Direitos Humanos

AÇÕES

CONFERÊNCIA “DIREITOS HUMANOS NA DINÂMICA PEDAGÓGICA”

INSTITUTO UNIVERSITÁRIO MILITAR (IUM) – LISBOA – PORTUGAL
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Realizou-se no Instituto Universitário Militar (IUM) em Lisboa, no dia 26 de Maio de 2017, pelas 14:30, uma conferência no âmbito dos Direitos Humanos, em colaboração com o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH).

O trabalho apresentado esteve a cargo do Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), Dr. Luís Andrade, do Professor Doutor Rui Fausto e da Doutora Maria Luísa Ramos.

Esta conferência destinou-se a oficiais (capitães) do curso de promoção a oficial superior, pertencentes às quatro Instituições Militares existentes em Portugal: Exército, Marinha, Força Aérea Portuguesa e Guarda Nacional Republicana.

Simbolos

O Instituto Universitário Militar (IUM) é um Estabelecimento de Ensino Superior Militar que ministra cursos de elevado nível, destinados a oficiais dos três ramos das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana, um Órgão de Ensino que corporiza os mais altos valores morais, éticos e cívicos da sociedade.

A realização desta conferência, entre outros objetivos, no âmbito dos Direitos Humanos na Dinâmica Pedagógica, pretendeu ainda estabelecer uma “ponte” entre o Ensino Universitário Civil e o Ensino Universitário Militar, considerando que estas instituições apresentam ambientes propícios para o ensino, pesquisa e desenvolvimento dos direitos humanos.

O OIDH reconhece que as instituições de ensino são verdadeiras ferramentas de expansão dos direitos humanos ao cumprirem a sua relevante função social.

Assim sendo, torna-se essencial que todo o ensino integre a educação dos direitos humanos para que assuma um papel primordial e privilegiado para a construção de uma ética de respeito e uma formação humanística centrada na dignidade da pessoa humana.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos faz questão de referir que num Estado de Direito Democrático, são os militares que constituem a primeira linha de defesa dos Direitos Humanos por garantirem e defenderem a estabilidade social, a liberdade, o Estado de Direito, a Democracia e a Segurança que levam à Paz.

É pertinente frisar que esta conferência enquadra-se igualmente nas relevantes missões que têm sido atribuídas aos militares portugueses e que se prendem com os direitos humanos, como é o caso das operações de manutenção de paz, entre muitas outras missões de interesse público, a cargo dos militares das Forças Armadas e da Guarda Nacional Republicana e que ocorrem nos mais variados lugares do planeta.

É desejo do OIDH que o Instituto Universitário Militar continue a adotar sempre uma cultura de prevenção na manutenção da paz e segurança, para que os direitos humanos sejam respeitados, salvaguardando a dignidade da pessoa humana.

Sendo Portugal membro no Conselho de Direitos Humanos e estando empenhado na defesa e promoção dos Direitos Humanos, assim como, no reforço do sistema de órgãos instituídos pelos Tratados de Direitos Humanos, é relevante sublinhar que a presente conferência esteve orientada em toda esta linha de princípios.

Pretendeu-se ainda com esta conferência, contribuir para uma sensibilização muito singular, relativa aos direitos humanos, numa instituição que de forma altamente honrosa e brilhante, desenvolve a sua transcendente Missão com Honra e Dignificação em prol da Humanidade.

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Comandante do Instituto Universitário Militar, Vice-almirante Edgar Marcos de Bastos Ribeiro e o Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos, Dr. Luís Andrade

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Professor Doutor Rui Fausto e a Doutora Maria Luísa da Universidade de Coimbra

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DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

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O Dia Mundial da Criança, 1 de Junho de 2017, foi comemorado no Centro Hospitalar de São João (CHSJ) Porto. Esta entidade acolhe o Núcleo de Direitos Humanos e Saúde do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH).

Nesta cerimónia estiveram presentes várias entidades civis e religiosas, pertencentes a diferentes setores sociais, além de membros do Governo.

Esta comemoração pretendeu ainda criar melhores condições para as crianças através da assinatura do Memorando de Construção do Novo Hospital Pediátrico Integrado no Centro Hospitalar de São João – Porto.

Usaram da palavra várias individualidades, onde se inclui o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Doutor Fernando Araújo; Presidente do Conselho de Administração do CHSJ, Dr. António Oliveira e Silva; Diretora da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, Doutora Maria Amélia Ferreira e Diretora do Hospital Pediátrico Integrado do CHSJ, Dra Maria João Batista.

No decorrer do evento, o Grupo de Pequenos Cantores da Maia presenteou todos os presentes com algumas peças musicais alusivas à data.

O Presidente do Conselho de Administração do CHSJ, num ato simbólico, ofereceu um computador a uma das crianças internadas.

É ainda de referir que o Centro Hospitalar de São João, entre os dias 29 de Maio e o dia 3 de Junho, preparou um conjunto de atividades lúdicas para todas as crianças internadas.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado pelo seu presidente, Dr. Luís Andrade.

Breve Reportagem Fotográfica

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SANTUÁRIO DE FÁTIMA – PORTUGAL “ALTAR DO MUNDO”

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Um “fenómeno” nunca visto em Portugal, transformado num “mar” de gente nos dias 12 e 13 de Maio de 2017.

Impulsionados por um notório entusiasmo e “carregados” de muita fé, foram muitos os milhares de fiéis que quiseram participar nas cerimónias religiosas em Fátima e, simultaneamente acolher o Papa Francisco, debaixo de uma grande emoção, acompanhada de muitas lágrimas.

A admirável moldura humana composta por mais de um milhão de pessoas, de tão impressionante que se apresentava, “tocava” o coração mais insensível de qualquer ser humano.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) regista com extraordinário agrado e muita satisfação toda esta cerimónia singular que decorreu com toda a normalidade e tranquilidade. Graças ao escrupuloso empenho, dedicação e nobre sentido de responsabilidade dos peregrinos e, ao excelente profissionalismo evidenciado por todas as autoridades militares e policiais envolvidas neste grandioso acontecimento que teve como propósito celebrar o Centenário das Aparições e a Canonização dos Pastorinhos de Fátima com a participação de Sua Santidade o Papa Francisco.

O OIDH não podia passar, sem deixar aqui um agradecimento muito sentido à Nunciatura Apostólica em Portugal (Embaixada do Estado do Vaticano em Portugal) na pessoa do Núncio Apostólico Monsenhor Rino Passigato, assim como, a todos os outros Órgãos do Santuário de Fátima que intervieram no processo que possibilitou a presença do presidente deste Observatório, em local próprio, no dia 13 de Maio de 2017, em tão relevante cerimónia.

