AÇÕES
OS MILITARES DAS FORÇAS ARMADAS DE PORTUGAL, DO SERVIÇO ATIVO À RESERVA DA VETERANIA, PERSONIFICAM A PERENIDADE DOS VALORES CASTRENSES, CONSTITUINDO UM EXEMPLO SUPREMO DE ALTRUÍSMO E UM FAROL DE SOLIDARIEDADE HUMANA

HONRA E SERVIÇO AO PRÓXIMO
Em fiel cumprimento da sua missão, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), isento de populismos, prosseguiu com uma abrangente iniciativa de solidariedade na Quadra Natalícia de 2025, providenciando assistência essencial aos mais necessitados e promovendo, inequivocamente, a dignidade humana.
Esta ação que se integra num conjunto coerente e diversificado de atividades que o OIDH tem vindo a implementar, demonstra a sua persistente e inabalável atuação na prossecução do seu propósito fundamental em múltiplas geografias.
Nesta ocasião, o convite para integrar este gesto de solidariedade humana foi alargado às unidades dos três ramos das Forças Armadas Portuguesas: a Marinha, o Exército e a Força Aérea Portuguesa.
É imperativo enaltecer a postura irrepreensível dos militares das Forças Armadas de Portugal que, imbuídos de valores como a solidariedade, a disciplina implacável e um inabalável espírito de corpo, renovam diariamente o seu compromisso patriótico com a Nação e a Democracia. Nesta ação solidária, o ethos militar transcendeu a teoria, materializando-se em iniciativas que impactaram de forma indelével a esfera civil. Tal empenho reitera o papel das Forças Armadas como pilares da estabilidade e baluartes da honra.
Este evento beneficiou, outrossim, do prestigiado contributo da Liga dos Combatentes e de diversas associações castrenses, que se afirmam como sentinelas da cidadania ativa. Focada no combate à indiferença, esta missão de apoio aos mais vulneráveis serviu a comunidade através da distribuição de bens essenciais, reafirmando os militares portugueses como “arautos da paz”.
O OIDH levará ao conhecimento de Sua Excelência o Ministro da Defesa Nacional, do CEMGFA e dos Chefes de Estado-Maior o mérito desta iniciativa, submetendo o reconhecimento oficial de todos aqueles que, com abnegação, serviram a causa pública com distinção.
O OIDH sublinha, com justificado júbilo, o unânime reconhecimento das mais altas instâncias globais, cujas palavras reiteram a excelência técnica e humana dos militares das Forças Armadas de Portugal. Depositários de uma bravura secular, os nossos contingentes reafirmam o seu lugar na elite militar internacional, erguendo um padrão de honra que prestigia este país perante o mundo. Mais do que um pilar de distinção nacional, a sua conduta coloca-os no pináculo dos melhores do mundo – um legado de honra e um inestimável motivo de brio para todos os portugueses.
O OIDH PROMOVEU UMA INICIATIVA DE SINGULARIDADE ÍMPAR, CUJO ALCANCE ABRAÇOU TODO O PLANETA. SE EM PORTUGAL A PARTICIPAÇÃO SE TRADUZIU NO ENVOLVIMENTO DIRETO E INDIRETO DE MILHÕES DE PORTUGUESES, ALÉM-FRONTEIRAS A ADESÃO ASSUMIU UMA DIMENSÃO DE TAL MODO VASTA QUE SE TORNOU IMPOSSÍVEL DE QUANTIFICAR


ESTE ACONTECIMENTO SEM PRECEDENTES À ESCALA PLANETÁRIA, DOTADO DE UMA SINGULARIDADE INIGUALÁVEL, PERPETUOU-SE ATRAVÉS DAS ERAS E EM TODOS OS QUADRANTES DO GLOBO. A SUA ESSÊNCIA RESIDE NA VENERAÇÃO DE JESUS DE NAZARÉ, CELEBRANDO-O ATRAVÉS DE ATOS DE LOUVOR E GRATIDÃO ENQUANTO MANANCIAL SUPREMO DE HUMANIDADE E ESPERANÇA.
