não se podiam expressar livremente, sofriam perseguições, eram presos e torturados. E alguns, como o general Humberto Delgado, até foram assassinados.

 Humberto Delgado que ficou conhecido na História de Portugal como o «General sem medo», Pagou com a vida a luta que travou pelos valores consagrados nos Direitos do Homem.

 E podemos até dizer que, depois dele e da sua campanha eleitoral, em 1958, a ditadura de Salazar tinha o seu fim anunciado.

Agradecimentos às seguintes entidades:

Também deixamos expresso um agradecimento à diretora do Panteão Nacional Dra. Isabel Melo e à Dra. Graça Araújo, pelo eficiente acolhimento que nos proporcionaram.

                                                                                                                                                                                                               

HOMENAGEM AO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE SÃO BERNADO – AVEIRO, REALIZADA NO AUDITÓRIO DA REITORIA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO – PORTUGAL

No dia 16 de Março de 2012, pelas 21H30, Luís Eduardo Afonso Andrade, promotor e defensor dos Direitos Humanos, homenageou o Agrupamento de Escolas de São Bernardo – Aveiro. Este Agrupamento foi considerado um promotor e defensor dos Direitos Humanos.

A cerimónia decorreu no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro e teve como objetivo proclamar os valores universais da dignidade e da igualdade de todos os seres humanos.

Contou com a presença das seguintes individualidades: Drª Glória Leite, Diretora do Agrupamento, Dra Beatriz Reis, Presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Aveiro, Dr. José Costa, Presidente da Civitas e Engº Rui, Presidente da Associação de Pais das Escolas de Vilar e de São Bernardo.

Estiveram ainda alunos do Agrupamento de São Bernardo, pais e encarregados de educação, professores, funcionários e muitos outros convidados.

Sua Eminência Reverendíssima Cardeal D. José Saraiva Martins membro da Comissão para o Governo do Estado do Vaticano esteve solidário com esta homenagem. Fez chegar a Portugal uma mensagem e um abraço de solidariedade a todo o Agrupamento.

O Projeto em curso dos Direitos Humanos para Humanos Direitos do Agrupamento de Escolas de São Bernardo, envolve todos os discentes, docentes e não docentes deste Agrupamento.

A comunidade desta Instituição, em conjunto, tem conseguido angariar bens alimentícios e outros géneros para posteriormente serem distribuídos pelos mais necessitados.

Com este nobre ato, o Agrupamento, está a praticar os Direitos Humanos de uma forma muito honrosa e meritória.

O lançamento de um CD Desigualdades é mais um dos rostos e produto do trabalho realizado por este Agrupamento, tendo os alunos feito a sua apresentação na RTP1, no Programa “Portugal no Coração” e onde cantaram uma das músicas do CD “Desigualdades”.

Gravação contida na lembrança recebida pelo Agrupamento de Escolas de São Bernardo – Aveiro

O Agrupamento de Escolas de São Bernardo – Aveiro, está de parabéns.

Formou uma magnífica moldura humana no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro para proclamar os valores universais da dignidade e da igualdade de todos os seres humanos.

Este gesto manifestado pela direção do agrupamento, e por todos os professores, funcionários e alunos, torna este estabelecimento de ensino num promotor e defensor dos Direitos Humanos.

Um ato que deve constituir motivo de exemplo a todos aqueles que se revêm nos princípios e valores consagrados na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

Obrigado, Luís Eduardo Afonso Andrade,

Promotor e Defensor dos Direitos Humanos

Aveiro, 16 de Março de 2012

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 EDITORIAL

DIREITOS HUMANOS PARA HUMANOS DIREITOS

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) constitui uma marca de referência para os Direitos Humanos e ao ser transportada para este espaço online, assume a presente identidade.

Esta marca encontra-se registada oficialmente no INPI. Os documentos deste processo foram arquivados no Cartório Notarial da Notária Dra. Maria de Fátima Pereira Pessoa na Avenida Fernão de Magalhães nº 136 – 2º “N” e “O” – 3000 -171, Coimbra.

 Editorial

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) desenvolve a sua atividade, promovendo a Paz no Mundo, e o bem-estar comum da Humanidade.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos, além de contribuir para a obtenção da Paz no Mundo, centra-se ainda, num dos maiores flagelos sociais do Século XXI. Combate a extrema pobreza, com especial enfoque, a fome, e a desnutrição que atinge milhões de seres humanos em todo o mundo.

 A linha editorial do OIDH materializa-se nos seguintes objetivos:

Contribuir à escala universal para a promoção e defesa dos Direitos Humanos, consubstanciados em estratégias específicas que ajudem a contribuir para a Paz no Mundo, assim como, na implementação de medidas que possam ajudar a combater a fome e a desnutrição em todo o planeta.

No que concerne ao desenvolvimento do projeto do OIDH, para a concretização do mesmo, procuram-se utilizar desígnios adequados.

Segue-se uma linha de orientação específica, que pugne pela Paz no Mundo em todas as suas vertentes.

Procura-se o bem-estar comum da Humanidade através da efetivação de medidas que contribuam para a erradicação da extrema pobreza, dando especial atenção à problemática da fome e à desnutrição que abundam nos locais mais vulneráveis do Globo.

Através da intervenção direta das entidades que apoiamos, pretende-se que o produto resultante das metodologias utilizadas pelo OIDH produza os seguintes efeitos:

  1. Salvar vidas em campos de refugiados, bem como, noutras situações de emergência que careçam de uma intervenção imediata, ajudando pessoas incapazes de produzir ou obter alimento suficiente para si e para as suas famílias.

  2. Melhorar a alimentação e a qualidade de vida dos povos considerados mais vulneráveis nos principais movimentos críticos de suas vidas.

  3. Em termos gerais, procura-se, nos mais diversificados domínios, auxiliar os mais vulneráveis da sociedade, nomeadamente: crianças, refugiados, mulheres vulneráveis, apátridas, retornados, e outros cidadãos do mundo que necessitem de apoio.

Para satisfazer os pontos acima referidos, o OIDH procura apoiar as várias agências especializadas em ações humanitárias, pertencentes às Nações Unidas.

Estas entidades incidem a sua especial atenção nas populações mais indefesas, contribuindo deste modo, para que, o desenvolvimento humano seja equitativo e sustentável à escala global.

Apoiamos ainda outras instituições que têm como essência, apoiar os que mais precisam, os mais vulneráveis, além de ajudarmos inúmeras famílias carenciadas, devidamente referenciadas em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza.

Para a execução dos nossos objetivos, contamos com a prestimosa colaboração de entidades e individualidades de reconhecida e elevada credibilidade, que se encontram dispersos por todos os pontos do mundo.

O referencial de princípios destas personalidades tem como base os seguintes predicados:

Ser paladino dos Direitos Humanos e indefetível defensor da Democracia e da Liberdade, qualidades que se apresentam como um dever moral, cívico e de cidadania.

Intrínseco a este atributo, faz parte o princípio máximo do estado democrático de direito.

Imbuídos neste sublime espírito de bem servir, ao “abraçarmos” a causa dos Direitos Humanos, estamos a contribuir para a obtenção da Paz no Mundo, não só através da sensibilização de toda a Humanidade, como também, sensibilizamos os responsáveis diretos de todas as Nações com representação oficial em Portugal, assim como, as maiores Organizações Mundiais, ONU, Parlamento Europeu, entre outras.

Consideramos que com esta forma de agir, estamos a defender os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, por estes direitos consagrarem que cada pessoa é um ser moral e racional que merece ser tratado com dignidade.

Ao defendermos os Direitos Humanos, estamos a defender os valores que são nucleares e universais a todos os seres humanos, por incluírem o direito à vida, à liberdade de expressão e de pensamento e à igualdade perante a lei.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos, além de ser autónomo, é isento, independente e livre, sem qualquer conotação, dependência ou influência política, religiosa ou finalidade de promoção partidária, ou outra, procurando apenas o bem-estar da Humanidade.

Seguimos o consagrado na Carta Internacional dos Direitos do Homem, tendo sempre presente, o princípio da Dignidade da Pessoa Humana.

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Esta imagem vale mais que mil palavras, mexe com a Humanidade e até é capaz de arrancar uma lágrima ao coração mais insensível dos homens…

Os Direitos Humanos

“Abraçar” os Direitos Humanos é:

- Estar permanentemente disponível em prol do próximo,

- È a adoção dos mais altos valores humanistas,

- É ser detentor de um sólido espírito de sacrifício,

- É ser firme no mais puro grau de consciência individual,

- É enfrentar as condições mais adversas, aquelas que impeçam o bem estar-geral da Humanidade,

- É um dever,

- É uma missão que a todos diz respeito,

- No fundo, é a essência e o princípio da razão intrínseca na Declaração Universal dos Direitos do Homem que nos conduz a uma luta a favor de uma sociedade mais igualitária entre os homens, num mundo que se apresenta cada vez mais injusto para a maioria dos seres humanos dispersos por todo o planeta.

Portugal, 27 de Abril de 2015

O Diretor

Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

Logotipo Branco

CONVITE NO ÂMBITO DOS DIREITOS HUMANOS

SEJA GENEROSO PARA COM MILHÕES DE SERES HUMANOS QUE SE ENCONTRAM ESPALAHDOS PELO MUNDO E QUE ESTÃO A PRECISAR DE SI.

DEIXE O SEU NOME ALIADO AOS ANAIS DA HISTÓRIA DA GÉNESE DOS DIREITOS HUMANOS, PELA SUA MUI NOBRE AÇÃO DE AJUDAR A SALVAR VIDAS HUMANAS.

Junte-se a nós e colabore connosco dentro das suas possibilidades na erradicação da fome e da extrema pobreza que existe em muitos lugares do mundo.

Leia as instruções abaixo mencionadas e sinta a Honra do seu nome ficar associado para sempre à maior agência humanitária do mundo, Programa Alimentar Mundial (PAM) da Organização das Nações Unidas (ONU).

 

Sede da ONU

 

Participe nesta ação de solidariedade na luta contra a fome e contra a extrema pobreza existente em todo o Planeta. Esta causa universal é “abraçada” pelos defensores dos Direitos Humanos.

Contribua como doador, nem que seja uma única vez na vida, para o (PAM) da ONU.

 

DOAÇÃO POR TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA

Deposite um valor ao seu critério na conta bancária do Programa Alimentar Mundial (PAM) das Nações Unidas.

Tem duas formas simples para o fazer: transferência bancária direta através da internet, ou, pode ainda, dirigir-se ao balcão da sua Instituição Bancária.