 

Breve Apresentação Fotográfica do Acontecimento

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Reconhecimento Público

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) no seguimento de outros reconhecimentos públicos já atribuídos a outras individualidades, noutras ocasiões, expressa nesta página, um “especial” agradecimento ao antigo presidente da República de Portugal, General Ramalho Eanes, por se ter associado de forma convicta, a este Observatório, logo no início da sua criação, quando, amavelmente participou num evento realizado no âmbito dos Direitos Humanos, no ano 2010, seguido por 181 países do mundo.

O OIDH ficou igualmente muito sensibilizado pela incondicional disponibilidade manifestada por esta ilustre individualidade, no dia 13 de Maio de 2017 em Fátima, para colaborar noutras iniciativas que visam a Paz no Mundo e o bem comum da Humanidade.

Do mesmo modo o OIDH expressa toda a sua gratidão à Excelentíssima Dra Maria Manuela Ramalho Eanes, por também se ter associado por diversas ocasiões na qualidade de presidente do Instituto de Apoio à Criança (IAC), em distintas cerimónias realizadas na Assembleia da República de Portugal, tendo num dos eventos o IAC, integrado a Comissão de “madrinhas” a convite deste Observatório.

É oportuno aqui referir que o OIDH tem recebido imensas referências elogiosas por parte de muitos cidadãos, não só residentes em Portugal, como também, no estrangeiro, que consideram estas duas distintas individualidades, acérrimos defensores dos Direitos Humanos.

Reconhecem ainda que são personalidades que se regem por altos padrões de valores éticos, morais e cívicos, entre outros.

A dignidade da pessoa humana é intrínseca e distintiva a estas duas personalidades que se norteiam por uma genuína simplicidade, a qual, não passa despercebida aos portugueses, ao mesmo tempo que fazem questão de frisar que são um exemplo a seguir.

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Antigo Presidente da República de Portugal – General Ramalho Eanes, Presidente do OIDH Dr. Luís Andrade e Presidente do Instituto de Apoio à Criança – Dra Maria Manuela Ramalho Eanes

NÚCLEO DE DIREITOS HUMANOS AO SERVIÇO DA HUMANIDADE DO OBSERVATÓRIO INTERNACIONAL DE DIREITOS HUMANOS – (OIDH)

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ESCOLA SECUNDÁRIA DE PINHAL NOVO

 PALMELA – PORTUGAL 

SEDE INTERNACIONAL

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Presidente do OIDH Dr. Luís Andrade assina Protocolo da instalação do Núcleo

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 Presidente do OIDH entrega à Dra. Maria Celeste Oliveira, diretora da Escola Secundária do Pinhal Novo, o Certificado do Núcleo

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 Veja a Apresentação do trabalho desenvolvido pela escola. Clique Aqui.

 

O Núcleo de Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade do OIDH está vocacionado para associar e envolver toda a rede de ensino até ao 12º ano de escolaridade, de qualquer lugar do mundo.

Este Núcleo do OIDH, de abrangência mundial, vai fazer a sua apresentação neste espaço, através da coordenadora geral do referido Núcleo, professora Elsa Maria Soares de Andrade dos Santos, numa perspetiva do passado, do presente e do futuro.

O trabalho deste Núcleo do OIDH, que envolve alunos e professores, revela-se de grande nobreza e merece ser apontado como um exemplo a seguir.

“Seguindo o lema do OIDH “Servir a Humanidade”, este núcleo propõe-se a desenvolver um conjunto de iniciativas, tendentes a promover a Paz no Mundo e o bem comum da Humanidade, no âmbito da cidadania global, essencialmente junto da população estudantil, enquanto principal agente de construção de uma sociedade valorizadora dos direitos humanos, no futuro.

O núcleo tem como Diretora a Dra. Maria Celeste Oliveira, como coordenadora geral a professora Elsa Maria Soares de Andrade dos Santos e como subcoordenadores os professores Maria Margarida da Silva Roque, Pedro José Teles de Sousa Sottomayor e Pedro Jorge Portela de Oliveira.

A Escola Secundária com 3º CEB do Pinhal Novo é uma Escola Associada da UNESCO e está a implementar projetos de ação que têm como finalidade contribuir para a nova agenda visando o desenvolvimento a nível global a qual apresenta, como metas a atingir até 2030, em termos genéricos, a paz universal, a liberdade, a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável, numa perspetiva de igualdade e direito entre e para todos os homens.

Direitos Humanos, na pessoa do seu presidente, Dr. Luís Andrade, em cujo lema nos revemos -“Servir a Humanidade”, no âmbito da cidadania ativa à escala global.

A inauguração oficial do Núcleo de Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade do OIDH – Escola Secundária c/3º ciclo do Ensino Básico de Pinhal Novo, teve lugar no dia 10 de dezembro de 2016, no auditório da escola, na presença do seu presidente, Dr. Luís Andrade e da diretora desta escola, a Dra Maria Celeste Oliveira, assinalando, de uma forma condigna, o dia internacional dos direitos humanos. Durante a cerimónia, foi lida uma mensagem, gravada na Assembleia da República, alusiva à data, com o objetivo de homenagear o empenho e dedicação de todas as pessoas que defendem os Direitos Humanos.

Assinalando esta data, no âmbito da disciplina de História, os alunos dos 7º, 8º e 10º anos de escolaridade, realizaram trabalhos e maquetes mostrando, numa perspetiva histórica, a evolução do conceito dos direitos Humanos ao longo dos tempos, desde a antiga Grécia, passando pelo Império Romano e chegando aos nossos dias.

Na área das Humanidades foram debatidos, no âmbito das disciplinas de Português, Inglês e Francês, os Direitos enunciados na Declaração Universal dos Direitos Humanos e produzidas mandalas divulgando-os. Esta atividade envolveu alunos dos diferentes níveis de escolaridade. Na disciplina de Português, as mandalas produzidas, estabeleciam um paralelismo entre a obra do Padre António Vieira e os Direitos que constam na Declaração. Neste sentido, muito nos honra o convite endereçado pelo Observatório Internacional dos Direitos Humanos.

A situação dos refugiados e os seus direitos foi um dos temas mais abordados pelos alunos, nomeadamente os alunos de Geografia, através da publicação de imagens e produção de pequenos filmes. Todos os trabalhos foram expostos, numa mostra coletiva, no átrio da escola.