O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) mobilizou em Portugal milhões de participantes, direta e indiretamente, unindo entidades eclesiásticas de todas as dioceses nacionais numa iniciativa de escala universal. Este movimento celebrou Jesus de Nazaré como fonte perene de humanidade e esperança. Dada a natureza global da ação, que contou com o envolvimento de toda a estrutura da Igreja Católica – incluindo o Estado do Vaticano – e de inúmeros movimentos católicos mundiais, o número total de fiéis associados pelo OIDH é considerado incalculável.
Ao longo dos tempos, diversas outras entidades oficiais não católicas, bem como dignitários e representantes de nações de todo o mundo – designadamente através dos seus Embaixadores, Órgãos de Soberania, Altos Comandos Militares, entre muitas outras Personalidades e Individualidades de variada índole – estiveram igualmente envolvidas. Esta abrangente participação inclui ainda representantes de diferentes credos religiosos, para além de estudantes universitários e crianças da catequese. Promovida pelo Observatório Internacional de Direitos Humanos, esta iniciativa visou evidenciar a crucial relevância da mensagem de Jesus Cristo na atualidade, especialmente no que diz respeito à salvaguarda da dignidade humana, à edificação da paz e à promoção de uma convivência fraterna entre todos.
Face à volatilidade do cenário mundial e aos crescentes desafios da nossa sociedade, esta iniciativa recordou que o legado de Jesus de Nazaré continua a ser uma bússola de proximidade e um farol de esperança. Mais do que uma lembrança, reforçou-se o apelo ao compromisso coletivo: é urgente construir diálogos e priorizar a dignidade individual num tempo marcado pela vulnerabilidade e pela busca de sentido. O evento também serviu de catalisador para uma reflexão sobre o nosso papel na promoção da paz, desafiando cada cidadão a ser um agente de diálogo e um defensor da dignidade humana perante as crises sociais e espirituais que definem a nossa época numa era fustigada por incertezas globais e pelo agudizar de fraturas sociais que se fazem sentir.
O compromisso de educar para os valores da dignidade, paz e esperança foi renovado, visando iluminar o futuro das novas gerações e reafirmar que a justiça requer uma base moral profunda. A iniciativa destacou a relevância contemporânea dos ensinamentos de Jesus de Nazaré na defesa dos Direitos Humanos e na promoção da fraternidade. Com isto, a Igreja reafirma a sua determinação em construir um mundo mais justo, humano e solidário.
Reiterou-se o desejo coletivo de que Jesus de Nazaré subsista como a inspiração eterna de proximidade, compaixão e esperança para a universalidade dos povos. O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) elegeu a Guarda – a cidade mais alta de Portugal – e a sua Sé Catedral como palco para o encerramento oficial desta iniciativa de âmbito global. O evento culminou a 7 de dezembro de 2025, com a outorga de uma distinção honorífica pelo Presidente do OIDH a Sua Excelência Reverendíssima, D. José Miguel Barata Pereira, Bispo da Guarda, que presidiu à solene cerimónia.
Para este insigne acontecimento, o OIDH congregou não só ilustres representantes institucionais, mas também uma expressiva multidão de fiéis e seguidores de Jesus de Nazaré. Esta magnífica moldura humana prestou uma vibrante homenagem ao Nazareno, celebrando a perfeita simbiose entre a Sua humanidade e divindade. O evento reafirmou a centralidade dos valores éticos que norteiam a missão do OIDH no serviço abnegado à humanidade. A este coro de vozes juntaram-se, por convite do Observatório, o Departamento Diocesano do Ensino Religioso Escolar, bem como educadores e alunos dos Agrupamentos de Escolas da Sé e de Afonso de Albuquerque, na Guarda.