Em qualquer uma destas modalidades deve utilizar os dados a seguir indicados:

SWIFT: CITIITMX (for transfers coming in from outside Italy)

Account number: 0112282041 (Euros/GBP)

IBAN: IT10A0356601600000112282041

Account number: 1112282129 (all currencies)

IBAN: IT30E0356601600001112282129

 

Após concluir a sua transferência bancária, envie um e-mail indicando o seu nome e o valor depositado para direitosuniversais@gmail.com com conhecimento a: community@wfp.org

Guarde o recibo do depósito.

Para a satisfação de qualquer dúvida que lhe surja em relação à conta, pode ligar de Portugal para o PAM das Nações Unidas, para o número: 0039 06 6513 2995 ou ainda para o seguinte contacto e falar diretamente com:

 Giorgia Mazzotta

Private Partnerships Division

United Nations World Food Programme

Tel: +39 06 6513 3039

Fax: +39 06 6513 3031

 

(Para cidadãos estrangeiros residentes noutras partes do mundo)

(For foreign citizens living in other parts of the world)

International

Ways to donate

DONATING BY BANK TRANSFER

For bank transfers, send directly to the relevant WFP bank accounts listed below:

Via dei Mercanti, 12

Milan 20121

Italy

SWIFT: CITIITMX (for transfers coming in from outside Italy)

Account number: 0112282041 (Euros/GBP)

IBAN: IT10A0356601600000112282041

Account number: 1112282129 (all currencies)

IBAN: IT30E0356601600001112282129

 

To help us confirm the receipt of your contribution, please send an e-mail to community@wfp.org and direitosuniversais@gmail.com with the donation amount and your current contact information (name, address, e-mail address). If you have any questions, please call us at +39 06 6513 2995 or:

Giorgia Mazzotta

Private Partnerships Division

United Nations World Food Programme

Tel: +39 06 6513 3039

Fax: +39 06 6513 3031

 

 

 Portugal,  30 de Dezembro de 2012

O Diretor

 Luís Eduardo Afonso Andrade

Promotor e defensor dos Direitos Humanos

 

 

 MENSAGENS DE AGRADECIMENTO E RECONHECIMENTO DO PAM

 

Seleccionámos algumas das muitas mensagens que o PAM nos enviou. Transcrevemos para este espaço, parte do conteúdo dessas mensagens, por se considerar relevante.

                                                                                                                                                                                                                                                            

 Mensagem enviada via online por:

de:

Mike, WFP <community@donate.wfp.org>

responder a:

community@wfp.org

para:

Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

24 de março de 2015 08:00

assunto:

My 3-month assignment in West Africa

enviado por:

rs.my-websites.org

assinado por:

my-websites.org

 “And thanks to your support of WFP‘s lifesaving work and encouragement of our staff, we’ve accomplished a lot. 

But our work is not over. As we mark the one year anniversary of the Ebola outbreak, will you help us do whatever it takes to save even more lives, in West Africa and around the world? 

Thank you, 

Mike 
Information Technology Specialist
 
World Food Programme

Observatorio PAM

_____________________________________________________________________________________

 Mensagem enviada via online por:

de:

 Sarah, WFP community@donate.wfp.org

responder a:

 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 20 de fevereiro de 2014 08:00

assunto:

 A mega disaster, a mega response

enviado por:

 rs.my-websites.org

assinado por:

 my-websites.org

 

 

Luís Andrade –When Typhoon Haiyan hit the Philippines 3 months ago, our role was to quickly assess the damage and launch a response. WFP brought food into the country at a pace few had ever seen before.By the end of November, we had already reached nearly 3 million people with food assistance.Now we’re focused on recovery and preparing communities against natural disasters in the future.
None of this would have been possible without our generous supporters. Thank you,
Sarah
World Food Programme

de:

 Sarah, WFP community@donate.wfp.org

responder a:

 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 27 de novembro de 2013 10:32

assunto:

 I just want to say thank you

enviado por:

 rs.my-websites.org

assinado por:

 my-websites.org

 

Luís Andrade –We have a lot to be thankful for this year, but we’re especially thankful for you.You’re part of a community that is now 1.2 million members strong – and growing.Working together, here’s a snapshot of what we’ve accomplished in 2013:
Whether you supported WFP by making a donation or spreading the word about our work, you have made a difference in someone’s life this year.In Somalia, more girls like Sarah Ismail are getting an education and a chance at a better future.

  • In the Philippines, watch as Maria recounts the moment water came up to her chest – and the moment that emergency food assistance arrived.

 

  • For Syrian refugees living in Lebanon, innovative electronic vouchers are helping fathers like Ali feed their families.

We hope we can continue to count on you in 2014 and beyond.

Wishing you a very happy and healthy holiday season,

Sarah
Manager, Online Community
World Food Programme

 

Mensagem enviada via online por:

de:

 Marco SELVA <marco.selva@wfp.org>

para:

 “luiseaa@gmail.com” <luiseaa@gmail.com>

cc:

 Gloria GABBARD <gloria.gabbard@wfp.org>,
COMMUNITY <community@wfp.org>

data:

 22 de novembro de 2013 16:41

 

Dear Mr Andrade,

Thank you for your message to the Community Support Team (Community@wfp.org). Please find attached the WFP Official Bank Transfer Receipt with the donation’s details. We are sending the hard-copy by regular mail service.

We take this opportunity to thank you once again for supporting our efforts in building a world without hunger. We truly appreciate your effort in helping WFP and we’d  be glad to support you in the great projects you are pursuing. We’d be delighted to discuss the way forward mindful of the fact that our internal policies require a minimum donation of USD 25.000 per year to engage into a partnership in support of WFP’s projects.

Should you require any further help/info in future, please do not hesitate to contact us.

 

Best Regards,

Marco Selva

Head Private Partnerships Europe

United Nations World Food Programme (WFP)

 

WFP Global Headquarters, Rome (Italy)

Office +39 06 6513 2968  |  Mobile +39 340 247 0218

marco.selva@wfp.org  | skype marco.selva

 

WFP is the world’s largest humanitarian agency fighting hunger. WFP is funded entirely by voluntary donations. You can make the difference: it costs only 20 eurocents to give a school meal to a child.

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Mensagem enviada via online por:

de:

 Sarah, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

responder a:

 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 11 de novembro de 2013 18:30

assunto:

 This emergency is one of the biggest ever

enviado por:

 rs.my-websites.org

assinado por:

 my-websites.org

 

Luís Andrade —

As a WFP community member, you’re joined by more than one million other people around the world dedicated to helping solve hunger.

Families in the Philippines desperately need your help. Super Typhoon Haiyan has left 2.5 million people in need of emergency food assistance. To put that into perspective, WFP supported 2 million people with food assistance following the Haiti earthquake in 2010

Sources say this typhoon is the strongest storm to make landfall – ever. WFP is racing to respond with High Energy Biscuits and other basic food supplies.

As a trusted emergency donor, you’ll receive updates about WFP’s emergency operation and how you’ve helped bring life-saving food assistance to families and children in the Philippines.
Thank you,

Sarah Borchers
Online Community Manager
World Food Programme

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Mensagem enviada via online por:

de:

 Sarah, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

responder a:

 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 9 de novembro de 2013 08:57

assunto:

 EMERGENCY: Typhoon hits millions

enviado por:

 rs.my-websites.org

assinado por:

 my-websites.org

 

Luís Andrade —

In the Philippines today, many families woke up to this:

 

Super Typhoon Haiyan has left much of the country in ruins. But high energy biscuits and other food assistance are en route as you read this to ensure families don’t go hungry.

Keep the support flowing with a donation today, and we’ll keep you updated on WFP’s response in the days to come.

Thank you for helping us take action when we’re needed the most.

Sarah Borchers
Online Community Manager
World Food Programme

_____________________________________________________________________________________

 

Mensagem enviada via online por:

          de:

 Sarah, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

responder a:

 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 16 de junho de 2013 09:00

assunto:

 We made this for you

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Luís Andrade —
Last year, you were one of the first to join in our World Food Day celebration. We have no doubt this year will be any different. That’s why today we want to focus on one thing – it’s YOU.

We’re all in this together: the hungry, WFP, and YOU. Every day is World Food Day when children get the vital nutrition they need to learn and grow and mothers can choose what to feed their families.We couldn’t do it without YOU. It’s YOU against hunger.Thank you
Sarah
World Food Programme

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 Sarah, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

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 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 18 de junho de 2013 11:00

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 A daily meal

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Luís Andrade —

Tonight, whether you gather around the table to share a family meal or grab a quick dinner on the run, take a minute to stop and think. Another family in another country is breaking bread, saying thanks and thinking of you — the person who gave them food when they had none.

For Syrian families, you’ve become a part of their story. You’re the difference between hunger and a daily meal.

You’ve been a part of our work in Syria from the start. Now, see where you fit in to the story. 
We’ll be there as long as families need us. And we know you’ll be there by our side.Our emergency coordinator in Syria, Muhannad Hadi, summed up the heart of the situation to the New York Times, “We have reached a stage in Syria where some of the people, if they do not get food from the World Food Programme, they simply do not eat.” That says it all.Thank you for saying ‘enough’ and for taking action.Sarah
Online Community Manager
World Food Programme

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 Sarah, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

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 Luís Andrade Luiseaa <luiseaa@gmail.com>

data:

 5 de junho de 2013 10:00

assunto:

 Is the problem too big?

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Luís Andrade –When we step back and look at the crisis surrounding Syria, it’s easy to think, “The problem is too big, there aren’t enough resources, we can’t help…” But that couldn’t be further from the truth.Our community joined together to ensure that more than 20,000 Syrian children in the Zaatari Refugee Camp in Jordan will continue to receive a nutritious, daily snack in school through the end of the year.It’s no small achievement.
A donation is a commitment to the future of Syria’s children. Whether it’s for one day or one year, the support we provide collectively will have a positive impact on their success.

Laughter and smiles can be a part of these children’s lives — providing the right nutrition and an education are the first steps toward a better tomorrow.

We’re making sure Syria’s youngest generation has the future they deserve.Thank you.Sarah
Online Community Manager
World Food Programme

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 Marcela, WFP <community@donate.wfp.org> por  rs.my-websites.org

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 Luís Andrade

data:

 10 de janeiro de 2013 10:15

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 See your impact

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Luís Andrade

(…) Together, we aimed to help at least 1,250 families survive current emergencies caused by drought, conflict, and natural disasters. With your support, we’re now able to feed more than 2,400 families! Thank you (…)

Thank you for helping WFP

Marcela
Manager, Online community
World Food Programme

World Food Programme
Via C.G.Viola 68
Parco dei Medici
Rome, 00148
Italy

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 Martin, WFP <community@donate.wfp.org> por  rs.my-websites.org

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 Luís Andrade

data:

 13 de dezembro de 2012 08:36

assunto:

 What I saw, what you can do

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Luís Andrade(…) I’m Martin. Two weeks ago I visited a refugee camp in Democratic Republic of Congo where families are now fleeing from their homes due to extremely violent conflict.There I met Kanyere, a 19-year-old mother of two. She fled with her children — Richard and Rosalie — leaving her husband behind to protect their home. That was nearly four months ago. She’s had no news of him since.I was proud to see my WFP colleagues provide warm nutritious meals to families just like Kanyere’s. This holiday season I’m asking you to keep us going (…)

 

Thank you for giving as generously as you can,
Martin Penner
World Food Programme

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 Abeer Etefa, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

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 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade

data:

 18 de janeiro de 2013 10:24

assunto:

 Why your help is so critical

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(…) The need is great. The suffering felt, particularly by the children, is greater.