Na Conferência: Direitos Humanos e Voluntariado, realizada no dia 10 de dezembro, estiveram presentes representantes da comunidade local e da comunidade educativa, num total de cerca de 250 pessoas. Durante a Conferência foram debatidos assuntos relacionados com o voluntariado e com os Direitos Humanos, por exemplo, a criação de um Estado da Palestina e a situação do povo Sahauri. Esta atividade contou com a intervenção direta dos alunos os quais foram responsáveis por alguns “happenings” que ocorreram ao longo da conferência.

Para além das comemorações do Dia Internacional dos Direitos, este núcleo desenvolveu outras atividades, assinalando outras datas importantes:

- 3 de Outubro, dia mundial do Habitat- realização de palestras , visando refletir no estado dos povos, das cidades e dos espaços públicos, para garantir os direitos básicos de uma vivência adequada a todos os homens.

- Novembro de 2016- participação na campanha “Recolha de Afetos”recolha de produtos de higiene pessoal, brinquedos e guloseimas para entregar aos doentes Santomenses que se encontram em tratamento em Portugal. Este pedido resultou de uma parceria entre a nossa Escola, a Embaixada de São Tomé e a Casa Internacional de São Tomé e Príncipe.

- 17 de Outubro de 2016, dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. A data foi comemorada oficialmente pela primeira vez em 1992, com o objetivo de alertar a população para a necessidade de defender um direito básico do ser humano. Antes, a 17 de outubro de 1987, Joseph Wresinski, o fundador do Movimento Internacional ATD Quarto Mundo, convidou as pessoas a se reunirem em honra das vítimas da fome e da pobreza em Paris, no local onde tinha sido assinada a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Ao seu apelo responderam cem mil pessoas.

A erradicação da pobreza e da fome é um dos oito objetivos de desenvolvimento do milénio, definidos no ano de 2000 por 193 países membros das Nações Unidas e várias organizações internacionais.

Neste dia dá-se voz aos pobres e unem-se esforços para acabar com os pobres.

- 27 de Janeiro de 2017 , dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto – projeção/debate sobre o filme “Hannah Arendt. Este é um dia de lembrança em nome dos milhões de vítimas provocadas pelo genocídio da Alemanha nazi sobre os judeus, ciganos, homossexuais, entre outros, ocorrido durante a II Guerra Mundial.

A data de 27 de Janeiro foi escolhida para a celebração deste dia por possuir um significado especial: foi a 27 de Janeiro de 1945 que teve lugar a libertação do principal campo de concentração nazi (Auschwitz) pelas tropas da União Soviética.

O dia mundial da memória do Holocausto foi criado por ação da Assembleia Geral das Nações Unidas, pela Resolução 60/7, de 1 de dezembro de 2005.

- 6 de Fevereiro de 2017 , Dia Internacional da Tolerância Zero à Mutilação Genital FemininaO objetivo da data é combater a mutilação genital feminina, uma prática que afeta cerca de 8 mil mulheres por dia, e que é uma clara violação dos direitos humanos.

- 21 de Março de 2017, Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial- realização de palestras . A efeméride foi criada pela ONU em 1969 nesta data devido ao massacre ocorrido em Joanesburgo a 21 de Março de 1960: o Massacre de Sharpeville. Neste dia 20.000 pessoas protestavam pacificamente contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a ser portadora de um cartão com identificação dos locais onde era permitida a sua circulação. A polícia do regime de apartheid disparou na multidão desarmada, causando 69 mortos e 186 feridos.

Todos os anos se comemora a data com um tema relacionado com o racismo. A mensagem do Dia Internacional de Luta Contra a Discriminação Racial é de igualdade e de combate à discriminação racial. Neste dia a ONU reafirma e renova o seu objetivo de ajudar a construir um mundo mais justo e igualitário.

Todas as atividades já implementadas contaram com a participação e envolvimento da comunidade educativa, parceiros e colaboradores, sempre em parceria com o projeto Cais, ponto de cruzamento de novas gentes.

Um minuto de direito.

Projeto de vídeo sobre os Direitos Humanos

2016/2017

  “vale a pena continuar a defender esta causa”.

Alexandre Magalhães

Descrição do projeto

O projeto “Um minuto de direito” foi realizado com 67 alunos, pertencentes a 3 turmas do 10ºano e organizados em 20 grupos. Foi pedido um vídeo com a duração de um minuto sobre o grande tema os Direitos Humanos. Foi dada total liberdade quanto à forma de tratar o tema. Os alunos escolheram abordar o tema por artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, pelo que cada grupo dedicou o trabalho aos direitos humanos expressos num dos 30 artigos da Declaração. Na evolução do projeto foi também aberta a possibilidade de utilizar imagens recolhidas por outros na construção da narrativa.

O projeto foi desenvolvido em tempo curricular e extracurricular num total de 9 blocos de 45 minutos, 4 em sala de aula e 5 em contexto de oficina. Foi também dedicado tempo à preparação de atividades e de instrumentos de avaliação. Os alunos dedicaram também tempo a tarefas de pesquisa, captação de imagens e montagem e edição do vídeo.

Em termos programáticos o tema dos Direitos Humanos é suscetível de inúmeras articulações com o currículo atual. No caso do programa de Geografia A (10ºano) o tema foi tratado no âmbito do estudo da relação de Portugal com outros Estados, designadamente a sua integração nas principais instituições internacionais (ONU, UE), incluindo algumas impulsionadas e apoiadas pelo país (CPLP, PALOP). Os direitos humanos atravessam também os conteúdos programáticos da disciplina quando se apela à aprendizagem da sustentabilidade equidade na proteção, gestão e repartição de recursos nacionais ou dos sistemas socio espaciais, com destaque para as nossas cidades.

O desenho metodológico deste projeto é também influenciado pelos modelos mais comummente aplicadas em projetos de aprendizagem em e para os Direitos Humanos, promovidas e orientadas pela UNICEF (humanrights.org), a Amnistia Internacional, a Youth for Human Rights, entre outros.

“A educação em direitos humanos visa o desenvolvimento de capacidades, conhecimentos e atitudes que as pessoas precisam trabalhar com vista a um mundo livre de violações dos direitos humanos” in Siniko, Amnistia Internacional, adaptação de Um manual de educação para os direitos humanos (1996), p.7.