No intuito de perpetuar a memória desta iniciativa de dimensão verdadeiramente universal, que teve lugar em todos os continentes, o Observatório Internacional de Direitos Humanos, para além do título que outorgou à Diocese e à cidade da Guarda, entregou mais os seguintes títulos: à “Biblioteca Apostólica Vaticana, por intermédio de Sua Santidade, o Papa Leão XIV. Seguindo a fé cristã; na Basílica da Natividade, em Belém (local de nascimento de Jesus); na Basílica da Anunciação, em Nazaré (onde ocorreu a Anunciação); e na Basílica do Santo Sepulcro, em Jerusalém (local da crucificação, sepultamento e ressurreição de Jesus Cristo)”. Nestes três lugares sagrados realizaram-se igualmente cerimónias com o mesmo propósito.
O OIDH expressa o seu mais profundo reconhecimento a todas as instituições e personalidades mundiais que, através do seu empenho e contributos, tornaram possível o êxito desta iniciativa sem precedentes. Estendemos esta gratidão a todos os fiéis seguidores de Jesus de Nazaré e, de forma mui especial, à Nunciatura Apostólica em Lisboa e à representação da Santa Sé na Terra Santa. Um agradecimento de particular reverência é dirigido a Sua Santidade, o Papa Leão XIV, pelo seu olhar sobre este projeto.
Com nítida naturalidade, isenção de populismos, profunda honra, sentido institucional e gratidão, o OIDH – uma organização internacional de direitos humanos de características singulares e alcance universal – promoveu uma iniciativa para, através de atos solenes e louvor e ação de graças, prestar homenagem a Jesus de Nazaré, reconhecendo-O como fonte inesgotável de humanidade e esperança.
A fim de esclarecer o público, para mitigar a desinformação e com o intuito de instruir os menos informados e salvaguardar a integridade dos factos contra distorções históricas deliberadas, o OIDH esclarece: segundo o magistério do Vaticano, os registos historiográficos e as escrituras Sagradas, Jesus de Nazaré era Judeu, tal como a Sua Mãe, Maria, professava a fé e identidade judaicas.
O OIDH encerra esta iniciativa legando à humanidade um poderoso imperativo ético: um apelo à ação imediata e à corresponsabilidade de cada indivíduo na arquitetura do devir histórico. Esta exortação, da autoria de São João Paulo II, recorda-nos que:
“O futuro começa hoje, não amanhã.”
A MENSAGEM DE FRATERNIDADE E UNIÃO QUE O OIDH FEZ CHEGAR AOS QUATRO CANTOS DO MUNDO

“ A ÉTICA E OS DIREITOS HUMANOS TRANSCENDEM MERAS NORMAS, CONSTITUINDO OS ALICERCES MORAIS QUE ASSEGURAM O RESPEITO E A INTEGRIDADE DA CONDIÇÃO HUMANA.”
Neste final de ano, marcado por complexos desafios globais, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) expressou os seus votos de Boas Festas e um próspero Ano Novo. Desejou que a luz desta época ilumine o caminho da humanidade, trazendo esperança, paz, segurança e união, perante um futuro que se antevê incerto e em profunda transformação.
O OIDH mantém o seu compromisso inabalável de “servir a humanidade”, focado em gerar impacto positivo em cada ação. Fiel ao seu ideal universalista e à discrição que o caracteriza, a organização continua a atuar com determinação, independentemente de fronteiras ou latitudes, respondendo prontamente aos acontecimentos que moldam o nosso tempo. Foi ainda dado a conhecer a todos: “Em breve, as nossas mais recentes iniciativas – pautadas pelo rigor e ausência de populismos – serão partilhadas com o mundo em (www.direitos-humanos.com). Foi esta a mensagem de compromisso que o OIDH endereçou a toda a humanidade em 2025.
O OIDH, NO ÂMBITO DA SUA MISSÃO, E DENTRO DA SUA “ESFERA” DE AÇÃO, PROMOVEU UMA PALESTRA QUE SE REVELOU MUITO OPORTUNA, SOBRE ANTISSEMITISMO

Esta imagem transcende o olhar e carrega o peso de mil palavras: capta o último percurso de judeus húngaros em direção às câmaras de gás. Auschwitz-Birkenau, Polónia, maio de 1944.
UMA PALESTRA SOB A ÉGIDE DO OIDH DECORREU NO COMPLEXO UNIVERSITÁRIO DE COIMBRA. VISOU O ENRIQUECIMENTO ACADÉMICO E CÍVICO DOS ESTUDANTES DESTA UNIVERSIDADE.