Your donation can’t come a moment too soon. Please, give as generously as you can so that WFP can continue providing life-saving food for Syrians (…)

Thank you,

Abeer

Abeer Etefa
Senior Communications Officer, Middle East
World Food Programme

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 Michael, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

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 community@wfp.org

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 Luís Andrade

data:

 27 de dezembro de 2012 07:56

assunto:

 Hope is not lost this holiday season

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Luís Andrade

(…) Each day, hundreds of Somali families continue to cross the border into Ethiopia, fleeing conflict and drought. These families leave everything behind — jobs, communities and homes.

Many travel on foot for days. They have no other choice. Unsure when their next meal will be, families must push on in search of safety.

When everything else seems to be lost, families can find hope in a simple meal.

wfp.org/together

They arrive at the Dolo Ado refugee camp in Ethiopia hungry and exhausted. On a recent visit, I met with new refugees who were waiting under the hot sun, anxious to receive their first basket of food from WFP.

Just a few short months ago, Sahan Ibrahim was one of those people. Now, this 30-year-old mother works with WFP to help teach other mothers in the camp about basic health and nutrition for their children.

As a fellow Somali, she’s also there for moral support. Sahan understands first-hand the fear these women feel. But she knows that the emergency food assistance WFP is providing in Dolo Ado really a difference.

Abdi, one of many refugee children in Dolo Ado, was so malnourished when he arrived that he could hardly walk. A few weeks later, when Sahan and I went to visit him, he had a smile on his face and was dancing with his friends. This is the difference we can make — together.

Help us create more success stories this holiday season. Every donation of $15 will give life-saving food for one month.

With your generous support, we can ensure more children like Abdi dance again (…)

Thank you for standing together with WFP,

Michael Redante
World Food Programme

World Food Programme
Via C.G.Viola 68
Parco dei Medici
Rome, 00148
Italy

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 Abeer Etefa, WFP <community@donate.wfp.org> por  my-websites.org

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 community@wfp.org

para:

 Luís Andrade

data:

 7 de fevereiro de 2013 08:35

assunto:

 “Look at my face”

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Luís Andrade

(…) With your help, we can continue providing critical food assistance to families in Syria. Donate $36 now and give food to a family like Souad’s for the next two weeks.

Will you help us be there in March? We’re all counting on you.

Thank you,

Abeer

Abeer Etefa
Senior Communications Officer, Middle East
World Food Programme

The World Food Programme (WFP) fights hunger worldwide, saving lives during emergencies while building a better future for the next generation. WFP is funded solely by voluntary donations (…)

World Food Programme
Via C.G.Viola 68
Parco dei Medici
Rome, 00148
Italy

 

Intervenções Proferidas pelos Alunos na Assembleia da República

Mensagem do Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel – Coimbra

Direito à Saúde no Continente Asiático

Excelentíssimas Senhoras Presidentes  da Assembleia da República

Excelentíssimas. Senhoras Deputadas e Senhores Deputados.

Minhas Senhoras e meus Senhores.

Muito Bom Dia.

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde, comemorado a 7 de Abril, Vou falar-vos sobre o Direito à saúde no Continente Asiático.

O Dia Mundial da Saúde é uma oportunidade única de alertar a sociedade civil para temas-chave na área da saúde que afetam a humanidade e desenvolver atividades com vista à promoção e bem estar das populações, assim como promover hábitos de vida saudáveis.

Segundo a organização Mundial de saúde, Saúde é o estado de completo bem estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades. Assim, o conceito de saúde está diretamente ligado ao de qualidade de vida que pressupõe a satisfação de necessidades básicas como alimentação, habitação, condições de higiene e o bem estar connosco e com o ambiente.

A Ásia é o continente de maior extensão existente, abrigando mais de 50% da população mundial, que se aglomera principalmente no sudeste asiático, fazendo com que países como a China e o Japão cheguem a índices demográficos de cerca de 800 habitantes por quilómetro quadrado, enquanto as regiões mais frias do continente chegam a ser despovoadas. A maioria dos países asiáticos com alto índice demográfico tem investido em programas de controlo de natalidade.

O processo de urbanização do sudeste Asiático, está a ser feito de uma forma desorganizada e acelerada. Os grandes centros urbanos estão a receber uma grande parcela da população que começa a acarretar muitos e sérios problemas sociais, como desemprego, doenças, aumento do volume de lixo, iluminação, esgotos, água tratada e serviços de saúde adequados, ou seja, falta de Saneamento Básico, de infra-estrutura.

Um destes indicadores dos problemas sociais está na saúde, pois em algumas cidades a percentagem de mortalidade infantil chega a atingir 72,5%. A taxa de mortalidade infantil atinge este valor, devido, essencialmente a: Deficientes condições sanitárias (falta de higiene; falta de saneamento básico); Deficientes condições médicas (número reduzido de médicos por habitante, ausência de vacinação, falta de acompanhamento médico durante os partos); Deficientes condições alimentares (subnutrição e malnutrição).

No caso da água, fator primordial de um saneamento básico, muitas vezes não existe fonte fornecedora capaz de sustentar o consumo na área programada, havendo a necessidade então de ir buscar esse recurso em uma localidade mais distante. Reafirmo que o fator básico para o saneamento de uma cidade, é a água, pois sem ela não existe vida e vida é saúde. Não podemos falar em qualidade de vida, em saúde e bem estar social, se a área em que vivemos não for beneficiada por um correto e eficiente saneamento básico, com uma eficaz canalização de seus esgotos, com estações de tratamento adequadas. Demasiadas vezes, as fontes receptoras que são: rios, lagos, lagoas ou o mar, são o destino final de todos os dejetos produzidos pelo homem que ainda não aprendeu a viver em harmonia com a natureza e o meio ambiente.

Para terminar deixo uma frase proferida por Kofi Annan em 2003, relativa ao ano internacional da água: “Nenhuma medida faria mais para reduzir as doenças e salvar vidas nos países em desenvolvimento, do que fornecer água potável e condições sanitárias a todos”.

Carlota Aleixo

  

Mensagem do Agrupamento de Escolas Eugénio de Castro – Coimbra

 

Ex: mos Senhoras, Senhores:

 

Sou a Beatriz Amaro, represento os alunos que integram o Projeto Eco Cidadania, do Agrupamento Eugénio de Castro de Coimbra. Estou aqui hoje com um grupo de crianças, para comemorar o Dia Mundial da Saúde.

Acreditamos que a Liberdade, a Justiça e a Paz do mundo se constroem porque todos queremos e devemos defender a dignidade da Família Humana e os seus direitos como iguais e inalienáveis.

Acreditamos que os povos das Nações Unidas proclamam a sua Fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla; recordando hoje os DIREITOS DA CRIANÇA.

Nós as crianças e os jovens queremos relembrar hoje a todos os adultos aqui presentes, particularmente àqueles que exercem o poder de governar os povos, as nações que não foi por acaso que durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959,[1] representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança.

Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, porém, voltada para as crianças.

Relembramos hoje o Dia Mundial da Saúde, apelamos aos direitos da Criança, para que estejam sempre no pensamento dos adultos que decidem as políticas da saúde, as da saúde da criança, onde quer que ela exista, em todas as nações e povos do mundo.

Como somos um grupo de mini eco cidadãos que temos também preocupações como os adultos e com as quais convivemos todos os dias, decidimos relembrá-las. A forma como as vivemos, fazem a diferença, levam-nos a lutar pela inclusão de todos, por uma vida com dignidade e em igualdade, ou seja pela Saúde como um valor, um direito inesgotável, um compromisso e uma fonte de inspiração para continuarmos a acreditar num mundo melhor.

Pelo direito à Saúde!

Por um Mundo mais justo!

Por um MUNDO melhor!

 

Mensagem da Comunidade Juvenil São Francisco de Assis- Coimbra

 

Excelentíssimas Senhoras Presidentes  da Assembleia da República

Excelentíssimas. Senhoras Deputadas e Senhores Deputados.

Minhas Senhoras e meus Senhores.

Muito Bom Dia.

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde, vou falar-vos sobre o direito à saúde no Continente Africano.

O Continente Africano alberga 14% da população mundial, comporta 25% das doenças mundiais e possui cerca de 1,3% do total mundial de trabalhadores da saúde.

Segundo estudos efetuados, são preciso 2.5 trabalhadores por cada 10 mil habitantes para que seja possível cumprir as Metas de Desenvolvimento do Milénio.

Para que se possam atingir resultados significativos em África, são ainda necessários cerca de 1 milhão de trabalhadores de saúde.

Sabemos que a Organização Mundial da Saúde continua a trabalhar em estreita ligação com os governos, organizações profissionais, sociedades civis, organizações não-governamentais e outros parceiros para o desenvolvimento.

Gostaria ainda, de deixar para o mundo, uma simples mensagem:

- As crianças e as pessoas idosas são um património mundial;

- As crianças e as pessoas idosas são preciosas para a sociedade e devem sentir-se valorizadas;

- As sociedades que se preocupam com a saúde das crianças, dos idosos e de uma forma geral com a saúde de todos os cidadãos, estão melhor preparadas para fazerem face aos desafios da evolução mundial.

Para terminar queria deixar aqui um desejo: que todos os seres humanos do mundo tenham direito a todos os cuidados médicos que precisam, para que sintam que estão a ser tratados com a dignidade humana a que têm direito.

Muito obrigado pela vossa atenção.

 

Mensagem do Agrupamento Escolas de Benfica – Lisboa

 

Excelentíssimas Senhoras Presidentes da Assembleia da República.

Senhoras Deputadas e senhores Deputados.

Minhas senhoras e meus senhores.

Muito Bom Dia.

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde, vou falar-vos sobre o direito à saúde na Austrália, no continente da Oceânia.

O Medicare é o serviço universal de saúde, a peça principal do sistema australiano. Está disponível para todos os cidadãos, assim como para os residentes permanentes. É parcialmente financiado pelo Medicare Law, um imposto de 1,5% para as pessoas com rendimentos médios e de 2,5% para os que tenham rendimentos altos e não possuam seguros de saúde particulares. Tal serviço contempla o acesso a consultas médicas gratuitas em todos os hospitais públicos e cobre a maior parte dos honorários médicos por serviços de ambulatório.