Inclui educar sobre os direitos humanos, ficando os direitos e responsabilidades ligados à lei, e educar para os direitos humanos, na perspetiva da construção do “legado das gerações futuras”[1]. Corresponde a um programa de ensino aprendizagem que “proporciona conhecimentos e compreensão sobre os direitos humanos e introduz valores sobre direitos humanos em práticas educativas ou de formação e nos currículos […]” (op.cit.p.17).

Problematizando a inclusão da educação para os Direitos Humanos no currículo existente na Costa Rica, Letícia Olguin destaca que

“[…] o importante é a prática, a vivência dos Direitos Humanos, mais do que sua concepção jurídica ou filosófica e sua evolução histórica. Trata-se em síntese, de um processo de formação de atitudes que […] requer elementos cognitivos, afetivos e manifestações comportamentais.” (Rede Brasileira de Educação para os Direitos Humanos, in http://www.dhnet.org.br/educar/)

Educar para os direitos humanos implica o uso de metodologias participativas. Estas metodologias partem de uma ideia de ensino aprendizagem como processo de promoção e fortalecimento do exercício pleno dos Direitos Humanos.

Segundo Olguin não se trata da inclusão de um conteúdo especial, mas de uma forma específica de ver e fazer. Um ensino aprendizagem voltado para o despertar da ação, onde é possível a contradição, que abre para o mundo, que desenvolve o pensamento, o trabalho de grupo, enfim, uma aprendizagem com potencial totalizador (uma aprendizagem não ditada pela “impulsão do currículo”) e globalizador (para permitir o enfoque cognitivo, emocional e atitudinal).

Objetivos

  • Cumprir metas e objetivos do PEE, contribuindo para o desenvolvimento de projetos articulados com as metas e objetivos do Observatório Internacional de Direitos Humanos, no que diz respeito à formação dos alunos.
  • Promover o trabalho em grupo destinado à comunicação visual da mensagem como meio para a realização de aprendizagens para os direitos humanos, trabalhando capacidades, conhecimentos e atitudes.
  • Promover e avaliar contextos de ensino aprendizagem assentes em metodologias de ensino aprendizagem participativas, na sua relação com o exercício pleno e consciente dos Direitos Humanos.
  • Promover aprendizagens sobre os direitos humanos, designadamente o processo institucional que levou à aprovação da Declaração, assim como a importância da lei de cada país na aplicação destes direitos.

Desenvolvimento do projeto

A primeira sessão de aferição de saberes e de sensibilização acabou na orientação dos alunos para a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Numa segunda sessão, este documento foi analisado sob duas perspetivas: o texto em si e o contexto político no qual foi elaborada a Declaração. Os alunos conheceram os relatores do texto e o papel de alguns deles na condução dos comités de trabalho e das diferentes propostas.

A abordagem a partir da Declaração acabou por orientar o trabalho dos alunos, que prontamente propuseram que cada grupo retratasse os direitos humanos expressos em cada um dos 30 artigos da Declaração.

Numa segunda sessão foram constituídos os grupos de trabalho e pedido um esboço / guião contendo: a identificação do artigo trabalhado pelo grupo, os contextos geográficos em que faz sentido falar deste(s) direito(s) e porquê, a identificação das imagens / espaços / narrativas a captar (e eventualmente a sua sequência). Ainda nesta sessão e nas duas sessões de trabalho seguintes foram analisados alguns recursos: produzidos ou disponíveis online (e.g. youthforhumanrights, 7billionothers) e diversos números da revista da Amnistia Internacional.

As sessões extra aula serviram sobretudo para ouvir e discutir as propostas interpretativas dos direitos analisados por cada grupo e as ideias e posições críticas face aos mesmos, assim como para questionar as possíveis leituras das imagens (pensadas) e a sua relação com a descrição elaborada ou a perspetiva que o grupo pretendeu imprimir.

Dos 20 grupos constituídos 14 grupos acompanharam todas as sessões (pelo menos um elemento) e apresentaram um projeto de vídeo. Todos os alunos se envolveram neste trabalho, mesmo aqueles que se recusaram fazê-lo. Nalguns casos não foi realizada uma verdadeira discussão de proposta, porque esta não foi apresentada. Vários aspetos o explicam: por um lado, o pouco espaço dedicado ao projeto dentro da sala de aula, que comprometeu o trabalho com alunos menos autónomos e / ou menos seguros; por outro lado, a manipulação da tecnologia vídeo a partir dos telemóveis realizada numa base experimental e imediatista, que tornou demasiado rápida a passagem da ideia à prática. Por fim, porque as preocupações mais ligadas à construção estrutural e estética em vídeo foram secundarizadas, em função dos recursos e tempo possíveis.

Foi realizada uma quinta sessão dedicada à projeção e avaliação das propostas de vídeo durante a qual alunos e docentes comentaram e apresentaram sugestões sobre cada vídeo. A maioria dos grupos seguiu estas sugestões, o que permitiu uma melhoria da qualidade dos vídeos e da leitura de conjunto dos diferentes projetos.

Na aplicação deste desenho de ensino aprendizagem foi tão importante a aprendizagem realizada em espaço e tempo curricular e extracurricular, como aquela que resulta do trabalho produzido de forma autónoma pelos alunos. O projeto tornou possível e necessário que os alunos assumissem uma postura ativa e desenvolvessem um conjunto de ações que ampliaram e orientaram a sua aprendizagem.

Balanço do projeto

Foram aplicados instrumentos de avaliação do projeto e de auto avaliação do desempenho e aprendizagem dos alunos. A partir da informação recolhida observa-se que, para a maioria dos alunos, o projeto foi um desafio interessante, exigente, exequível, enquanto para outros simplesmente impossível de concretizar, dadas as exigências específicas do modelo de aprendizagem proposto.

Os aspetos mais valorizados pelos alunos são: o trabalho em grupo e a interação entre alunos em ambiente de oficina, onde forjaram cooperações para além dos grupos e das turmas. As expressões colaborar, aprender, troca de ideias, o convívio, a iniciativa conjunta, o trabalho com outras turmas, ganham destaque. Os trabalhos mais interessantes são mesmo aqueles em que o grupo funcionou.

Valoriza-se também a pesquisa realizada e a história dos direitos humanos, considerados um tema da máxima importância para a Humanidade e para a vida de cada um. É também referida a pesquisa de casos (personalidades, países e momentos históricos ou decisões políticas) que revelam a proteção ou, pelo contrário, a ameaça e negação dos direitos humanos. Do que estes alunos mais gostaram foi “a descoberta do tema”, “a pesquisa sobre direitos humanos que desconhecia”, “o contacto com outras línguas”.