Na sequência do hediondo ataque terrorista perpetrado contra a comunidade judaica a 14 de dezembro de 2025, na praia de Bondi, em Sydney – ocorrido tragicamente durante as celebrações do Hanukkah – o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) reafirmou o seu compromisso global com a dignidade humana. Enquanto organização de natureza singular e alcance transnacional, o OIDH promoveu, logo no dia seguinte (15 de dezembro de 2025), uma conferência dirigida aos estudantes da Universidade de Coimbra. A iniciativa abordou o ressurgimento alarmante do antissemitismo, fenómeno que atinge atualmente proporções críticas para a estabilidade civilizacional, visando sensibilizar a academia para os seguintes pontos:
Perante a inquietante vaga de antissemitismo que assola a esfera global, ganha uma premência dolorosa a memória do recente atentado na Austrália: um ato de selvajaria atroz e abominável. Esta ofensiva, ditada por um rancor ideológico implacável, não só vitimou fatalmente dezenas de inocentes, como feriu a própria humanidade ao atingir crianças e famílias no âmago do seu direito à existência.
Foi enfatizado no decorrer da palestra que a vaga de ódio antissemita contemporânea constitui um eco aterrador dos tempos mais tenebrosos da Shoah.
A iniciativa sensibilizou ainda os estudantes para as questões críticas que reclamam a atenção coletiva, destacando-se, no cerne destas preocupações, o compromisso com o combate incessante ao antissemitismo, tendo em conta que:
Deve ser uma prioridade de todos os Estados, garantir a segurança do povo judeu, das instalações e instituições judaicas, além da obrigação de prestar todo o apoio e proteção às vítimas de todas as formas de antissemitismo.
O OIDH, dentro da sua competência e alicerçado em princípios e valores humanistas, com um profundo sentido do dever, de forma natural, sem populismos e com discrição que lhe é peculiar, tem tomado as medidas consideradas mais apropriadas junto das respetivas entidades oficiais, quer internacionais quer nacionais ao mais alto nível, de forma a que o antissemitismo possa ser ativamente combatido de forma assertiva.
Fez-se ouvir, também, uma exortação clara: quem defende a dignidade da pessoa humana com determinação não pode quedar-se indiferente perante o ódio antissemita. É imperativo ético denunciar de imediato tais conteúdos às autoridades, independentemente de serem disseminados online ou através de outros meios.
O OIDH apresentou alguns exemplos que nos podem surpreender: casos estarrecedores de ódio online, incluindo apelos à reedição das câmaras de gás do Holocausto – o auge da crueldade industrial e maquiavélica contra o povo judeu. A surrealidade do discurso atual atinge picos de violência simbólica em frases como: “vergonha é em 2025 ainda existir judeus no mundo”. Perante expressões de tamanha gravidade, a monitorização das redes sociais pelas autoridades torna-se uma ferramenta de defesa civil indispensável. O aviso é claro: o discurso de ódio é dinâmico e novas formas de incitação ao genocídio estão em constante formação no submundo digital.
Acentuou-se a necessidade para que a humanidade permaneça suficientemente atenta ao antissemitismo. Tornou-se imperativo que a humanidade cultive uma vigilância constante face ao antissemitismo, dada a natureza metamórfica deste fenómeno, que frequentemente assume novas roupagens e se manifesta através das seguintes dinâmicas:
Ódio individual; discriminação institucional; violência e perseguição; negação ou distorção do Holocausto; antissionismo transformativo.
Em síntese:
A monitorização proativa do ecossistema digital afirma-se como um pilar estratégico no combate ao antissemitismo contemporâneo. Esta vigilância permite não só mapear a evolução dos padrões do discurso de ódio, mas também antecipar e mitigar processos de radicalização online. Diversas organizações especializadas defendem que este escrutínio digital deve priorizar três pilares centrais e simultaneamente sustentar-se nos seguintes eixos fundamentais:
- Deteção Precoce: Identificar teorias da conspiração e retórica violenta antes que estas se transformem em ataques físicos contra comunidades judaicas.