Até aos 16 anos, os jovens têm direito a consultas gratuitas. E podem ir ao dentista, também gratuitamente, uma vez por ano, para limpeza e revisão dos dentes.

Uma curiosidade. Sabiam que o ritual de soprar as velas e cantar os parabéns a você nos aniversários é diferente na Australia?

Pois é. A Associação Nacional de Saúde difundiu recomendações em que se afirma:

«As crianças gostam de soprar as velas, enquanto os amigos  cantam o  “parabéns a você”. No entanto,  para evitar a propagação de doenças, a criança deve ter um bolo separado com uma vela e outros bolinhos individuais para os amigos».

Por outro lado, a Associação  recomenda às equipas das creches e escolas que, diariamente, limpem as maçanetas ou os  brinquedos com desinfetante, de maneira a destruir os micróbios.

Contudo, os médicos australianos acham que as diretrizes são um tudo ou nada exageradas, pois a exposição a bactérias é essencial para o desenvolvimento de um sistema imunológico saudável. Considera-se, então, que se nos puserem a viver dentro duma bola de plástico, mais tarde teremos infecções que não se conseguem curar.

Muito obrigado pela vossa atenção!

  

Mensagem do Agrupamento Escolas de Benfica – Lisboa

 

Excelentíssimas senhoras presidentes da Assembleia da República.

Senhoras Deputadas e senhores Deputados.

Minhas senhoras e meus senhores.

Muito Bom dia.

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Saúde, vou falar-vos sobre o direito à saúde no meu país, o Brasil, no continente Americano.

O sistema de saúde pública do Brasil, o chamado Sistema Único de Saúde, é gerido aos diversos níveis governamentais, sendo o maior sistema deste tipo no mundo. Os sistemas de saúde privada têm um papel complementar.

Os serviços de saúde públicos são universais e a eles podem ter acesso, de forma gratuita, todos os cidadãos.

A construção e a manutenção dos centros de saúde e dos hospitais, são financiados pelos impostos, e o país gasta com eles cerca de 9% do seu PIB.

Contudo, diz-nos a Gazeta do Povo, há um desiquilíbrio muito grande entre o que o Estado gasta e o que as famílias brasileiras dispendem com a Saúde. Segundo dados referentes ao ano de 2009,  o brasileiro gasta cerca de 30 por cento mais que o governo, para ter acesso a bens e serviços de saúde. E em todo o território nacional, mais de metade das despesas de saúde ainda são da responsabilidade das famílias.

A mortalidade infantil tem vindo progressivamente a cair. Mas, apesar dos esforços feitos, a hipótese de uma criança pobre vir a morrer ainda é o dobro da de uma criança rica.

Muito tem sido feito nos últimos anos e as estatísticas provam-no. No entanto, ainda muito está por fazer em prol do direito à saúde e duma assistência hospitalar condigna quer para as crianças, quer para o resto da população, que não tem dinheiro para ir às consultas ou para ser tratada num hospital privado.

Na escola brasileira aprendemos a ter bons hábitos alimentares. E aprendemos, também, a dar importância ao saneamento básico, aspecto importante para a saúde pública, pois essa é a única forma de os poços de água e os lençóis freáticos não serem contaminados, evitando assim a propagação de doenças.

Muito obrigado pela vossa atenção.

Relatório do Agrupamento de Escolas de Benfica – Lisboa

 

Comemoração do Dia Mundial de Saúde na Assembleia da República

Somos alunos da turma 6ª do 5º ano de escolaridade da Escola Pedro de Santarém do Agrupamento de Escolas de Benfica em Lisboa e este pequeno texto regista a Comemoração do Dia Mundial de Saúde na Assembleia da República, onde estivemos presentes.

Participamos nesta atividade a convite do senhor Dr. Luís Andrade. A nossa escola estava a representar dois continentes: a América e a Oceânia.

Estiveram presentes outras Escolas do país, em que alunos também representavam outros continentes. Falamos para as senhoras deputadas, que estavam na sala, para a Madre Teresa, mais à frente vamos falar um bocadinho dela, para os pais dos alunos que também lá foram, para os nossos colegas e, claro está, para os professores que nos acompanharam.

Como sabem, ir falar na Assembleia da República é uma coisa muito importante, ainda por cima porque somos crianças. Mas os textos eram muito bonitos. Ficamos a saber muitas coisas sobre a saúde e das dificuldades que muitas pessoas, por esse Mundo fora têm para poderem ser tratadas. Coitadas, devem sofrer muito… Já viram o que é ter uma dor de dentes e não se poderem tratar?!

Estava uma menina do Togo, que tinha um texto muito bonito. Ela falava do respeito e cuidado que devemos ter para com as crianças e com as pessoas idosas, “pois eles são a história da Humanidade”. Bonito, não é? Sentimo-nos muito importantes. Os nossos colegas falaram do Brasil e da Austrália. Aprendemos coisas muito interessantes, como o caso da Austrália em que os cuidados médicos até aos dezasseis anos são gratuitos, e achamos muito curiosa aquela ideia das crianças terem um bolo à parte para apagar as velas, nos aniversários, é para os outros meninos não levarem com os micróbios de quem apaga as velas. Os outros meninos também representavam continentes, e uma menina falou da saúde em geral e dos cuidados que devemos ter com a Natureza, para não poluirmos a água, e da necessidade de termos esgotos, enfim os cuidados necessários, para crescermos num ambiente favorável e sem doenças.

Claro que também falaram as senhoras deputadas, disseram que estavam muito contentes, por estarmos ali, e que aquela era a nossa casa! Ficamos admirados.

Falou ainda a Madre Teresa, que é responsável por uma Instituição em Coimbra. Percebemos que as crianças que vinham com esta Madre gostavam muito dela, e depois soubemos, pela nossa professora de História, que a Madre faz tanto trabalho em benefício das crianças, que já foi condecorada pelo Presidente da República Jorge Sampaio. É uma senhora baixinha, fala baixinho e é muito simpática. A menina do Togo vive nesta instituição.

No final, fomos ter com as senhoras deputadas e com a Madre Teresa e tiramos fotografias. Todas conversavam connosco.

As senhoras deputadas deram-nos um livro que estamos a ler e que conta a História do edifício do Parlamento. Também nos deram um lápis.

Gostámos muito de ter ido à Assembleia da República, pois fomos lá falar sobre um tema muito importante para o ser Humano, a saúde. Todos temos direito a ela. É um direito que está na nossa Constituição, mas também nos Direitos do Homem.

Os alunos da turma 5º 6ª

Missa Internacional no Santuário de Fátima – Portugal

Oração Universal – Santuário de Fátima

 

Por todos nós aqui reunidos, por todas as crianças e todos os doentes do mundo, pedimos a nossa Senhora de Fátima, neste dia mundial da saúde, uma bênção especial para ajudar a aliviar a dor e o sofrimento dos que mais precisam

 

Missa Internacional no Santuário de Fátima – Portugal

 Consagração a Nossa Senhora – Santuário de Fátima

 

Virgem Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe, as crianças de todo o mundo querem consagrar-se ao teu coração para viverem contigo numa união tão forte que, todos os dias e em todos os momentos, ensine a escolher e a viver;

Mãe de Jesus e nossa Mãe, hoje, dia mundial da saúde, queremos estar unidos a todos os que sofrem; unidos a todos os que estão a sofrer em solidão; unidos a todos os que não têm com que pagar os seus remédios; unidos a todos os que não têm meios para pagar os tratamentos que precisam; unidos aos que não têm transporte que os leve ao hospital;

Mãe de Jesus e nossa Mãe, porque e sabemos que és Mãe, queremos hoje pedir-te que inspires e dês força a todos os teus filhos para irem ao encontro de quem tem mais necessidades: as crianças, jovens, adultos ou idosos;

Mãe de Jesus e nossa Mãe ajuda-nos também a partilhar o que temos: a nossa alegria, os nossos brinquedos, as nossas roupas, as nossas guloseimas, a nossa vontade de sermos bons;

Mãe de Jesus e nossa Mãe, junto do teu coração aprende-se o segredo do amor e aprendem-se as maneiras de amar. Ajuda-nos a manter sempre viva a esperança num mundo melhor.

 

Evento no Hospital Pediátrico de Coimbra

 Queremos ser uma ferramenta pela e na dignificação da vida humana!

 

Como somos um grupo de mini eco – cidadãos que também tem preocupações como os adultos e com as quais, convivemos todos os dias, decidimos relembra-las.

A forma como as vivemos, fazem a diferença, levam-nos a lutar pela inclusão de todos, por uma vida com dignidade e em igualdade, ou seja pela Saúde como um valor, um direito inesgotável, um compromisso e uma fonte de inspiração para continuarmos a acreditar num mundo melhor!

Por isso tudo, devem os Governos, os Políticos e os Cidadãos eleger que:

O Direito à Saúde é um Direito para todos: é universal.

Não pode ser vivido pela metade: é indivisível.

Realiza-se juntamente com os outros direitos. Precisamos de todos eles ao mesmo tempo. A falta de um prejudica outros: os direitos são interdependentes.

A realização do direito à Saúde ajuda os outros, e enfraquecer um direito também enfraquece os outros: os direitos são inter-relacionados.

O Direitos à saúde é um Direito é uma opção preferencial e toma partido, ficando do lado dos explorados, discriminados, fracos e vulneráveis: não é neutro e tem que ser conquistado.

Não é possível realizá-lo e ignorar outros direitos: são inseparáveis.

Nenhum dos direitos humanos é mais importante do que os outros: são não-hierárquicos.

O Direito à Saúde é um Direito: é progressivo não pode ser diminuído ou perdido; tem que estar suficientemente protegido por leis.

Não se pode abrir a mão do Direito à Saúde, pois não é tempo para exceções ou violações: é um Direito inalienável e inviolável.

Queremos ser uma ferramenta pela e na dignificação da Vida Humana!

Queremos Saúde para todos!

Viva o Dia Mundial da Saúde!

  

Intervenção dos alunos na abertura do Evento realizado no Hospital Pediátrico de Coimbra, no Dia Mundial da Saúde.

Rodrigo Santos /4ºano

Somos alunos que integramos o Projeto Eco-Cidadania e que associados aos nossos amigos e companheiros da Arcil, à Liga dos Amigos dos Pequeninos do Hospital Pediátrico de Coimbra e ao Observatório Internacional dos Direitos Humanos, estamos hoje aqui, para Comemorar o Dia Mundial da Saúde.

Filipa / Isabel Raimundo

Acreditamos que a Liberdade, a Justiça e a Paz do mundo se constroem porque todos queremos e devemos defender a dignidade da Família Humana e os seus direitos como iguais e inalienáveis.