Outros ainda valorizam sobretudo a “liberdade para criar” e a possibilidade de olhar a “matéria” de outra maneira. O projeto representou a possibilidade de “conseguir transmitir uma mensagem num vídeo”. “O que mais gostei foi a forma descontraída de fazer um trabalho, aprendendo muito”, ou simplesmente “de fazer o vídeo em si”, uma forma “de mostrar às pessoas os direitos que elas merecem”.

Mas nem tudo foi bom, dois alunos não fizeram o trabalho. “Não gostei do projeto”. Mais de metade considera que o tempo dedicado ao trabalho foi pouco. Há também grupos que não funcionaram como tal.

Enfim numa frase o que aprendemos sobre os direitos humanos?

Os direitos humanos são…

“mesmo universais”.

“fundamentais à vida da humanidade e de cada um de nós”, “estão ligados por exemplo ao direito à religião, o que eu desconhecia”.

 “são uma causa importante para a humanidade porque [ainda] são desrespeitados, apesar de tudo”,

“ aplicam-se a toda a gente, devemos reclamá-los, devemos lutar por eles”.

 “são a base de uma vida digna”.

 “quando não há direitos humanos há desigualdade”.

Como professora, esta experiência foi excecional, para conhecer os alunos e para descobrirmos ideias e formas de as transmitir tão interessantes.

Os trabalhos selecionados responderam ao objetivo de “pensar os direitos humanos, inscritos na Declaração Universal, descrevendo-os e / ou mostrando-os a partir de um ponto de vista”. Sabemos que faríamos melhor com um cineasta, mas aprendemos muito com este trabalho de conhecer e dar a conhecer os Direitos Humanos. Depois desta aprendizagem, estes vídeos servem também para continuar a dar voz aos Direitos Humanos.

Esperamos que gostem e que tenham também as vossas propostas!

Participantes inc

Os alunos por projeto:

Todos nascemos livres e iguais 

Autores: Pedro Moreira, Tatiana Arroteia, Vasco Antropius

Participação:

Montagem e edição:

Não à discriminação

Ana Santos, Caíque Fernandes, Samanta Santos

Participação:

Montagem e edição:

Não à tortura

António Queirós,  Marlene Barreira, Marta Cruz, Sarah Lima

Participação: RTP, Google imagens

Montagem e edição: Marta Cruz em https://www.wevideo.com

Os direitos são universais

André Pereira, Joana Martins, Vasile Caradja

Participação:

Montagem e edição:

Direito à Migração

Ana Carvalho, Anastásia Rodideal, Hugo Caetano, Miguel Correia

Participação:

Montagem e edição:

Direito ao asilo

Camila Silva, David Nunes, Diogo Caveiro

Seleção de Imagem:

Montagem e edição:

Segurança Social

Joana Amaro, Rubina Carvalho, Tatiana Galambas

Participação:

Montagem e edição:

Direito à alimentação e habitação

Ana Severino, Catarina Conceição, Daniela Portásio

Participação:

Montagem e edição:

Direito à Educação

Ana Simões, Catarina Tavares, Camila Viana, Vera Bastos

Participação:

Montagem e edição:

Mundo Livre e Justo

Inês Carvalho. Pedro Polido, Rafael Marques

Participação:

Montagem e edição:

Os Direitos Humanos pertencem-nos e ninguém os pode ignorar

Daniela Pessoa, Mariana Mendes, Mariana Tomé

Participação:

Montagem e edição:

Docentes e outros colaboradores:

Professora responsável: Isabel Pato (Geografia)

Professores envolvidos: Florbela Simões (Francês), Elsa Santos

Agradecimento especial: Maria João Costa, projeto Cais, Amnistia Internacional

Bibliografia inc

Webgrafia  inc

Direitos Humanos : Implementação de Convenções

https://www.upr-info.org/followup/?gclid=CPXg4IPxoNECFVTnGwodfZ4B3g

Unidos pelos Direitos Humanos http://br.humanrights.com/home.html

Núcleo de Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH)”.

 

 CONFERÊNCIA EUROPEIA DO TABACO E SAÚDE

Presidente da Republica

Presidente da República de Portugal e Rainha de Espanha

No dia 23 de Março de 2017, estiveram presentes na “7th ECTOH – Conference on Tobacco or Health”, que se realizou na cidade do Porto (Portugal), o Presidente da República de Portugal, Professor Doutor Marcelo Rebelo de Sousa e a Rainha de Espanha, Letizia Ortiz Rocasolano, que é presidente honorária da Associação Espanhola Contra o Cancro.

Marcaram ainda presença nesta conferência Europeia, o Comissário Europeu da Saúde e Segurança Alimentar, Vytenis Andriukaitis, o Ministro da Saúde de Portugal, Adalberto Campos Fernandes, além de muitas outras ilustres personalidades de Portugal, de Espanha e de outros países da Europa.

Este encontro reuniu decisores políticos, investigadores, técnicos de educação e promoção de saúde, bem como representantes de instituições nacionais e internacionais relacionadas com o controlo do tabagismo, onde se incluem delegados de toda a União Europeia.

O objetivo desta conferência centrou-se em mobilizar os cidadãos, tornando-os mais conscientes e capazes de melhorar a sua saúde, promovendo e apoiando políticas de controlo do tabagismo na Europa e no resto do Mundo.

A organização deste evento esteve a cargo da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC).

Esta liga faz parte da European Cancer Leagues e, tem como presidente o Dr. Vítor Veloso, um paladino dos Direitos Humanos.

O trabalho que tem sido desenvolvido pela Liga Portuguesa Contra o Cancro ao longo dos últimos 75 anos tem dado um extraordinário apoio ao doente oncológico em tratamento, sobreviventes e às suas famílias, abrangendo de igual modo outras áreas, nomeadamente a educação para a saúde, a prevenção primária e secundária, sendo a sua atividade reconhecida não só em Portugal como em todo o mundo.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) manifesta a sua infinita gratidão à Liga Portuguesa Contra o Cancro por se ter associado a este Observatório, que é de amplitude mundial, trabalhando em prol da Humanidade.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos, agradece ainda à Liga Portuguesa Contra o Cancro, o facto, de ter convidado o Presidente deste Observatório, Dr. Luís Andrade a integrar a Comissão de Honra deste evento, assim como, o representante do Núcleo de Direitos Humanos e Saúde do OIDH, Dr. António Oliveira e Silva, atual Presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar de São João – Porto, local onde se encontra instalado este Núcleo do Observatório Internacional de Direitos Humanos.