- Responsabilização de Plataformas: Pressionar redes sociais para aplicarem os seus termos de serviço contra o discurso de ódio, removendo conteúdos que violam padrões de segurança.
- Mapeamento de Redes Extremistas: Compreender como grupos antissemitas utilizam fóruns e aplicações de mensagens encriptadas para recrutar e coordenar propaganda.
No términus da conferência, a nítida preocupação dos estudantes com o antissemitismo traduziu-se numa disponibilidade imediata para o enfrentar em todas as esferas da sua vida quotidiana. A audiência louvou o OIDH pela promoção de um debate tão necessário e atual, reiterando a importância estratégica de abordar temas que tocam a essência dos Direitos Humanos e da Dignidade Universal.
UM MARCO HISTÓRICO: O MUSEU MILITAR DE LISBOA ASSINALA 174 ANOS DE DEDICAÇÃO À SALVAGUARDA DA IDENTIDADE MILITAR

“MUITO ALÉM DE UM MUSEU: O PULSAR VIVO DA MEMÓRIA DE UMA NAÇÃO.”
No dia 10 de Dezembro de 2025, o Museu Militar de Lisboa, considerado o Museu Militar mais antigo e um dos museus de Portugal com maior antiguidade, um guardião essencial da História de Portugal, assinalou o seu 174º aniversário, através de uma Sessão Solene, presidida pelo Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército, Tenente-General Maia Pereira.
A data refere-se à criação original do Museu de Artilharia, em 10 de dezembro de 1851, por Decreto Real da Rainha.
Com um programa recheado, incluiu uma conferência sobre as campanhas militares em Angola e Moçambique no final do século XIX e início do século XX, intitulada “Da Pax Regeneratio às Campanhas de Soberania”, proferida pelo Dr. Jaime Ferreira Regalado. Na mesma ocasião foi também inaugurado o novo espaço expositivo “Sala de África”, dedicado às “Campanhas de Pacificação de Angola e Moçambique” do mesmo período.
O Tenente-General Vice-Chefe do Estado-Maior do Exército destacou na sua intervenção que celebrar os 174 anos do Museu Militar de Lisboa – o mais antigo da cidade e um dos mais marcantes do país – é evocar a própria História de Portugal, preservada com rigor, dedicação e sentido de missão desde 1851, reconhecendo este espaço como guardião de memórias que testemunham batalhas, coragem, sacrifício e a afirmação da soberania nacional ao longo dos séculos. Concluiu expressando reconhecimento por todos quantos contribuem para engrandecer o Museu, prestigiar o Exército e honrar Portugal, sublinhando que a memória preservada é conhecimento, legado e futuro, e reafirmando que um povo sem memória não tem História, e um país sem História não tem futuro.
A cerimónia contou com a prestigiada presença de diversas individualidades militares e civis, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado pelo seu presidente Dr. Luís Andrade.
É imperativo destacar que, a 29 de Setembro de 2023, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) distinguiu este Museu com o título honorífico de “Lugar de Paz e de Memória Histórico-Cultural”, elevando-o à categoria de Centro de Cultura e Promoção da Paz.
O Museu Militar de Lisboa tem como diretor o Coronel Marcos de Andrade que coordena a preservação do vasto património histórico e militar ali exposto.
ANÁLISE DAS ATITUDES E PERCEÇÕES DOS ADULTOS EM PORTUGAL RELATIVAMENTE À DEFICIÊNCIA: PRINCIPAIS CONCLUSÕES

A DIGNIDADE HUMANA PERMEOU CADA MOMENTO DESTE ACONTECIMENTO.
No dia 2 de Dezembro de 2025, o Me-CDPD – Mecanismo Nacional de Monitorização da Implementação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promoveu uma conferência que decorreu na Assembleia da República. O princípio da Dignidade da Pessoa Humana esteve sempre presente neste evento que se apresentou de enorme relevância para a humanidade.
Na semana em que é celebrado o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o Me-CDPD apresentou os resultados do estudo nacional e balanço da sua atividade.