Beatriz Amaro / Ana Pires

Acreditamos que na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Aluno 2ºano / Tovim

Por isso mesmo, recordamos hoje os Artigos:

 

Artigo 25.º

Sofia antunes/4ºano

Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.

Inês Urbano / Paulo Peralta

A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma proteção social.

Afonso /3ºano tovim

Artigo 28.º

Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efetivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração.

Salu / 4ºano

Nós as crianças e os jovens queremos relembrar hoje a todos os adultos e particularmente àqueles que exercem o poder de governar os povos, as nações que não foi por acaso que durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de novembro de 1959,[1] representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Ela foi adaptada da Declaração Universal dos Direitos Humanos, porém, voltada para as crianças.

Rafael / Isabel Raimundo

Hoje Dia Mundial da Saúde, apelamos aos direitos da Criança, para que estejam sempre no pensamento dos adultos que decidem as políticas da saúde, as da saúde da criança, onde quer que ela exista, em todas as nações e povos do mundo.

Paulo Peralta

Todas as crianças devem ser protegidas da violência doméstica.

Todas as crianças são iguais e têm os mesmos direitos, não importa sua cor, raça, sexo, religião, origem social ou nacionalidade.

Todas as crianças devem ser protegidas pela família, pela sociedade e pelo Estado, para que se possam desenvolver fisicamente e intelectualmente.

 Ana Pires:

Todas as crianças têm direito a uma nacionalidade.

Todas as crianças têm direito a alimentação e ao atendimento médico, antes e depois do seu nascimento. Esse direito também se aplica à sua mãe.

Isabel Raimundo

As crianças portadoras de dificuldades especiais, físicas ou mentais, têm o direito a educação e cuidados especiais.

Todas as crianças têm direito ao amor e à compreensão dos pais e da sociedade.

Ana Saraiva / 2ºano

Todas as crianças têm direito à educação gratuita e ao lazer.

Todas as crianças têm direito de ser socorridas em primeiro lugar em caso de acidentes ou catástrofes.

Ana Saraiva / 3º ano

Todas as crianças devem ser protegidas contra o abandono e a exploração no trabalho.

Todas as crianças têm o direito de crescer em ambiente de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

U. Autismo / Gémeos 4º ano

Todas as crianças têm o direito de viver saudavelmente.

Todas as crianças têm direito de ter um nome.

Salu / 4ºano

Como somos um grupo de mini eco-cidadãos que temos também preocupações como os adultos e com as quais convivemos todos os dias, decidimos trazê-las e mostrá-las. A forma como as vivemos, fazem a diferença levam- nos a lutar pela inclusão de todos, por uma vida com dignidade e em igualdade, ou seja pela Saúde como um valor, um direito inesgotável, um compromisso e uma fonte de inspiração para continuarmos a acreditar num mundo melhor!

 

Encerramento – Evento Hospital Pediátrico – Coimbra

 Direitos Humanos

 

  • O Direito à Saúde é um Direito para todos: é universal.
  • Não pode ser vivido pela metade: é indivisível.
  • Realiza-se juntamente com os outros direitos. Precisamos de todos eles ao mesmo tempo. A falta de um prejudica outros: os direitos são interdependentes.
  • A realização do direito à Saúde ajuda os outros, e enfraquecer um direito também enfraquece os outros: os direitos são inter-relacionados.
  • O Direito à Saúde é um Direito é uma opção preferencial e toma partido, ficando do lado dos explorados, discriminados, fracos e vulneráveis: não é neutro e tem que ser conquistado.
  • Não é possível realizá-lo e ignorar outros direitos: são inseparáveis.
  • Nenhum dos direitos humanos é mais importante do que os outros: são não-hierárquicos.
  • O Direito à Saúde é um Direito : é progressivo (não pode ser diminuído ou perdido; tem que estar suficientemente protegido por leis
  •  Não se pode abrir mão do Direito à Saúde, pois não é tempo para exceções ou violações: é um Direito inalienável e inviolável

 

Todos ?????

Queremos ser uma ferramenta pela e na dignificação da Vida Humana!

Em coro:

Queremos Saúde para todos!

Viva o Dia Mundial da Saúde!

O Hino da Eco-Cidadania encerrou o evento.

Algumas referências à vida de Santo António

Introdução

 Foi em Lisboa, Portugal, que Santo António nasceu, no dia 13 de Setembro de 1191. Morreu com 36 anos, no dia 13 de Junho de 1231, nas vizinhanças de Pádua, Itália.

É chamado Santo António de Lisboa e Santo António de Pádua e considerado um dos Santos mais populares da Igreja. “O Santo do mundo todo” como lhe chamou Leão XIII.

Filho de Martinho de Bulhões e Maria Teresa Taveira, de famílias ilustres, recebeu o nome de Fernando no batismo. Aos 15 anos, Santo António ingressou como noviço, na Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho de São Vicente de Fora, em Lisboa.

Ali ficou dois anos, pedindo depois transferência para o Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra, porque eram tantas as visitas de parentes e amigos, que perturbavam a sua paz. Nesse Convento em Coimbra, fez filosofia e teologia. Também foi nesse local que foi ordenado padre.

Biografia de Santo António:

1191: Nasce em Lisboa, filho de Maria e de Martinho dos Bulhões. É batizado em Lisboa com o nome de Fernando. Reside em frente à Sé Catedral de Lisboa, local onde hoje se encontra a Igreja de Santo António de Lisboa e onde ainda permanece o quarto onde nasceu.

1202: Com sete anos de idade, começa a frequentar a escola, um privilégio raro na época.

1209: Ingressa no Mosteiro de São Vicente, dos Cónegos regulares de Santo Agostinho, tornando-se agostiniano.

1211: Transfere-se para Coimbra, importante centro cultural, onde se dedica de corpo e alma ao estudo e à oração, pelo espaço de dez anos.

1219: É ordenado sacerdote. Pouco depois conhece os primeiros franciscanos, vindos de Assis, que ele recebe na portaria do Mosteiro. Fica impressionado com o modo simples e alegre de viver daqueles frades.

1220: Chegam a Coimbra os corpos de cinco mártires franciscanos. Fernando “Santo António” decide fazer-se franciscano como eles. É recebido na Ordem com o nome de Frei António e enviado para missões entre os sarracenos de Marrocos conforme deseja.

1221: Ao chegar a Marrocos, adoece gravemente, sendo obrigado a voltar para a sua terra natal. Mas uma tempestade desvia a embarcação arrastando-a para o Sul de Itália. Desembarca em Sicília. Em Maio do mesmo ano participa, em Assis, do capítulo das Esteiras, uma famosa reunião de cinco mil frades. Aí conhece o fundador da Ordem, São Francisco de Assis. Terminado o Capítulo, retira-se para o eremitério de Monte Paolo, junto dos Apeninos, onde passa 15 meses na solidão contemplativa e no trabalho braçal. Ninguém suspeitou da sabedoria que aquele jovem frade português esconde.

1222: Chamado de improviso a falar numa celebração de ordenação, Frei António revela uma sabedoria e eloquência extraordinárias, que deixam a todos estupefactos. Começa sua epopeia de pregador itinerante.

1224: Em brevíssima Carta a Frei António, São Francisco o encarrega da formação teológica dos irmãos. Chama-o cortesmente de “Frei António, meu bispo”.

1225: Depois de percorrer a região norte da Itália, passa a pregar no Sul da França, com notáveis frutos. Mas tem duas disputas com os hereges da região.

1226: É eleito “custódio” na França e um ano depois, “provincial” dos frades no Norte da Itália.

1228: Participa, em Assis, do Capítulo Geral da Ordem, que o envia a Roma para tratar com o Papa de algumas questões pendentes. Prega diante do Papa e dos Cardeais. Admirado de seu conhecimento das Escrituras, Gregório IX o apelida de “Arca do Testamento”.

1229: Frei António começa a redigir os “Sermões”, que hoje possuímos impressos em dois grandes volumes.

1231: Prega em Pádua a famosa quaresma, considerada como o momento de refundação cristã da cidade. Multidões acorrem de todos os lados. Há conversões e prodígios. Êxito total! Mas Frei António está exausto e sente que seus dias estão no fim. Na tarde de 13 de Junho, mês em que os lírios florescem, Frei António de Lisboa morre às portas da cidade de Pádua. Suas últimas palavras são: “Estou vendo o Senhor”. As crianças são as primeiras a saírem pelas ruas anunciando: “Morreu o Santo”.

1232: Não tinha bem passado um ano desde sua morte, quando Gregório IX o inscreveu no catálogo dos Santos.

1946: Pio XIII declara Santo António Doutor da Igreja, com o título de “Doutor Evangélico”.

Ao longo destes oito séculos, os Franciscanos de Pádua, enviaram ao mundo alguns ossos – ou pedaços deles – para a Veneração pública dos fiéis que não podem ir a Pádua. Na Igreja de Santo António de Lisboa, em Portugal onde nasceu, existem alguns desses ossos, onde podem ser Veneradas três desses Relicários. Exemplo, veja-se em: http://santo-antonio.webnode.pt/santo-antonio/reliquias/

Um dos Relicários exposto à veneração na Cripta/Quarto onde nasceu Santo António tem dentro, além de um pedaço de um osso do Santo, a Bula Episcopal que comprova a sua autenticidade. Este Relicário está em local mais reservado, mas visível, podendo ser tocado ou osculado apenas no dia de S. António, onde irmãos da Ordem Franciscana Secular, neste lugar berço do Santo, e onde o Papa João Paulo II esteve em veneração em 1982.

Todos estes Relicários têm inscrito dentro “Ex ossibus Sanctus Antonius…” (retirado dos ossos de S. António). Na parte de trás todos estão lacrados de acordo com as normas canónicas e com o Brazão de quem autentica a veracidade da Relíquia.

O que é que diz João Paulo II sobre Santo António?

O Papa João Paulo II definiu Santo António “homem evangélico”. Este altíssimo reconhecimento está contido no discurso que o Papa fez em Pádua, no dia 12 de Setembro de 1982, por ocasião da sua memorável visita à Basílica de Santo António.


Durante toda a sua existência Santo António foi um homem evangélico. E se nós o veneramos como tal, é porque nós acreditamos que o Espírito Santo habitou nele de modo extraordinário enriquecendo-o com os seus maravilhosos dons e levando-o ‘a partir de dentro’, a exercer uma atividade que foi notável nos 36 anos da sua existência, mas que está bem longe de ser esgotada no tempo – ela permanece, com vigor´ e providencialmente ainda nos nossos dias.

Queria pedir a todos vós que mediteis exatamente sobre este marco de evangelização. Esse é também a razão pela qual Santo António é proclamado “O Santo”.