O OIDH quere ainda deixar um agradecimento à Presidência da República pela cedência das fotos deste evento.

 

Reportagem Fotográfica da Conferência


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CONFERÊNCIA NO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

Supremo Tribunal de Justiça de Portugal

Supremo Tribunal de Justiça de Portugal

 

Supremo Tribunal 1

Presidente do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal

Juiz Conselheiro Dr. António Silva Henriques Gaspar

Supremo Tribunal 2

 Interior do Supremo Tribunal de Justiça

 

Supremo Tribunal

Ao centro, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, Juiz Conselheiro António Henriques Gaspar, Presidente do Círculo Cultural do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, Juiz Conselheiro Fernando da Costa Soares e Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) Dr. Luís Andrade

 

Conferência “Estado de Direito, Cultura e Desenvolvimento Humano”

Realizou-se no Supremo Tribunal de Justiça em Lisboa – Portugal, pelas 15:00, do dia 6 de Abril de 2017, uma conferência que incidiu sobre os mais nobres valores Humanos – “Estado de Direito, Cultura e Desenvolvimento Humano”.

Esta cerimónia contou com a presença de um vasto leque de ilustres Juízes Conselheiros do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, bem como, de ilustres Procuradores da República de Portugal, contando ainda com a presença do Presidente do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH).

A conferência foi proferida pelo ilustre Professor Doutor Guilherme d´Oliveira Martins, um acérrimo defensor dos Direitos Humanos, individualidade de grande dimensão Humana, figura conhecida internacionalmente, tendo desempenhado os mais altos cargos em Portugal.

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Intervenção proferida pelo ilustre Professor Doutor Guilherme d´Oliveira Martins no Supremo Tribunal de Justiça em Portugal

O Observatório Internacional de Direitos Humanos está infinitamente grato ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, Juiz Conselheiro António Henriques Gaspar e ao Excelentíssimo Presidente do Círculo Cultural do Supremo Tribunal de Justiça de Portugal, Juiz Conselheiro Fernando da Costa Soares pela forma extraordinariamente Humana, como acolheram este Observatório que trabalha em prol da Humanidade.

Duas individualidades de grande dimensão Humana e, consideradas pelo OIDH, acérrimos defensores dos Direitos Humanos.

No dia 6 de Abril de 2017, no âmbito da cidadania, o Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), conferiu o título, ao Supremo Tribunal de Justiça de: Órgão de Justiça e Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade.

 

Conferência “Encontros e Desencontros na União Europeia”

(O Passado o Presente e o Futuro)

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Num dos momentos da intervenção do Presidente do OIDH, Dr. Luís Andrade

Conferência – União Europeia

Realizou-se na Universidade Lusófona do Porto (Portugal), no dia 24 de Março de 2017, pelas 14:30, uma conferência sobre a União Europeia.

Estiveram presentes nesta conferência, ilustres Professores Catedráticos de diversas Universidades de Portugal e estudantes universitários.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado pelo seu presidente, Dr. Luís Andrade.

O presidente do OIDH integrou o primeiro painel do evento, tendo a temática da sua intervenção incidido sobre a União Europeia e a Crise dos Refugiados.

Os direitos dos refugiados estiveram bem patenteados em toda a intervenção que se enquadrou no contexto global dos Direitos Humanos.

O OIDH manifesta a sua gratidão à organização desta conferência pelo honroso convite que lhe foi endereçado, felicitando ainda todos os intervenientes, pelo seu valioso contributo que visou o Bem Comum.

 

Conferência na Assembleia da República sobre Refugiados e Migrações

Assembleia

Conferência refugiados

Refugiados

No dia 31 de Janeiro de 2017, pelas 14:30, realizou-se na Assembleia da República de Portugal, uma conferência em que a temática incidiu sobre Refugiados e Migrações: A prevenção de conflitos e as soluções duradouras.

Esta conferência foi organizada pela Subcomissão para a Igualdade e Não Discriminação da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias da Assembleia da República de Portugal.

A sessão de abertura esteve a cargo do Presidente da Assembleia da República e teve como convidado de honra o antigo Presidente da República de Portugal Jorge Sampaio, na qualidade de Presidente da Plataforma Global de Apoio a Estudantes Sírios.

Esta conferência contou com a intervenção de representantes de entidades que acompanham a evolução destes fenómenos, entre outras, assim como, de ilustres professores universitários.

Estiveram presentes convidados que representam prestigiadas entidades dos mais variados setores da sociedade. Além dos Órgãos da Assembleia da República, muitas outras entidades do Estado Português também marcaram presença.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) esteve representado pelo seu Presidente, Dr. Luís Andrade.

Os assuntos abordados nesta conferência, tendo em consideração a temática apresentada, revelaram-se de grande relevância para a Humanidade.

Dia Internacional dos Direitos Humanos

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De Portugal para os Cinco Continentes

Síntese das comemorações do Dia Internacional dos Direitos Humanos.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) assinala o Dia Internacional dos Direitos Humanos, através de várias iniciativas.

Honrando o dia em que a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Assembleia da República de Portugal, é proferida uma mensagem para todos os países do mundo.

Diretamente de Moçambique, a Associação Kulinji, uma Associação Moçambicana de Promoção e Proteção dos Direitos Humanos, faz chegar a gravação da mensagem do OIDH, aos líderes mundiais e aos que têm responsabilidades e um papel importante na vida em sociedade.

A Escola Secundária do Pinhal Novo em Palmela – Portugal, elegeu esta data para a realização de uma cerimónia oficial que visa a constituição e a apresentação do Núcleo de Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade do OIDH. Esta cerimónia conta com a presença de ilustres entidades defensoras dos Direitos Humanos.

Este Núcleo, sediado na Escola Secundária do Pinhal Novo em Palmela – Portugal, passa a partir do dia (10 de Dezembro de 2016) a ser um arauto da Paz.

O OIDH, expressa publicamente os seguintes agradecimentos:

- Assembleia da República de Portugal

- Coro da Assembleia da República de Portugal

- Coro Alma de Coimbra

- Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania Ativa do OIDH

- Núcleo de Direitos Humanos e Educação do OIDH – Universidade de Coimbra

- Núcleo de Saúde do OIDH – Centro Hospitalar de São João – Porto

- Núcleo de Direitos Humanos ao Serviço da Humanidade do OIDH – Escola Secundária do Pinhal Novo – Palmela

- Associação Kulinji, uma Associação Moçambicana de Promoção e proteção dos Direitos Humanos

- Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel – Coimbra

- Agrupamento de Escolas António Alves Amorim – Lourosa

- Agrupamento de Escolas de Condeixa-A-Nova

- Escola Básica e Secundária – Quinta das Flores – Coimbra

- Agrupamento de Escolas de Albergaria-A-Velha

Este agradecimento é extensivo a todos os outros colaboradores que, de uma forma direta ou indireta, deram o seu prestimoso contributo, especialmente os jovens que proferiram a mensagem que foi dirigida a toda a Humanidade e, aos seus familiares que os apoiaram incondicionalmente.