Em síntese:
“Este trabalho analisa as atitudes e perceções da população adulta sobre a deficiência, oferecendo uma visão atualizada sobre o modo como a sociedade portuguesa compreende, reconhece e responde às questões relacionadas com os direitos das pessoas com deficiência.
Os resultados permitem identificar representações sociais, perceções de discriminação, níveis de conhecimento sobre a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e fatores que continuam a influenciar a exclusão ou a participação plena destas pessoas.
Trata-se de um instrumento essencial para apoiar decisões políticas, orientar estratégias de sensibilização e reforçar a construção de uma sociedade mais justa, acessível e inclusiva”.
O debate contou com a intervenção de oradores prestigiados de diversas esferas, reunindo desde especialistas do meio científico a personalidades ilustres do parlamento.
Este importante acontecimento contou com a expressiva adesão de múltiplas e variadas instituições da esfera civil e militar. O Observatório Internacional de Direitos Humanos – OIDH marcou presença no evento, representado pela figura do seu Presidente.
O OIDH endereça os mais sinceros parabéns à Presidência do ME-CDPD e à sua exímia equipa pelo trabalho de excelência desenvolvido em prol da humanidade. Esta declaração abnegada no apoio aos mais vulneráveis deve constituir um motivo de profundo orgulho para todos os que defendem o primado da dignidade da pessoa humana.
CELEBRAÇÃO DA PAZ: 107 ANOS SOBRE O ARMISTÍCIO QUE SILENCIOU AS ARMAS NA EUROPA

“HONRAR A MEMÓRIA E O VALOR DAQUELES QUE, IMBUÍDOS DE ESPÍRITO DE MISSÃO, DERAM TUDO – ATÉ A PRÓPRIA VIDA – AO SERVIÇO DE PORTUGAL.”
No dia 18 de Novembro de 2025, pelas 10:00, no Forte do Bom Sucesso em Lisboa, decorreu a Cerimónia Comemorativa do 107º Aniversário do Armistício da Grande Guerra.
Esta cerimónia foi presidida pelo Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, General José Nunes da Fonseca.
Entre os momentos de maior simbolismo, ocorreu a homenagem a todos os que lutaram e faleceram ao serviço da Pátria com imposição de coroas de flores, a entoação do Hino da Liga dos Combatentes e a inauguração da exposição “Conservação das Memórias”, além de condecoração de vários ex-combatentes.
A Capela do Museu do Combatente recebeu ainda uma celebração.
Num ato de profundo respeito, honra e gratidão, a cerimónia evocou aqueles que, com coragem e sacrifício, defenderam a liberdade e contribuíram para a construção da paz.
Além da Alocução da Alta Entidade, o Tenente-general Joaquim Chito Rodrigues, Presidente da Liga dos Combatentes também proferiu um discurso alusivo à efeméride.
Desfilaram militares dos três ramos das Forças Armadas (Marinha, Exército e Força Aérea Portuguesa).
Estiveram presentes nesta cerimónia, altas individualidades militares, civis, religiosas, além de personalidades estrangeiras.
A representação do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) coube ao seu Presidente, Luís Andrade, que personificou o compromisso global desta organização com a causa humanitária.
O OIDH regista com particular satisfação o facto de o brio e a competência dos militares portugueses serem aclamados pelas mais distintas instâncias internacionais, consolidando a sua reputação entre a elite das Forças Armadas mundiais. Face ao seu profissionalismo e eficácia faz com que estejam na vanguarda da excelência militar global. Desde sempre a honrar Portugal!
MILHARES DE PESSOAS CONVERGIRAM PARA AS CELEBRAÇÕES DA COMUNIDADE JUDAICA DO PORTO, TRANSFORMANDO O DIA EUROPEU DA CULTURA JUDAICA NUM EVENTO MEMORÁVEL DE ABERTURA E INTERCÂMBIO CULTURAL

“ PONTES DE MEMÓRIA: CELEBRANDO O LEGADO JUDAICO NO ESPAÇO EUROPEU.”