Sem fazer exclusões ou preferências, este é um sinal que nele a santidade alcançou metas de excecional altitude. A santidade impôs-se sobre tudo o resto, por meio do poder do exemplo e deu à devoção a Santo António uma expansão extrema no mundo. É verdadeiramente difícil encontrar uma cidade ou um país na urbe católica onde não exista pelo menos um altar ou uma imagem do Santo. O seu rosto sereno ilumina com um gentil sorriso milhões de casas cristãs, onde, através dele, a fé nutre a esperança na providência do Pai celeste. Crentes, os mais pequenos e os menos defendidos sobretudo, sentem-no e consideram-no o seu Santo, um intercessor sempre pronto e potente em seu favor.

Discurso do Papa João Paulo II à Comunidade Franciscana na Igreja de Santo António em Lisboa.

Quarta-feira, 12 de Maio de l982

 1. GRATO PELA HONROSA presença da Excelentíssima Câmara Municipal e pela vossa, a todos saúdo com alegria franciscana. E servindo-me da palavra do Apóstolo, aos caríssimos Franciscanos começo por dizer: “em primeiro lugar, dou graças ao meu Deus, por Jesus Cristo, a respeito de vós, porque a vossa fé é conhecida em todo o mundo” (Rm 1, 8). E para isso contribuiu sobremaneira Santo António, que estamos a honrar neste momento e neste lugar.

Aqui, nesta casa, em boa hora transformada em oratório pelas Autoridades da Câmara lisbonense, nascia pelos fins do século doze Santo António de Lisboa, também invocado como Santo António de Pádua. Na feliz expressão do meu predecessor Leão XIII, ele é “o Santo do todo o mundo”. Neste mês de Majo, precisamente no dia 30, vamos comemorar os setecentos e cinquenta anos da sua canonização, facto a que andam ligadas conhecidas tradições de vibração popular (cf. Léon de Kerval, Sancti Antonii de Padua Vitae duae, Paris 1904, 116-117).

Este ano, também está a celebrar-se, por todo o mundo, o oitavo centenário do nascimento de São Francisco de Assis. Temos, pois, redobrado motivo para nos alegrarmos. E nesta hora, quereria fazer minhas as palavras do Papa Pio XII, para exclamar: “Exulta, Lusitania felix!”. Em especial Franciscanos e Franciscanas de Portugal, exultai! Rejubilem as Autoridades e o povo de Lisboa! Alegrai-vos, todos vós portugueses espalhados pelo mundo inteiro.

2. O movimento franciscano – é para mim motivo de satisfação lembrá-lo aqui – incidiu profundamente no ânimo das populações de Portugal; e não apenas da gente humilde e iletrada: era aos filhos de São Francisco, segundo consta, que a Santa Sé recorria, muitas vezes, a fim de serem intermediários e seus porta-vozes perante os monarcas e nobres, a apaziguar contendas, a lembrar, com humildade mas também com firmeza, deveres e obrigações.

A vocação missionária dos Franciscanos portugueses, logo a seguir a Santo António, vê-se testemunhada no facto de Frei Lourenço de Portugal, no século XIII, ter sido enviado ao Oriente pelo Papa Inocêncio IV (cf. Antonino Franchi, La svolta politico-ecclesiastica tra Roma e Bisanzio, 1249-1254, Roma 1981, 15, 16, 37, 74, 123, 127, 128, 161). E sabe-se que a Regra dos Frades Menores inclui um capítulo sobre as missões (Regula Bullata, cap. 12, Regula non Bullata, cap. 16, ed. Caietanus Esser, O. F. M., Opuscula sancti Patris Francisci Assisiensis, Grottaferrata 1978, 237-238, 268-271). Foi esse espírito que os levou à África, Índia, Brasil, Ceilão e Extremo Oriente. Assim, a presença dos Filhos e Filhas de São Francisco em Portugal, nos países de expressão portuguesa nos vários continentes, mostra-se rica de obras de evangelização, assistência, ensino e serviço paroquial.

Quereria realçar aqui a importância dos pequenos e humildes conventos de clausura, onde continua vivo o espírito do Fundador e de Santa Clara, elevando-se aí de contínuo preces para que o múltiplo e activo labor dos outros Irmãos e Irmãs “não extinga o espírito de oração e devoção, ao qual as demais coisas devem servir”, como diz a Regra (Regula Bullata, cap. 5, ed. Esser. Opuscula, 231). Como eu gostaria de dispor de tempo para reflectir convosco sobre este ponto! A oração é sempre a alma da evangelização, a alma de todo o apostolado, a nossa grande força espiritual.

3. Inspiradas na irradiante simpatia de Santo António, também entre os jovens, de Portugal partiram, especialmente no século passado, beneméritas iniciativas em favor da juventude, que depois se estenderam a outras partes do mundo. Que estas comemorações antonianas sirvam de estímulo para intensificar o interesse franciscano pelos jovens, de acordo com as diretrizes da Igreja universal e em espírito de colaboração com as Igrejas locais, aliás conforme a orientação de São Francisco e de Santo António.

E não quereria deixar sem uma palavra benevolente a Ordem Terceira que sei estar activa e a renovar-se entre vós. É esperança da Igreja e confiança do Papa que ela rejuvenesça, bem sintonizada com o Concilio Vaticano II, com novas forças e o entusiasmo de quem se sente “fermento na massa” e participante na missão de Cristo.

4. O perfil biográfico do universalmente venerado Taumaturgo português, amados Filhos e Filhas de São Francisco, é de todos vós bem conhecido: da escola da Catedral aqui ao lado, a São Vicente de Fora, até Santa Cruz de Coimbra, é viandante enamorado evangelicamente de Deus, à procura de uma maior interiorização e vivência do ideal religioso, abraçado em plena juventude, entre os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Depois de ordenado sacerdote, em Coimbra, a sua ânsia de uma resposta mais radical ao apelo divino leva-o a maturar o propósito de maior dedicação e amor a Deus, no desejo ardente de ser missionário e mártir em África. Com esta intenção se tornou Franciscano.

A Providência, porém, encaminhou Frei António para terras de Itália e da França. Nas primeiras experiências de Franciscano aceita as contrariedades, fiel ao ideal, e responde com alegria aos desígnios divinos, numa entrega total de serviço generoso, pregando e ensinando teologia aos Frades, em atitude paciente, como o lavrador que aguarda, até receber a chuva temporã e a tardia, até se manifestar, de algum modo, o Senhor (cf. Iac 5, 7). Que bela lição de vida, Irmãos e Irmãs! Depois consuma a sua breve existência, chegando a exercer, servindo sempre com humildade, o múnus de ministro ou superior na Ordem. Ao morrer, com cerca de quarenta anos, dele se poderiam repetir as palavras da Sabedoria: “chegado em pouco tempo à perfeição, completou uma grande carreira” (Sap 4, 13).

O seu ensino e ministério da Palavra, como a sua vivência de frade e sacerdote, são marcados pelo seu amor à Igreja, inculcado pela Regra (Regula non Bullata, cap. 17, ed. Esser, Opuscula, 271). “Exegeta perfeitíssimo na interpretação das Sagradas Escrituras, exímio teólogo no perscrutar os dogmas, doutor e mestre insigne no tratar os assuntos da ascética e mística”, como diria o Papa Pio XII (Pio XII, Exulta, Lusitania Felix: AAS 38 [1946] 201. Lopes, S. António de Lisboa, 296-297), prega insistentemente a Palavra (cf. 2 Tm 4, 2), movido pelo desejo evangelizador de “reconduzir os transviados aos caminhos da rectidão”. Fá-lo; porém, com a liberdade de um coração de pobre, fiel a Deus, fiel à sua resposta a Deus, em adesão a Cristo e em conformidade com as directrizes da Igreja. Uma verdadeira comunhão com Cristo exige que se cultive e ponha em prática uma harmonia real com a comunidade eclesial, regida pelos legítimos Pastores.

5. O Doutor Evangélico fala ainda aos homens do nosso tempo, sobretudo indicando-lhes a Igreja, veículo da salvação de Cristo. A língua incorrupta do Santo e o seu aparelho fonético encontrado maravilhosamente intacto parecem atestar a perenidade da sua mensagem. A voz de Frei António, através dos Sermões, é ainda viva e penetrante; em particular, as suas coordenadas contêm um apelo vivo para os religiosos dos nossos dias, chamados pelo Concílio Vaticano II a testemunhar a santidade da Igreja e a fidelidade a Cristo, como colaboradores dos Bispos e Sacerdotes (S. Antonii Patavini, O. Min. Doctoris Evangelici Sermones Dominicales et Festivi, Dominica II de Adventu, Patavii 1979, 478-491. Trad. HENRIQUE PINTO REMA, O. F. M., Santo António de Lisboa. Obras Completas, Lisboa 1970, 39-43).

É assaz conhecido o bilhete de saudação de São Francisco a Frei António, escrevendo-lhe: “apraz-me que leias teologia aos Frades, contanto que, nesse estudo, não extingas o espírito de oração e devoção, como se contém na Regra” (Epist. ad Sanctum Antonium, ed. critica Esser, Opuscula, cap. IV, 95. HENRIQUE PINTO REMA, O. F. M., Santo António de Lisboa. Obras Completas, I, Lisboa 1970, XVII). E um conceituado teólogo atesta que o Doutor Evangélico soube permanecer fiel a este princípio: “… a exemplo de João Baptista, também ele ardia; e desse ardor provinha a luz: era uma lâmpada que ardia e brilhava” (cf. Francisco da Gama Caeiro, Santo António de Lisboa, I, Lisboa 1967, 147-148). Por isso, Santo António ficou na história como precursor da Escola Franciscana, permeada pela finalidade sapiencial e prática do saber.

6. Caríssimos Irmãos e Irmãs:

Sei que o Senhor Cardeal Patriarca, a Câmara Municipal de Lisboa e a Família Franciscana estão a envidar esforços para que seja erguido nesta Cidade um grande templo, futura Catedral, dedicado a Santo António, também para perpetuar a devoção das Comunidades Portuguesas espalhadas pelo mundo. Bela e louvável iniciativa! Oxalá ela possa congregar todos os portugueses à volta do grande Santo António de Lisboa, em unidade de fé e harmonia de corações, para a glória de Deus.

Mas esse templo material há-de ser sobretudo expressão de “vós mesmos, como pedras vivas, aplicadas na construção de um templo espiritual”(cf. 1 Pd 2, 5), com a vida, o ministério e serviço apostólico, que devem ser sempre portadores de valores evangélicos. Que o exemplo de Santo António cale profundamente no vosso ânimo, para continuardes a sua obra, como dispensadores de salvação e da bondade de Cristo e servidores da Sua Igreja, com o testemunho e o anúncio da Boa Nova.