Veja aqui na gravação as mensagens que foram proferidas para todos os países do mundo:

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Relação dos nomes dos membros do Coro da Assembleia da República que participaram na gravação do Dia Internacional dos Direitos Humanos:

– Afonso Granjo – maestro

– Ana Luísa Cordeiro

– Anabela Cunha

– Cíntia Águas

– Maria Assunção Silva

– Maria José Managil

– Lurdes Migueis

– Maria da Glória Jesus

– Paula Crespo

– Raquel Franco Reis

– Teresa Belmonte Travassos

– Clara Marques

– Susana Oliveira

– Maria do Rosário Tavares

– José António Franco

– Nuno Santos e Silva

– Rui Tomás

Registamos igualmente a relação que contém 60 Entidades e Organizações de todo o mundo a quem lhes foi proporcionado visualizarem a gravação, através da Associação Kulinji, uma Associação Moçambicana de Promoção e proteção dos Direitos Humanos.

Entidades de acesso direto à visualização da iniciativa:

EMBAIXADAS EM MOÇAMBIQUE

1-EMBAIXADA DE ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA;

2-CONSULADO DE REINO UNIDOS GRÂ-BRETENHA DO NORTE;

3-EMBAIXADA DE ANGOLA;

4-CONSULADO DE PORTUGAL;

5-EMBAIXADA DE ARABIA;

6-CONSULADO DE ÁUSTRIA;

7-CONSULADO DE BELGIUM;

8-EMBAIXADA DE BRASIL;

9-EMBAIXADA DE CHINA;

10-EMBAIXADA DE CUBA;

11-CONSULADO DE CHIPRE;

12-CONSULADO DE CHINA;

13-EMBAIXADA DE DINAMARCA;

14-EMBAIXADA DE FILÁNDIA;

15-EMBAIXADA DE FRANÇA;

16-EMBAIXADA DE ALEMANHA;

17-CONSULADO DE GRECIA;

18-EMBAIXADA DE GRONELÂNDIA;

19-EMBAIXADA DE ISLÂNDIA;

20-CONSULADO DE INDIA;

21-EMBAIXADA DE ITALIA;

22-EMBAIXADA DE MALAWI;

23-CONSULADO DE MAÚRÍCIA;

24-EMBAIXADA DE PAÍSES BAIXOS (HOLANDA) EM MAPUTO;

25-EMBAIXADA DE RUSSIA;

26-CONSULADO DE SEYCHELLES;

27-CONSULADO DE ESLOVÁQUIA;

28-EMBAIXADA DE ESPANHA;

29-EMBAIXADA DE SUÉCIA;

30-EMBAIXADA DE TANZÂNIA;

31-EMBAIXADA DE SAARA;

32-CONSULADO DE PAÍSES BAIXOS (HOLANDA) EM NAMPULA;

33-CONSULADO DE PAÍSES BAIXOS NA BEIRA;

 

ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS.

34-ACNUR

(Álto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados)

35-BANCO MUNDIAL;

36-CEPAL

(Comissão Económica das Nações para a America Latina)

37-IPC-IG

(Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusiva)

38-ONU-Organização das Nações Unidas

39-(NED-Nation Endowment for the Democracy)

40-FAO-(Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura)

41-OIT-

(Organização Internacional do Trabalhador)

42-ONU-HABITAT

(Programa para o Assentamento Humano)

43-ONU MULHERES-

(Entidade das Nações Unidas para a igualdade de Genero e o Empoderamento das Mulheres)

44-OMS-

(Organização Mundial de Saúde)

45-PNUD

(Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)

46-OEA

(Organização dos Astados Americanos)

47-ROB

(REDE DE ORGANIZAÇÕES NO BRASIL)

48-FMI

(Fundo Monitário International)

49-UNESCO

(Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura)

50-UNICEF

 (Organização das Nações Unidas para a Infância)

51-UNAIDS

(Organização das Nações Unidas de Combate ao HIV/SIDA)

52-CESC

(Centro de Aprendizagm e Capacitação da Sociedade Civil)

53-UNFPA

(Fundo das Nações Unidas para a População)

54-UNIC

(Universidade de Cuiabá)

55-UNV

(United Nations Volunteers)

56-UNIDO

(Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial)

57-IFAD

(Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola)

58-UNICRI

(United Nation Interr Region Crime and Justice)

59-UNGC

(United Nation Global Compact)

60-ACNUDH

(Nações Unidas de dos Direitos Humanos)

Honra ao Mérito

Referência elogiosa no âmbito dos Direitos Humanos

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O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), altamente sensibilizado e de forma extraordinariamente sentida, agradece aos médicos abaixo identificados, o seu incondicional empenho e a sua enorme dedicação que foi evidenciada em termos profissionais e humanos, quando tiveram que intervir num determinado contexto.

O OIDH reconhece a estes profissionais um elevado grau de profissionalismo, imbuído nos mais altos valores humanistas.

Consequência do sucesso da ação verificada fica registada uma marca indelével no OIDH.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos regista com profundo apreço, o presente reconhecimento que está sustentado no mais puro grau de consciência individual e coletiva.

Identificação dos Médicos:

- Nuno Abecassis e sua Equipa Médica (Instituto Português de Oncologia, IPO – Lisboa – Portugal).

- Diogo Cabrita e sua Equipa Médica (Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, CHUC – Coimbra, Hospital dos Covões – Portugal.

- Mariela Marques e sua Equipa de Colaboradores (Instituto Português de Oncologia, IPO – Coimbra – Portugal).

- Joaquim Ferreira e sua Equipa Médica (Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra, CHUC – Coimbra, Hospital dos Covões – Portugal.

- Marisol Sousa e sua Equipa de Colaboradores (Centro de Saúde Militar em Coimbra – Portugal).

- Mª. Teresa Tomé e sua Equipa de Colaboradores (Unidade de Saúde Familiar (USF) CelaSaúde em Coimbra – Portugal).