No dia 7 de setembro de 2025, a cidade do Porto tornou-se um dos principais palcos das celebrações do Dia Europeu da Cultura Judaica em Portugal. A efeméride foi assinalada com uma programação cultural de excelência, centrada nos espaços emblemáticos como a Sinagoga Kadoorie Mekor Haim, o Museu Judaico do Porto e o Museu do Holocausto, que abriram as suas portas para oferecer uma imersão profunda na herança hebraica.
O programa, pautado pela diversidade e rigor histórico, suscitou rasgados elogios por parte das distintas personalidades presentes, que destacaram a qualidade das exposições e conferências. A afluência de público foi notável, atraindo milhares de visitantes movidos pelo desejo de conhecer mais de perto a história milenar, as tradições vivas e a riqueza cultural do povo judeu. O Dia Europeu da Cultura Judaica é celebrado anualmente nas principais metrópoles da Europa, sob a égide da Associação Europeia para a Preservação e Promoção da Cultura e do Património Judaicos e com o apoio estratégico da Biblioteca Nacional de Israel. Este prestigiado evento reuniu um ilustre painel de individualidades nacionais e internacionais, destacando-se a presença de Sua Excelência o Embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat. Entre as organizações de relevo convidadas, figurou o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), reforçando a dimensão ética e cultural da iniciativa.
O BRILHO DE 77 ANOS: HONRANDO O PASSADO E CONSTRUINDO O FUTURO NO DIA DA INDEPENDÊNCIA

UM DIA INDELÉVEL: QUE NÃO SE APAGA DA MEMÓRIA.
No dia 15 de setembro de 2025, a Embaixada de Israel em Portugal, em estreita colaboração com a Comunidade Israelita do Porto, celebrou na Invicta (Porto) o 77º Dia Nacional de Israel. O evento teve como cenário a imponente Sinagoga kadoorie Mekor Haim, reunindo uma distinta plateia de convidados nacionais e internacionais.
O programa, pautado pela excelência, inclui uma performance de músicos israelitas e a atuação solene do coro da comunidade, que interpretou os hinos de Israel (Hatkvah) e de Portugal. Este momento de profunda união simbólica emocionou todos os presentes, servindo de prelúdio a uma série de iniciativas culturais que pontuaram a celebração.
A magnitude da Sinagoga kadoorie Mekor Haim – inaugurada em 1938, e reconhecida como a maior da Península Ibérica – cativou os visitantes através da sua singular arquitetura de inspiração norte-africana. Durante o evento, os convidados tiveram ainda a oportunidade de explorar a galeria de arte, que preserva a memória dos judeus em Portugal através de dezenas de pinturas, bem como a prestigiada Biblioteca Rosh Pinah, fiel depositária de um espólio superior a 10.000 obras.
A cerimónia foi presidida pelo Embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat, contando com a presença de diversas entidades e personalidades nacionais e internacionais de relevo. O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), na sua qualidade de abrangência global, associou-se com elevada honra a este ato de enorme simbolismo.
Esta celebração no Porto seguiu-se ao evento realizado no dia anterior, 14 de setembro, no SUD Lisboa. A capital portuguesa foi palco de uma receção de excelência que reuniu figuras de prestígio do panorama nacional e internacional para assinalar a efeméride.
É com elevada estima que o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) agradece ao Embaixador de Israel em Portugal Oren Rozenblat a gentil amabilidade do seu convite. O OIDH reitera que encontros desta natureza são vitais para estreitar pontes culturais e consolidar uma cooperação mútua que potencie o bem comum e a dignidade humana a nível global.
RELEVÂNCIA E RECONHECIMENTO DE UMA VOZ GLOBAL: “ O RECONHECIMENTO DA MARCA INDELÉVEL DEIXADA POR BARUCH PORTUGALI NO PANORAMA INTERNACIONAL

“O RABINO BARUCH PORTUGALI FOI ALVO DE UMA DISTINTA E MERECIDA HOMENAGEM POR OCASIÃO DAS CELEBRAÇÕES DO 250.º ANIVERSÁRIO DO MOVIMENTO CHABAD-LUBAVITCH, DESTACANDO O SEU NOTÁVEL LEGADO E DEDICAÇÃO.”