A vossa vida consagrada e a vossa colaboração para difundir o Evangelho são motivo de ânimo e de alegria para mim, na minha missão de Pastor da Igreja universal. Que Deus vos ajude e chame muitos outros a seguir Cristo na vida religiosa, segundo o espírito do “Pobrezinho de Assis”, como o soube assimilar Santo António. Por sua intercessão imploro para todos “Paz e Bem”, com a minha Bênção Apostólica.

MILAGRES DE SANTO ANTONIO

Os Direitos Humanos e a Doutrina Social da Igreja

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Sua Eminência Rev.ª Cardeal José Saraiva Martins com o Presidente do Líbano, General Michel Sleiman.

Gostaria de apresentar os direitos humanos e a doutrina social da Igreja referindo-me, de um modo especial, ao magistério do beato João Paulo II.

O fundamento natural dos direitos humanos é colocado pela doutrina social da Igreja na dignidade humana; dignidade da pessoa criada à imagem e semelhança de Deus, Pai e Criador. Assim, segundo a perspectiva da doutrina social da Igreja, a fonte última dos direitos humanos, como afirmou o papa João XXIII, não se situa na simples vontade dos seres humanos, nem na realidade do Estado, e menos ainda, nos poderes políticos; mas sim no próprio homem e no seu Deus Criador, e tais direitos são “universais, invioláveis e inalienáveis” (Pacem in terris, 55).

A universalidade de tais direitos é constatável pelo facto desses direitos estarem presentes em todos os homens sem nenhuma distinção. Invioláveis enquanto “inerentes à pessoa humana e à sua dignidade”[1] e porque “seria em vão proclamar tais direitos, se ao mesmo tempo não se fizesse um esforço, de modo a que seja devidamente assegurado o seu respeito por todos, ou pelo menos, no confronto de cada um”[2]. Por último são inalienáveis enquanto “ninguém pode legitimamente privar destes direitos um seu semelhante, seja ele qual for, porque isso significaria violentar a sua própria natureza”[3].

Um aspecto ulterior que qualifica a visão que a Igreja defende dos direitos humanos é a sua integridade. Esses são tutelados não só singularmente, mas, no seu conjunto, pois uma protecção selectiva significaria a sua falta de reconhecimento. Tal reconhecimento consiste no corresponder às exigências da dignidade humana e implica a satisfação das necessidades essenciais da pessoa, quer sejam no campo material como no campo espiritual. Escreveu João Paulo II: “tais direitos dizem respeito a todas as fases da vida e a todos os contextos políticos, sociais, económicos e culturais. Todos esses formam um conjunto unitário, orientados, de forma determinada, para a promoção de todos os aspectos do bem da pessoa e da sociedade… A promoção integral de todas as categorias dos direitos humanos é a verdadeira garantia do pleno respeito de cada um desses direitos”[4] . A partir de tal argumento, João Paulo II conclui que a universalidade e indivisibilidade representam um traço distintivo dos direitos humanos. Vistos na perspectiva da doutrina social da Igreja: “são dois princípios-guias que colocam a exigência de enraizar os direitos humanos nas diferentes culturas, do mesmo modo que o seu enquadramento jurídico para assegurar o seu pleno respeito”[5].

Sobre o tema dos direitos humanos, a doutrina social da Igreja propõe ainda os ensinamentos do papa João XXIII, e em particular da encíclica  Pacem in terris; o Concílio Vaticano II (de modo particular na Constituição Pastoral Gaudium et Spes e na Declaração Dignitatis humanae); e o Magistério de Paulo VI (como por exemplo, o Discurso à Assembleia geral das Nações Unidas, a 14 de Outubro de 1965). Serão sobretudo estes documentos a oferecer a João Paulo II a trama de fundo e as fontes necessárias que lhe permitirão traçar o elenco dos direitos humanos na Centesimus annus: “o direito à vida, do qual é parte integrante o direito de crescer no seio materno, depois de ser gerado; o direito a viver numa família unida e num ambiente moral que favoreça o desenvolvimento da própria personalidade; o direito a desenvolver a própria inteligência e a própria liberdade na busca e no conhecimento da verdade; o direito a participar no trabalho para valorizar os bens da terra e buscar nele o sustento próprio e dos seus; o direito a constituir livremente uma família e a acolher e a educar os filhos, exercendo responsavelmente a própria sexualidade. Fontes e sínteses destes direitos é, dum certo modo, a liberdade religiosa, vista como direito a viver na verdade da própria fé e em conformidade com a transcendente dignidade da própria pessoa” (Centesimus Annus, 47).

O que chama a atenção na doutrina de João Paulo II é a hierarquia dos direitos humanos por ele delineada. Ele coloca em primeiro lugar, o direito à vida, desde a concepção até ao seu fim natural. Tal direito condiciona o exercício de cada um dos outros direitos e comporta a ilegalidade de todas as formas de aborto e de eutanásia. O segundo aspecto que chama a atenção do leitor nesta hierarquia de valores, é o facto de o papa ter colocado como fonte e síntese de todos os valores a liberdade religiosa. Assim, diz a Declaração Dignitatis humanae: “todos os homens devem manter-se imunes à constrição, quer seja da parte dos indivíduos, quer seja dos grupos sociais ou de qualquer autoridade humana, de que em matéria religiosa, dentro de certos limites, nenhum seja forçado a agir contra a sua própria consciência, nem seja impedido de agir segundo a sua própria consciência, em privado ou em publico, individualmente ou associado com outros” (DH, 2). O respeito de tal direito, na prática, afirma João Paulo II na Encíclica Redemptoris hominis, representa a medida do autêntico progresso humano em cada regime, em cada sociedade, sistema ou ambiente.

É característico de cada abordagem adoptada pela doutrina social da Igreja estabelecer a ligação inseparável entre direitos e deveres. João XXIII na Encíclica Pacem in terris lembra que “na convivência humana cada direito natural duma pessoa comporta um respectivo dever em relação às outras pessoas: o dever de reconhecer e respeitar tal direito” (PT, 55). Ao mesmo tempo, a Igreja sublinha o quanto seria contraditória uma noção de direito que não previsse uma responsabilidade correlativa: “Aqueles, que reivindicam os seus próprios direitos, e esquecem ou não dão a devida importância aos respectivos deveres, correm o risco de construir com uma mão e destruir com a outra” (PT, 55).

Hoje, aquilo que se defende para os homens é o mesmo que se defende para os povos e nações. Com determinação, o Magistério da Igreja recorda que o direito internacional “assenta sob o principio de igualdade para os Estados, ao direito à autodeterminação de cada povo e da liberdade de cooperação em vista ao superior bem comum da humanidade”[6]. A paz constrói-se no respeito pelos direitos dos homens, mas, também, no respeito pelos direitos dos povos e, em especial, pelo seu direito à independência.

Somos levados a ir mais ao mais fundo da problemática e perguntar-nos, afinal o que são os direitos dos povos? João Paulo II diz-nos que esses não são mais do que “os direitos humanos considerados no nível específico da vida comunitária”. Tirando deste princípio as consequentes implicações, e seguindo aquilo que será a continuidade de principio do magistério, sublinha, pois que cada Nação tem “ o direito fundamental à existência, à própria língua e cultura, mediante as quais um povo exprime e promove a sua “soberanidade espiritual”. Alem disso, a “modelar a própria vida segundo as tradições próprias, excluindo, naturalmente, toda a forma de violação dos direitos humanos fundamentais e, em particular, a opressão das minorias”. Por último, e não menos importante, a construir o próprio futuro promovendo às gerações mais jovens uma “educação apropriada”.[7]

João Paulo II, assumindo o Magistério social dos seus predecessores, sublinha, por último, que a ordem internacional precisa de um equilíbrio entre particular e universal, ao qual todas as Nações e todos os povos são chamados a dar o seu particular contributo. Neste sentido viver numa atitude de paz, de respeito e de solidariedade com as outras Nações, representa o primeiro dever dos homens e dos povos, independentemente da sua etnia, da sua cor, da sua história e da sua cultura.

Cardeal José Saraiva Martins


[1] GIOVANNI PAOLO II,   Messaggio per la Giornata Mondiale della Pace 1999,3:AAS, 91 (1999), 379.

[2] PAULO VI, Messaggio alla Conferenza Internazionale su diritti dell’ uomo (15 aprile 1968):AAS, 60 (1968), 285.

[3] GIOVANNI PAOLO II,   Messaggio per la Giornata Mondiale della Pace 1999,3:AAS, 91 (1999), 379.

[4] Ibidem.

[5] GIOVANNI PAOLO II,   Messaggio per la Giornata Mondiale della Pace 1998,2:AAS, 90 (1998), 149.

[6] GIOVANNI PAOLO II,   Lett. Nel cinquantesimo anniversario dell’inizio della Seconda Guerra mondiale, 8:AAS, 82 (1990), 56.

[7] GIOVANNI PAOLO II,   “Discorso all’ Assemblea General delle Nazione Unite per la celebrazione del 50º di fondazione” (5 ottobre 1995),8: Insegnamenti di Gionanni Paolo II, XVIII,2 (1995), 736-737.

 

Prémio Nobel da Paz abre Observatório (OIDH)

Atendendo ao amável convite de Luís Eduardo Afonso Andrade, Director do Observatório Internacional de Direitos Humanos, com sede na Cidade de Coimbra, Portugal, venho dar todo o meu apoio à criação e existência desta Instituição. De facto, quando falamos dos Direitos Humanos, falamos, da pessoa humana. Porque os direitos humanos são direitos que dizem respeito a cada indivíduo enquanto ser humano; não dependem da raça, religião, da língua, da proveniência geográfica, da idade ou do sexo. São direitos fundamentais, universais, invioláveis e inalienáveis. Os direitos humanos são aqueles inerentes à natureza da pessoa humana, anteriores e superiores aos ordenamentos políticos e jurídicos de qualquer Estado, e que são reconhecidos na actualidade pelos regimes democráticos.

A existência do Observatório Internacional dos Direitos Humanos vai certamente ajudar-nos a tomar consciência de que o pleno respeito pelos direitos humanos é, antes de tudo, uma responsabilidade nossa. Temos de defender e proteger os direitos humanos.

Mas, quando se fala dos Direitos, devemos incluir também os direitos dos povos e das nações. O direito internacional baseia-se no princípio de igual respeito, por parte dos estados, do direito à autodeterminação de cada povo e da sua livre cooperação em vista ao bem comum superior da humanidade.

A existência de um Observatório Internacional de Direitos Humanos ajudar-nos-á a trabalhar pela educação para os direitos humanos e por uma cultura de respeito, de tolerância, de fraternidade e de cidadania universal.