Celebração do Dia Mundial do Refugiado – 2016

 

Introdução e Síntese do Acontecimento

 

Em todo o Mundo, o Dia Mundial do Refugiado é celebrado a 20 de Junho.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH), com o propósito de assinalar este dia, organizou em Portugal, através de uma ação coletiva, uma iniciativa invulgar, destinada a todos os países do Globo.

Esta iniciativa deu origem a uma gravação/vídeo, colocado expressamente nesta “janela aberta ao mundo” do OIDH e acessível a todos os cidadãos do mundo.

Um vasto conjunto de Universidades pertencentes aos cinco continentes fazem parte das entidades internacionais que se associaram, além de um leque muito diversificado de outras ilustres personalidades mundiais que manifestaram igualmente a sua total solidariedade com o presente ato.

Com o propósito de sensibilizar toda a Humanidade e para assinalar este dia, cinco crianças, cada uma delas representando um continente, proferiram uma extraordinária mensagem de enorme simbolismo com relação intrínseca com os Direitos Humanos, difundida para todo o universo.

O Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) agradece a todas as entidades que colaboraram diretamente na realização deste acontecimento, nomeadamente:

- Núcleo de Direitos Humanos e Educação do Observatório Internacional de Direitos Humanos (OIDH) (criado na Universidade de Coimbra)

- Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra

- Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra

- Estudantina Universitária de Coimbra

- Rádio Miúdos

- Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro

 

Pode visualizar a gravação do conteúdo do acontecimento aqui:


Síntese do Registo Fotográfico

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 Interior da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra – Portugal. Espaço onde decorreu a intervenção que deu início à abertura do evento. A apresentação esteve a cargo do presidente do OIDH, Dr. Luís Andrade.

 

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O local nobre da Biblioteca Joanina da Universidade de Coimbra foi o espaço escolhido para a abertura da iniciativa.

 

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Fernando Pereira Meireles, com apenas 9 anos de idade, quis associar-se ao Dia Mundial do Refugiado. Como um verdadeiro artista a tocar piano, os seus dotes já são reconhecidos internacionalmente.

 

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As Escadas Monumentais da Universidade de Coimbra foi o local onde decorreu a peça musical apresentada por Fernando Meireles.

 

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Estudantina Universitária de Coimbra em plena atuação, apresentando a emblemática melodia “À Meia-Noite ao Luar”.

 

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As Escadas da Sé Velha de Coimbra foi o local onde decorreu a atuação da Estudantina Universitária de Coimbra. Um espaço considerado emblemático para o meio académica de Coimbra.

 

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Grupo da Estudantina Universitária de Coimbra

 

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A Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra foi o espaço onde decorreu o discurso de encerramento que esteve a cargo do Presidente do OIDH Dr. Luís Andrade.

 

 

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Estudantina Universitária de Coimbra

Participantes na melodia: À Meia-Noite ao Luar

 Daniel Fernandes

Gonçalo Oliveira

Emanuel Nogueira

Sérgio Pereira

Carlos Pinho

Bruce Carrulo

Daniel Monteiro ´

Mauro Silva

Carlos Santos

Michael Esteves

Cláudio Costa

Bruno Sacramento

Francisco Cruz

Miguel Luís

Pedro Nolasco

Daniel Martins

João Ferreira

Tiago Rocha

Daniel Silva

João Vicente

 

 

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 Participantes da radiomiudos.pt

Mensagem dirigida a toda a Humanidade, a cargo de:

Pedro

Leonor

Marta

Eduardo

Gonçalo

 

 

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Participante de Violino

 Fernando Pereira Meireles

Dia Internacional da Solidariedade Humana

 

Introdução e Síntese do Acontecimento

No Dia Internacional da Solidariedade Humana, dia 20 de Dezembro de 2015, os Líderes Mundiais são presenteados com uma iniciativa original.

Este dia é assinalado em Portugal através de uma ação coletiva que deu origem a uma gravação que chega aos Chefes de Estado dos seus países, ao Secretário-Geral das Nações Unidas e ao Presidente da Comissão Europeia.

Para possibilitar às referidas entidades o acesso a essa gravação, foi solicitada a colaboração de entidades oficiais, nomeadamente: Embaixadas, Consulados, entre outras, a quem se agradece a colaboração.

Sublinha-se que o vasto e diversificado leque de intervenientes diretos neste processo é transversal a todas as gerações, vai desde o envolvimento de uma criança de apenas três anos de idade, até à participação de uma octogenária.

Solidarizaram-se com a presente iniciativa, diversificadas entidades nacionais e internacionais onde se inclui uma panóplia de Universidades pertencentes a países de todos os continentes.

A Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares também se solidarizou através do enviou de uma mensagem sobre a Paz no Mundo a todos os seus Estabelecimentos de Ensino, proporcionando a visualização da gravação da iniciativa, a cerca de três milhões de alunos.

A Humanidade passou igualmente a ter acesso a todas as imagens deste acontecimento, através do registo da gravação disponibilizada neste espaço que é de acesso livre a todos os cidadãos.

O Orfeon Académico de Coimbra, considerado o coro mais antigo de Portugal em atividade e um dos mais antigos da Europa, com 135 anos de existência, tem a gentileza de obsequiar todos os cidadãos, sem exceção, com alguns dos mais belos e emblemáticos trechos musicais, muito apreciados em diferentes lugares do mundo.

Pode visualizar o video aqui:

 

Registo Fotográfico dos Lançamentos de Pombas:

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Registo Fotográfico do Orfeon Académico:

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ORFEON

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Orfeon Académico de Coimbra

 

Participantes na Gravação

Maestro

Artur Pinho Maria

Guitarristas

Ni Ferreirinha (Guitarra Acústica)

Paulo Alexandre Almeida (Guitarra de Coimbra)

Solista

Nuno Correia Silva

Orfeonistas

Filipa Santos

Maria Inês Morgado

Catarina Luís

Maria José Dias

Joana Silva Carreira

Ana Manuela Silva

Carolina Costa

Mariana Meneses

Luísa Urbano

Afonso Loureiro

Nuno Candeias

André Leite

Ricardo Rodrigues

Ricardo Brás

Ana Sofia Vilarinho

Joana Pinto

Mafalda Laranjeiro

Susana Sá

Filipa Freitas

Sara Minhoto

Bernardo Alves

Gonçalo Ribeiro

Pedro Ferreira

Nuno Morais

José Paulo Gonçalves

Gonçalo Pedrosa

João Marta

Henrique Torres

Direitos Humanos