No dia 28 de setembro de 2025, a cidade do Porto foi palco de um tributo de elevado simbolismo histórico e humanitário. O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) – prestigiada organização de matriz global e natureza singular – prestou uma sentida homenagem à memória de Harav Baruch Portugali. Ilustre descendente de exilados portugueses e bisavô do Alter Rebbe, Baruch Portugali personifica a resiliência e o legado da herança judaica lusa.O presidente do OIDH, Luís Andrade, procedeu à entrega formal do título de reconhecimento ao Rabino Eli Rosenfeld, diretor do Chabad Portugal. O evento revestiu-se de uma importância acrescida ao coincidir com o 250.º aniversário da fundação oficial do movimento Chabad-Lubavitch, unindo o passado ancestral ao vigor presente da comunidade.
Este marco histórico elevou o Rebe Baruch ao panteão dos insignes guardiões da tradição judaica, personificando a resiliência inabalável do judaísmo português e a extraordinária expansão global do movimento Chabad, que hoje estende a sua presença por seis continentes e mais de uma centena de nações.
A cerimónia evocativa teve lugar no Porto, na prestigiada sede da B´nai Brith Internacional Portugal, reunindo figuras de relevo da esfera nacional e internacional, bem como representantes das comunidades judaicas de todo o país.
“É uma profunda honra participar nesta homenagem ao Rabino Baruch Portugali”, afirmou o Rabino Rosenfeld. “Sua memória conecta gerações, e sua influência duradoura nos lembra que, mesmo em meio ao exílio e às dificuldades, a luz da Torá e das mitsvot pode brilhar através dos séculos.”
Os palestrantes destacaram o caráter multinacional do Chabad e suas profundas raízes sefarditas ibéricas. David Garrett, da Comunidade do Porto, destacou descendentes notáveis de judeus sefarditas – incluindo Harav Portugali, Harav Yosef Karo e o Baal Shem Tov .
Isaac Assor, da Comunidade de Lisboa, enfatizou a conexão entre os judeus portugueses e os Estados Unidos, lembrando Chaim Solomon — um judeu português que se tornou um dos principais financiadores da Revolução Americana — e observando que o papel de Chabad na sociedade americana é formalmente reconhecido a cada ano no Dia da Educação e Compartilhamento, comemorando o aniversário do Rebe.
“Esta cerimónia em homenagem ao Rabino Baruch Portugali nos ajuda a manter viva a conexão com o passado, respeitando aqueles que contribuíram significativamente para o mundo”, disse Ido Itshayek, da Comunidade do Algarve.
No estrito cumprimento da sua missão de salvaguarda da paz e dos direitos fundamentais e movido pelos nobres ideais de fraternidade universal, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), expressou o seu mais profundo penhor de gratidão ao prestar uma distinta homenagem ao Rabino Baruch Portugali, cujo apelido testemunha a sua linhagem sefardita portuguesa — guardiã da Tora, do misticismo e da liderança comunitária — que sustentaram a vida judaica durante séculos, em tempos de paz e perseguição, prosperidade e ruína, estabilidade e emigração forçada.
O rasto luminoso deixado pelo Rabino Baruch Portugali transcende o tempo, manifestando-se no alcance planetário de um movimento que continua a dignificar a condição humana. Da génese da sua identidade – a inquebrantável tradição judaico-portuguesa, forjada no crisol da resiliência e do saber profundo – emergiu um líder capaz de unir mundos. Entre sabedoria ancestral das terras de Portugal e o misticismo vibrante da Chassidut oriental, a sua vida foi um testemunho da imortalidade do espírito judaico. Baruch Portugali não apenas preservou um legado; ele expandiu-o, convertendo as sombras da dispersão em claridade educacional e humanitária.
É, por isso, um imperativo de memória que este distinto tributo perpetue o seu nome, oferecendo às gerações vindouras um guia de referência para a construção de um horizonte comum, alicerçado na paz e na solidariedade entre os povos.