Faço votos de que esta benemérita Instituição seja apoiada por todos os homens de boa vontade e pelas instituições de solidariedade.

Porto, 5 de Dezembro de 2010.

Dom Carlos Filipe Ximenes Belo
Administrador Apostólico de Dili (Timor –Leste)
Prémio Nobel da Paz de 1996.

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

Preâmbulo

Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros da família humana e dos seus direitos iguais e inalienáveis constitui o fundamento da liberdade, da justiça e da paz no mundo;

Considerando que o desconhecimento e o desprezo dos direitos do homem conduziram a actos de barbárie que revoltam a consciência da Humanidade e que o advento de um mundo em que os seres humanos sejam livres de falar e de crer, libertos do terror e da miséria, foi proclamado como a mais alta inspiração do homem;

Considerando que é essencial a protecção dos direitos do homem através de um regime de direito, para que o homem não seja compelido, em supremo recurso, à revolta contra a tirania e a opressão;

Considerando que é essencial encorajar o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações;

Considerando que, na Carta, os povos das Nações Unidas proclamam, de novo, a sua fé nos direitos fundamentais do homem, na dignidade e no valor da pessoa humana, na igualdade de direitos dos homens e das mulheres e se declararam resolvidos a favorecer o progresso social e a instaurar melhores condições de vida dentro de uma liberdade mais ampla;

Considerando que os Estados membros se comprometeram a promover, em cooperação com a Organização das Nações Unidas, o respeito universal e efectivo dos direitos do homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que uma concepção comum destes direitos e liberdades é da mais alta importância para dar plena satisfação a tal compromisso:

A Assembleia Geral

Proclama a presente Declaração Universal dos Direitos do Homem como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efectivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição.

Artigo 1.º

Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.

Artigo 2.º

Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania.

Artigo 3.º

Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4.º

Ninguém será mantido em escravatura ou em servidão; a escravatura e o trato dos escravos, sob todas as formas, são proibidos.

Artigo 5.º

Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.

Artigo 6.º

Todos os indivíduos têm direito ao reconhecimento em todos os lugares da sua personalidade jurídica.

Artigo 7.º

Todos são iguais perante a lei e, sem distinção, têm direito a igual protecção da lei. Todos têm direito a protecção igual contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo 8.º

Toda a pessoa tem direito a recurso efectivo para as jurisdições nacionais competentes contra os actos que violem os direitos fundamentais reconhecidos pela Constituição ou pela lei.

Artigo 9.º

Ninguém pode ser arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo 10.º

Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida.

Artigo 11.º

  1. Toda a pessoa acusada de um acto delituoso presume-se inocente até que a sua culpabilidade fique legalmente provada no decurso de um processo público em que todas as garantias necessárias de defesa lhe sejam asseguradas.
  2. Ninguém será condenado por acções ou omissões que, no momento da sua prática, não constituíam acto delituoso à face do direito interno ou internacional. Do mesmo modo, não será infligida pena mais grave do que a que era aplicável no momento em que o acto delituoso foi cometido.

Artigo 12.º

Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

Artigo 13.º

  1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
  2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.

Artigo 14.º

  1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.
  2. Este direito não pode, porém, ser invocado no caso de processo realmente existente por crime de direito comum ou por actividades contrárias aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 15.º

  1. Todo o indivíduo tem direito a ter uma nacionalidade.
  2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua nacionalidade nem do direito de mudar de nacionalidade.

Artigo 16.º

  1. A partir da idade núbil, o homem e a mulher têm o direito de casar e de constituir família, sem restrição alguma de raça, nacionalidade ou religião. Durante o casamento e na altura da sua dissolução, ambos têm direitos iguais.
  2. O casamento não pode ser celebrado sem o livre e pleno consentimento dos futuros esposos.
  3. A família é o elemento natural e fundamental da sociedade e tem direito à protecção desta e do Estado.

Artigo 17.º

  1. Toda a pessoa, individual ou colectivamente, tem direito à propriedade.
  2. Ninguém pode ser arbitrariamente privado da sua propriedade.

Artigo 18.º

Toda a pessoa tem direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; este direito implica a liberdade de mudar de religião ou de convicção, assim como a liberdade de manifestar a religião ou convicção, sozinho ou em comum, tanto em público como em privado, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pelos ritos.

Artigo 19.º

Todo o indivíduo tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e o de procurar, receber e difundir, sem consideração de fronteiras, informações e ideias por qualquer meio de expressão.

Artigo 20.º

  1. Toda a pessoa tem direito à liberdade de reunião e de associação pacíficas.
  2. Ninguém pode ser obrigado a fazer parte de uma associação.

Artigo 21.º

  1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte na direcção dos negócios públicos do seu país, quer directamente, quer por intermédio de representantes livremente escolhidos.
  2. Toda a pessoa tem direito de acesso, em condições de igualdade, às funções públicas do seu país.
  3. A vontade do povo é o fundamento da autoridade dos poderes públicos; e deve exprimir-se através de eleições honestas a realizar periodicamente por sufrágio universal e igual, com voto secreto ou segundo processo equivalente que salvaguarde a liberdade de voto.

Artigo 22.º

Toda a pessoa, como membro da sociedade, tem direito à segurança social; e pode legitimamente exigir a satisfação dos direitos económicos, sociais e culturais indispensáveis, graças ao esforço nacional e à cooperação internacional, de harmonia com a organização e os recursos de cada país.

Artigo 23.º

  1. Toda a pessoa tem direito ao trabalho, à livre escolha do trabalho, a condições equitativas e satisfatórias de trabalho e à protecção contra o desemprego.
  2. Todos têm direito, sem discriminação alguma, a salário igual por trabalho igual.
  3. Quem trabalha tem direito a uma remuneração equitativa e satisfatória, que lhe permita e à sua família uma existência conforme com a dignidade humana, e completada, se possível, por todos os outros meios de protecção social.
  4. Toda a pessoa tem o direito de fundar com outras pessoas sindicatos e de se filiar em sindicatos para a defesa dos seus interesses.

Artigo 24.º

Toda a pessoa tem direito ao repouso e aos lazeres e, especialmente, a uma limitação razoável da duração do trabalho e a férias periódicas pagas.

Artigo 25.º

  1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
  2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.

Artigo 26.º

  1. Toda a pessoa tem direito à educação. A educação deve ser gratuita, pelo menos a correspondente ao ensino elementar fundamental. O ensino elementar é obrigatório. O ensino técnico e profissional deve ser generalizado; o acesso aos estudos superiores deve estar aberto a todos em plena igualdade, em função do seu mérito.
  2. A educação deve visar à plena expansão da personalidade humana e ao reforço dos direitos do homem e das liberdades fundamentais e deve favorecer a compreensão, a tolerância e a amizade entre todas as nações e todos os grupos raciais ou religiosos, bem como o desenvolvimento das actividades das Nações Unidas para a manutenção da paz.
  3. Aos pais pertence a prioridade do direito de escolher o género de educação a dar aos filhos.

Artigo 27.º

  1. Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam.
  2. Todos têm direito à protecção dos interesses morais e materiais ligados a qualquer produção científica, literária ou artística da sua autoria.

Artigo 28.º

Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciados na presente Declaração.

Artigo 29.º

  1. O indivíduo tem deveres para com a comunidade, fora da qual não é possível o livre e pleno desenvolvimento da sua personalidade.
  2. No exercício destes direitos e no gozo destas liberdades ninguém está sujeito senão às limitações estabelecidas pela lei com vista exclusivamente a promover o reconhecimento e o respeito dos direitos e liberdades dos outros e a fim de satisfazer as justas exigências da moral, da ordem pública e do bem-estar numa sociedade democrática.
  3. Em caso algum estes direitos e liberdades poderão ser exercidos contrariamente aos fins e aos princípios das Nações Unidas.

Artigo 30.º

Nenhuma disposição da presente Declaração pode ser interpretada de maneira a envolver para qualquer Estado, agrupamento ou indivíduo o direito de se entregar a alguma actividade ou de praticar algum acto destinado a destruir os direitos e liberdades aqui enunciados.

NOTA MUITO IMPORTANTE

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) tem características muito próprias e singulares em todo o Planeta, tais como:

1. O OIDH promove a Paz no Mundo e contribui para o bem comum da Humanidade, através da sua estrutura que é formada exclusivamente por voluntários convictos, que se regem pelos mais altos valores morais, éticos e de cidadania.

2. O OIDH faz questão de tonar pública a seguinte informação: as ajudas de toda a espécie, que são provenientes, quer de entidades, quer em nome individual e que revertem a favor dos mais necessitados, não passam pelo OIDH. Todas essas dádivas são entregues aos seus destinatários, diretamente, por aqueles que voluntariaram se disponibilizaram em ajudar o próximo, num ato de notável solidariedade, um gesto considerado de grande nobreza.

3. O OIDH para promover a Paz no Mundo, utiliza as mais diversas formas, onde se inclui, a sensibilização dos Líderes Mundiais.

4. Todas as entidades e personalidades que se associam ao OIDH são consideradas paladinos dos Direitos Humanos e são um exemplo de bem, aos olhos da sociedade.

5. Apraz-nos aqui registar, com muita satisfação, o seguinte: muitas personalidades do mundo, de elevada credibilidade, reconhecem o OIDH, pelas suas características ímpares, já bem conhecidas do público, o que permite que desenvolva toda a sua ação, com naturalidade, tranquilidade, simplicidade, independência e isenção.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) tem características muito próprias e singulares em todo o Planeta, tais como:

1. O OIDH promove a Paz no Mundo e contribui para o bem comum da Humanidade, através da sua estrutura que é formada exclusivamente por voluntários convictos, que se regem pelos mais altos valores morais, éticos e de cidadania.

2. O OIDH faz questão de tonar pública a seguinte informação: as ajudas de toda a espécie, que são provenientes, quer de entidades, quer em nome individual e que revertem a favor dos mais necessitados, não passam pelo OIDH. Todas essas dádivas são entregues aos seus destinatários, diretamente, por aqueles que voluntariaram se disponibilizaram em ajudar o próximo, num ato de notável solidariedade, um gesto considerado de grande nobreza.

3. O OIDH para promover a Paz no Mundo, utiliza as mais diversas formas, onde se inclui, a sensibilização dos Líderes Mundiais.

4. Todas as entidades e personalidades que se associam ao OIDH são consideradas paladinos dos Direitos Humanos e são um exemplo de bem, aos olhos da sociedade.

5. Apraz-nos aqui registar, com muita satisfação, o seguinte: muitas personalidades do mundo, de elevada credibilidade, reconhecem o OIDH, pelas suas características ímpares, já bem conhecidas do público, o que permite que desenvolva toda a sua ação, com naturalidade, tranquilidade, simplicidade, independência e isenção.

Direitos Humanos